As relações entre antropologia e instituições museais são de longa data. Nas últimas décadas, debates críticos feitos por antropólogos e também por grupos que usualmente são objeto de museus etnográficos culminaram em um movimento renovador. Como bem descreveu a antropóloga Regina Abreu:
“Um movimento de entrada em cena de representantes indígenas em museus etnográficos em todo o mundo se afirmou como resultado de movimentos e reivindicações indígenas. Os povos indígenas descobriram os museus e as práticas museológicas, o que abriu espaço para a dinamização dos acervos com novas informações e a atualização das pesquisas sobre os objetos. Além disso, foi também em virtude da descoberta dos museus pelos índios que eles próprios começam a 'reaprender’ ofícios e práticas já desaparecidos em seus territórios. Os museus etnográficos com seus acervos e o acúmulo de suas pesquisas passaram a ser vistos como fontes de pesquisa e estudo para os próprios povos indígenas.”
A perspectiva teórica contemporânea que tem contribuído para a renovação do debate sobre a atuação de grupos indígenas em
museus é o:
O Prêmio Pritzker é outorgado todos os anos a arquitetos(as) cuja obra construída “tenha produzido significativas contribuições para a humanidade ao longo dos anos”, segundo a Fundação Hyatt, responsável pela premiação.
Os dois únicos arquitetos brasileiros que, até o momento, receberam essa honraria, em 1988 e 2006, respectivamente:
Marisa, chefe do centro de dados (CD) da empresa X, recebeu uma ligação na madrugada informando que tinha havido queda de luz e que nenhum dos geradores disponíveis assumira a geração de energia. Ela então foi ao CD e, após o restabelecimento da luz, solicitou aos presentes que verificassem seus sistemas. Contudo, foram identificadas falhas de discos e, com isso, não haveria acessos aos arquivos de log.
Marisa chamou seus funcionários e orientou, corretamente, que eles recuperassem os bancos de dados a partir do(a):
Em um período de 24 horas, um servidor de um sistema com Acordo de Nível de Serviço (Service Level Agreement – SLA) diário de 96% sofreu 3 paradas, sinalizando necessidade de manutenção preventiva. As paradas tiveram as seguintes durações:
1ª parada: 45min;
2ª parada: 1 hora e 15 minutos; e
3ª parada: 15 minutos.
O MTBF (Tempo Médio entre Falhas) desse servidor é de:
Um sistema de gestão de continuidade de negócios (SGCN) tem o propósito de preparar, fornecer e manter controles e recursos para gerenciar a capacidade de uma organização de continuar operando durante disrupções.
Um dos benefícios de um SGCN é fornecer confiança na capacidade de organização de obter sucesso. Esse benefício se refere à perspectiva: