Um analista do TJMS está atualmente engajado na elaboração de um sistema de criptografia. Esse sistema é notável por sua utilização de representações de dados em binário, hexadecimal e decimal, juntamente com a implementação de operações de aritmética computacional. Ao conduzir um teste, o analista identificou um padrão específico para a codificação de mensagens, descrito da seguinte forma:
1. inicialmente, um número na forma decimal é convertido para sua equivalência binária;
2. posteriormente, esse número binário é transformado para o formato hexadecimal;
3. como etapa final, adiciona-se 17 (em decimal) ao resultado hexadecimal obtido.Considerando o número decimal de partida como 254, e levando em conta as transformações para binário e depois para hexadecimal, seguidas pela adição antes da última etapa, o resultado final encontrado pelo analista é:
O arquiteto utilizou o comando HATCH para inserir hachuras no desenho de uma planta baixa. Sobre esse assunto, analise as afirmativas a seguir.
I. A área a ser hachurada não precisa ter os limites bem definidos, podendo apresentar algumas falhas, porque o próprio comando a
definirá com precisão;
II. O comando HATCH se encarrega de achar a moldura automaticamente, por isso a região a ser hachurada não precisa ser totalmente fechada, podendo, inclusive, ter aberturas nos cantos;
III. Um layer deve ser criado para as hachuras, de forma que poderá especificar uma cor diferente do desenho para elas e imprimir com outra espessura de caneta.
Está correto somente o que se afirma em:
Considere o padrão IEEE 802.11, que define especificações para redes locais sem fio (WLAN).
O método de acesso ao meio empregado nesse padrão é o:
Leia o trecho abaixo do artigo “Natureza & Cultura, versãoamericanista – Um sobrevoo”, de Renato Sztutman.
“(…) seres não humanos que se veem sob forma humana deveriam ver os humanos sob forma não humana, uma vez que a humanidade é uma posição e não uma substância, uma propriedade intrínseca a certa porção de seres. Um porco do mato, por exemplo, se vê como humano enquanto vê o humano como jaguar ou como espírito predador. Ora, todos esses existentes são, potencialmente, humanos (partilham a mesma
condição de humanidade [humanity]) apesar de não serem todos da espécie humana (humankind). São todos sujeitos dotados de
comportamento, intencionalidade e consciência, estando inseridos em redes de parentesco e afinidade, fazendo festas, bebendo cauim, reportando-se a chefes, fazendo guerra, pintando e decorando seus corpos. O que está em jogo, aqui, portanto, é a diferença entre perspectivas, o que nos envia a uma filosofia ameríndia da diferença.”
Esse trecho descreve o modo de relação entre humanos e não humanos característico da forma de pensamento ameríndio
denominada:
A Plataforma Digital do Poder Judiciário Brasileiro (PDPJ-Br) tem como principal objetivo incentivar o desenvolvimento
colaborativo entre os tribunais, preservando os sistemas públicos em produção, mas consolidando pragmaticamente a política para a gestão e expansão do Processo Judicial Eletrônico – PJe.
Os serviços e aplicações integrados à Plataforma que implementam as funcionalidades essenciais básicas para um sistema de processo judicial de tramitação eletrônica, bem como os serviços necessários à integração, à coreografia e à interoperabilidade entre os serviços e soluções que compõem a Plataforma, são classificados como serviços: