A Comunicação Não Violenta é um processo de comunicação criado pelo psicólogo norte americano Marshall Rosenberg, a partir da década de 1960.
As adversidades que vivenciamos diariamente na nossa vida pessoal, profissional e familiar, se vistas com um outro olhar, livre de julgamentos e imposições e com uma linguagem mais empática e compassiva, seriam solucionadas de uma forma mais natural, em vez de fazer nascer novos conflitos.
A violência é despertada muitas vezes pela forma como nos comunicamos, pelo tom das palavras que utilizamos em determinadas ocasiões, mesmo que não consideremos a maneira de nos comunicarmos como “violenta”. Um conflito só permanece quando não se abre espaço para a escuta e o diálogo.
Não se trata de uma nova comunicação, com palavras novas, como também não é uma maneira de falar baixo ou de forma mansa. Até porque podemos nos comunicar de maneira educada, calma e contida, e essa comunicação ser cheia de ironia e cinismo.
A comunicação não violenta traz uma transformação na forma de:
Mikhail Bakhtin dedicou a vida à definição de noções, conceitos e categorias de análise da linguagem com base em discursos cotidianos, artísticos, filosóficos, científicos e institucionais. Um dos aspectos mais inovadores da produção de Bakhtin foi enxergar a linguagem como um constante processo de interação mediado pelo diálogo - e não apenas como um sistema autônomo.
"A língua materna, seu vocabulário e sua estrutura gramatical, não conhecemos por meio de dicionários ou manuais de gramática, mas graças aos enunciados concretos que ouvimos e reproduzimos na comunicação efetiva com as pessoas que nos rodeiam", escreveu o filósofo.
Segundo essa concepção, a Língua só existe em função do uso que locutores e interlocutores fazem dela em situações de comunicação. O ensinar, o aprender e o empregar a linguagem passam necessariamente pelo sujeito, o agente das relações sociais e o responsável pela composição e pelo estilo dos discursos. Esse sujeito se vale do conhecimento de enunciados anteriores para formular suas falas e redigir seus textos.
Além disso, para o autor, um enunciado é sempre modulado pelo falante:
A região da Cadeia Vitória-Trindade apresenta endemismo. Estas espécies surgiram, principalmente, através do processo de:
“Durante o período das chuvas, o número de caramujos africanos aumenta nas áreas de vegetação das praias de Vila Velha, fazendo com que o molusco se prolifere nas áreas de restinga. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, promove diariamente um trabalho de cata manual dos caramujos. De novembro de 2019 até o dia 6 de janeiro de 2020 foram recolhidos 618 quilos do molusco na orla.”
(http://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/2020/01/prefeitura-recolhe-caramujos-africanos-nas-restingas-28028)
Assinale a opção que corretamente associa a classe do caramujo africano e uma de suas características.
Segundo KRASILCHIK, em seu livro Prática de Ensino de Biologia, de 1983, a organização de uma excursão a campo depende de que certas etapas sejam seguidas.
Analise as afirmativas a seguir.
I – Preparação da excursão, com o reconhecimento do local escolhido e a identificação dos problemas que serão avaliados.
II – Elaboração do roteiro de trabalho contendo as informações para o procedimento dos alunos e as perguntas que devem responder.
III – Trabalho de campo propriamente dito.
IV – Trabalho em classe para a organização dos dados e exame do material coletado.
V – Discussão dos dados para elaboração de uma descrição geral do sítio visitado e uma síntese final
Para a autora, a organização de uma excursão deve incluir: