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Se você é feito de música, este texto é pra você


    Às vezes, no silêncio da noite, eu fico imaginando: que graça teria a vida sem música? Sem ela não há paz, não há beleza. Nos dias de festa e nas madrugadas de pranto, nas trilhas dos filmes e nas corridas no parque, o que seria de nós sem as canções que enfeitam o cotidiano com ritmo e verso? Quem nunca curou uma dor de cotovelo dançando lambada ou terminou de se afundar ouvindo
sertanejo sofrência? Quantos já criticaram funk e fecharam a noite descendo até o chão? Tudo bem... Raul nos ensinou que é preferível ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo.

   Já somos castigados com o peso das tragédias, o barulho das buzinas, os ruídos dos conflitos. É pau, é pedra, é o fim do caminho. Há uma nuvem de lágrimas sobre os olhos, você está na lanterna dos afogados, o coração despedaçado. Mas, como um sopro, da janela
do vizinho, entra o samba que reanima a mente. Floresce do fundo do nosso quintal a batida que ressuscita o ânimo, sintoniza a alegria e equaliza o fôlego. Levanta, sacode a poeira, dá a volta por cima.


BITTAR, L. Disponível em: www.revistabula.com.
 Acesso em: 21 nov. 2021 (adaptado).

Defendendo a importância da música para o bem-estar e o equilíbrio emocional das pessoas, a autora usa, como recurso persuasivo, a

Marília acorda


    Tomo café em golinhos para não queimar meus lábios ressequidos. Como pão em pedacinhos para não engasgar com um farelo mais duro. Marília come também, mas olha o tempo todo para baixo. Parece que tem um acanhamento novo entre a gente. Termino. Olho mais uma vez pela janela. O dia está bom. Quero caminhar pelo pátio. Marília levanta, pega o andador e põe ao lado da cama. Ela sabe que eu
quero levantar sozinha, e levanto. O lance de escadas, apesar de pequeno, ainda me causa problemas, mas não quero um elevador na casa e não vou tolerar descer uma rampa de cadeira de rodas. Marília abre a porta e saímos para a manhã. O dia está mais fresco do que eu imaginava. Ela pega uma manta de tricô que temos desde não sei quando e põe sobre as minhas costas. Ela aperta meus ombros com muita força, porque mesmo depois de todos esses anos, não descobriu a medida certa do carinho. Eu gosto. Porque entendo que naquele ato, naquela força está o nosso carinho.


POLESSO, N. B. Amora. Porto Alegre: Não Editora, 2015.

Nesse trecho, o drama do declínio físico da narradora transmite uma sensibilidade lírica centrada na

     Os Jogos Olímpicos já não são mais os mesmos. E isso não é nem uma crítica, nem um elogio. É uma constatação. Esse movimento começou com o vôlei de praia tornando-se esporte olímpico em 1996, passou pela chegada do BMX Racing como primeiro “radical” a entrar no programa em 2008, e agora atinge seu momento mais insólito com a inclusão do break dance como modalidade dos Jogos de Paris, em 2024. Para os mais tradicionalistas, o cruzamento da linha que delimitava o que é esporte e o que é cultura e arte é uma afronta ao espírito dos Jogos Olímpicos. Skate e surfe, que há anos têm competições na televisão, pareciam estar na divisa entre esses dois mundos, o limite do aceitável pelos puristas. O break dance estaria do lado de “lá” dessa fronteira. Para o Comitê Olímpico Internacional, a decisão faz parte de uma estratégia de se comunicar com jovens urbanos que se exercitam e se entretêm de uma maneira muito diferente da dos seus avós.


Disponível em: www.uol.com.br. Acesso em: 19 nov. 2021 (adaptado)

A mudança no programa olímpico mencionada no texto mostra que o esporte está se

TEXTO I


“As novelas brasileiras foram as primeiras a aparecer na TV russa ainda na época de Gorbachov, nos anos 1980. Elas causaram sensação. Houve casos anedóticos, como quando o Parlamento da Federação Russa terminou a sessão mais cedo para ver o último capítulo de Escrava Isaura”, conta o russo Anatoli Sostanov, consultor na área de TV internacional e ex-diretor da emissora estatal russa Canal.


Disponível em: www.bbc.com. Acesso em: 16 out. 2021.


TEXTO II


As novelas de maior impacto em Angola foram as produções brasileiras. Fizeram tanto sucesso que um mercado popular, na época era o maior a céu aberto na África, chegou a receber o nome de Roque Santeiro, novela brasileira exibida naquele país na década de 1980. A influência das produções brasileiras fez com que os angolanos conhecessem o Brasil por meio das novelas. Além de entreter, os folhetins brasileiros até hoje ditam a moda em Angola. Figurinos e acessórios de personagens se transformam em uma verdadeira febre e influenciam o comportamento.


Disponível em: https://tvbrasil.ebc.com.br.
Acesso em: 16 out. 2021 (adaptado).

Embora situados em continentes diferentes com práticas sociais distintas, Rússia e Angola se aproximam, conforme os textos I e II, no aspecto

     Os salões permitiam aos escritores da época do Iluminismo adentrar no universo dos poderosos. Figuras como as de Voltaire e Duclos exortavam seus “irmãos” a aproveitarem da mobilidade que era oferecida pela ordem social do Antigo Regime, juntando-se à elite.
Nos últimos decênios do Ancien Régime, ele foi se tornando cada vez mais o reduto dos filósofos do Alto Iluminismo, que deixavam os cafés para os tipos inferiores de literário. Com efeito, os cafés se constituíram na antítese lógica dos salões. Eles eram abertos a todos, a um passo da rua. Como é possível constatar, salões e cafés constituem interessantes instituições do espaço público literário através
das quais é possível vislumbrar as bases sociais nas quais se assentavam o Alto e o Baixo Iluminismo.


HABERMAS, J. Mudança estrutural da esfera pública:
investigações quanto a uma categoria da sociedade burguesa.
 Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1984 (adaptado).

No período iluminista, os espaços sociais mencionados contribuíram para

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