“Em visada panorâmica, o que ressalta quanto ao século XIX no Ocidente é a abolição do tráfico africano de escravos e da própria instituição da escravidão. Ao final do Oitocentos, ufanismos nacionalistas, ilusões cientificistas e disposição autoconfiante para o imperialismo predador, por parte de vários países europeus, assentavam-se, em retrospectiva, nas representações sobre o avanço da liberdade e da civilização epitomadas na superação do escravismo e de outras formas de organização social baseadas no trabalho compulsório. Ao fim da escravidão associavam-se imagens de progresso industrial e tecnológico, aperfeiçoamento de instituições financeiras, expansão de mercados, mobilidade voluntária de trabalhadores, aquisição de direitos civis e políticos, urbanização”
(CHALHOUB, S. A força da escravidão. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 35.
Sobre a situação da escravidão africana nas américas no século XIX, é INCORRETO afirmar que:
“Até meados do século passado [XIX], a Província não passou de mera divisão administrativa. Não pesava na balança econômica nacional, não tinha densidade demográfica capaz de eleger ou prestigiar um líder que a fizesse presente na trama administrativa do Império.”
(L. Os italianos no Estado do Espírito Santo. Rio de Janeiro: Editora Artenova S. A. 1974. p. 27)
Sobre a experiência de imigração europeia para o Espírito Santo são corretas as assertivas, EXCETO:
Para verificarmos a possibilidade do indivíduo desenvolver osteoporose ou não, podemos utilizar uma ferramenta chamada de índice Osteorisk. Esse índice consiste em uma correlação da massa e da idade do indivíduo dada através da fórmula:
índice Osteorisk = 0,2 x [ (massa em Kg) - (idade em anos)]
Indivíduos com osteorisk maiores que 1, são considerados de baixo risco, enquanto valores entre -2 e 1 são considerados de médio risco, os casos de alto risco têm valores menores que -2.
Desta forma para pessoas de 65 anos, podemos dizer que apresentam índice Osteorisk de alto risco aquelas que têm massa (em kg):
A função f(x)= sen x é denominada senoide e seu gráfico tem comportamento igual ao da figura abaixo:

Qual será o gráfico de uma função seno quando se multiplica o arco trigonométrico da função por dois.
Sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), 2017, NÃO é correto afirmar que: