A Indústria Paranaguá Ltda. utiliza o sistema de custeio baseado em atividades (ABC). No mês de junho de 2025, foram apuradas as seguintes informações para os produtos X, Y e Z:

Os custos indiretos de manufatura totalizaram R$ 200.000,00, distribuídos entre as seguintes atividades:
• Gerenciamento de mudanças de projeto (baseado em pedidos): R$ 140.000,00;
• Geração e uso de energia operacional (baseado em kWh): R$ 60.000,00.
No período, foram produzidas 1.200 unidades do produto X, 1.500 unidades do produto Y e 2.000 unidades do produto Z.Com base nesses dados, os custos unitários dos produtos X, Y e Z, respectivamente, são
Uma empresa S.A. celebrou um contrato no valor de R$ 30.000,00 para utilizar um equipamento por um período de 10 meses, cujo ativo subjacente do contrato foi considerado de baixo valor pela empresa. A administração da empresa S.A. decidiu aplicar a isenção de reconhecimento autorizada pelo item 5 da NBC TG 06 (R3).
Considerando-se as informações apresentadas e os preceitos da NBC TG 06 (R3) – ARRENDAMENTOS, o tratamento contábil para esse contrato é
A empresa Delta S.A. adquiriu uma máquina por R$ 350.000,00 em 01/01/2020. No momento da aquisição, a administração de Delta S.A. estimou a vida útil desse ativo em 10 anos e um valor residual de R$ 50.000,00. A máquina estava disponível para uso em 01/01/2020 e a empresa adotou o método de depreciação linear.
Em 31/12/2023, a empresa procedeu a uma revisão das suas estimativas, conforme previsto no NBC TG 27 (R4) - ATIVO IMOBILIZADO, e constatou as seguintes informações:
• Vida útil remanescente: 9 anos;
• Valor Residual: R$ 50.000,00.
Com base exclusivamente nas informações apresentadas, o valor da depreciação anual dessa máquina a partir de 01/01/2024 será de
De acordo com a NBC TG ESTRUTURA CONCEITUAL - ESTRUTURA CONCEITUAL PARA RELATÓRIO FINANCEIRO, para ajudar os
usuários das demonstrações contábeis a identificar e avaliar mudanças e tendências, as demonstrações contábeis
A Rússia na contramão da História
No atual século, praticamente não há países que não sejam – com ou sem competência – governados por suas próprias gentes. E, após as guerras, é esperado que se retirem os exércitos invasores. Foi o caso do Japão e da Alemanha. Encerrou-se o ciclo, com cerca de 200 nações independentes. O que restou foram as travessuras imperialistas, mas sem ocupação territorial permanente.
Porém há um país que anda na contramão da História. Como o resto da Europa, a Rússia expandiu as suas fronteiras. Iam do Alasca até o Báltico e o Mar Negro. Após a Segunda Guerra, foram anexados os países do Leste Europeu. Depois que os europeus voltaram para casa, a Rússia continuou tomando a casa dos outros, ignorando o espírito dos novos tempos.
Diante desse quadro, podemos ver a invasão da Ucrânia como uma manifestação tardia de um estilo de colonialismo que, por completo, o Ocidente já abandonou. Quando pensamos em tribos isoladas que ainda praticariam a escravidão, caberia um relativismo nos nossos julgamentos? Podemos condená-las? Não deveríamos também aceitar a Rússia, com seus valores, apesar de desalinhados com o presente?
Não! Vivemos sob princípios disseminados em todas as sociedades modernas. Somos herdeiros do iluminismo, incluindo a concepção de formas de governança, de direitos e de valores cívicos. Queremos acreditar que essa foi uma conquista irreversível.
Sendo assim, não há espaço para quaisquer transigências. A Rússia é um país que brilhou na literatura, na música, nas artes visuais, nas ciências e nas tecnologias militares. Teve ampla exposição às tradições da civilização ocidental. Não há por que perdoá-la pelo atraso na sua cultura política. É inaceitável que as suas lideranças ignorem essa herança e proclamem uma visão obsoleta de dominação colonial.
(Cláudio de Moura Castro. https://www.estadao.com.br/opiniao, 06.04.2025. Adaptado)
Em seu artigo, o autor pondera que: