“Região hidrográfi ca é a parte do território brasileiro banhada
por uma ou mais bacias hidrográfi cas, cujas características
naturais e socioeconômicas são relativamente homogêneas.”
TAMDJIAN, J.O e MENDES, I.L. Geografi a: Estudos para compreensão do espaço
– Ensino Médio. Volume único. São Paulo: FTD, 2011. p. 44
Utilizando–se a defi nição acima como referência na divisão do
território nacional, destaca–se a região hidrográfi ca que concentra
32% da população nacional, com uma área de aproximadamente
880 mil quilômetros quadrados, abrigando predominantemente
vegetações de Mata Atlântica e do Cerrado. Com vazão média
de água correspondente a 6,5% do país, a região hidrográfica em
questão é a do rio:
As estruturas geológicas representadas no mapa a seguir
com os algarismos I, II e III são escudos cristalinos.

Essas estruturas são formações geológicas muito antigas, datadas do:
“Em Strangford Lough, Irlanda do Norte, foi instalado um
conversor de energia marítima de 1,2 megawatt, com uma envergadura
submarina de 41 metros. O movimento da água, causado
pelas correntes marítimas, faz a turbina girar cerca de 12 vezes
por minuto. Essa velocidade não deverá prejudicar a vida marinha
e é capaz de abastecer de eletricidade mil casas.”
Adaptado de: SUCENA, I.S.; SAMPAIO, S.F. Geografia. Ser Protagonista. Volume
único. São Paulo: Edições SM, 2012
As correntes marítimas são movimentos horizontais de grandes
massas de água causados:
A Terceira Revolução Industrial, conhecida também como Revolução Técnico–científi ca–informacional, iniciada em meados do século XX, tem como uma de suas características as inovações obtidas pelas empresas de alta tecnologia, proporcionando a estas a libertação de antigos fatores locacionais. Entre os novos fatores locacionais que ganharam destaque nas últimas décadas, pode ser citada a:
Foram denominados Tigres Asiáticos os países que passaram por um rápido processo de industrialização a partir da década de 1970 Com elevados índices de crescimento econômico, esses países estão entre os que mais têm incorporado novas tecnologias ao processo produtivo. Entre as medidas implantadas para estimular a industrialização, merece destaque:
Observe a tabela a seguir:

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi criado pela ONU,
objetivando oferecer um contraponto a outro indicador muito utilizado,
o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, que considera apenas
a dimensão econômica do desenvolvimento. Em sua composição,
além do PIB per capita, o IDH também considera:
“O histórico dia 10 de setembro de 2008 registrou os primeiros
testes do LHC (Large Hadron Collider), o Grande Colisor de
Hádrons. O LHC contém um enorme túnel circular subterrâneo
de 26,6 km de extensão. Campos elétricos potentes dentro desse
túnel aceleram dois feixes de prótons, ao longo de suas trajetórias
circulares, até que eles cheguem a dar 11 mil voltas por segundo.”
(Randall, L. Batendo à porta do céu. Companhia das letras, 2013)
Ora, a teoria da relatividade nos ensina que a velocidade da luz no
vácuo c (de aproximadamente 300.000 km/h) é a velocidade limite
do Universo, isto é, é impossível a qualquer partícula material atingir
uma velocidade maior que essa. De acordo com as informações
dadas, os próton acelerados no LHC conseguem atingir:
A fi gura A mostra um cilindro reto que contém um gás ideal à
temperatura de 400 K, aprisionado por um êmbolo perfeitamente
ajustado que pode deslizar livremente com atrito desprezível. O
peso do êmbolo pressiona o gás de modo que a pressão interna no
cilindro é 1,2.105 Pa. O conjunto é aquecido até a temperatura de
500 K e, para que o volume do gás não varie, uma força adicional
deve ser aplicada sobre o êmbolo como mostra a fi gura B.

Desprezando os efeitos de dilatação do cilindro e sendo 0,5 m2
a área do êmbolo, o valor da força adicional que faz com que o
volume do gás não varie é:
Uma pedra de peque nas dimensões é abandonada a uma
certa altura e cai verticalmente, vindo a colidir com a superfície livre
da água que está em repouso no interior de um tanque. A colisão
provoca uma onda que se propaga circularmente na superfície livre
da água, a partir da colisão, com uma velocidade de 4 cm/s. A fi gura
abaixo mostra, visto de cima, o ponto P em que a pedra colide com
a água, que se encontra a 60 cm da parede AB do tanque e muito
afastada das outras paredes.

A menor distância entre o ponto P e a onda circular que se forma
na superfície livre da água 20 s após a colisão é:
A figura mostra um sistema de vasos comunicantes contendo
água em equilíbrio hidrostático. O ramo da direita (1) é aberto. O
ramo central (2) e o da esquerda (3) estão hermeticamente tampados,
havendo, portanto, em ambos, ar comprimido entre as tampas
e as superfícies livres da água.

Sejam po a pressão atmosférica local, p a pressão do ar confinado
no ramo central (2) e p` a pressão do ar confi nado no ramo da
esquerda (3). Essas pressões são tais que:
Um calorímetro de capacidade térmica desprezível contém
gelo a –50 ºC. Nele é injetado vapor d'água a 100ºC. A figura abaixo
representa, em gráfi co cartesiano, como suas temperaturas variam
em função das quantidades de calor (em módulo) que um cede e
outro recebe.

O calor específico da água (líquida) é 1,0 cal/gºC, e do gelo é
0,5 cal/gºC e o calor latente de fusão do gelo é 80 cal/g. Sejam
mg a massa do gelo e ma a massa de água existentes no calorímetro
quando é atingido o equilíbrio térmico. Essas massas
valem, respectivamente:
Um carro se desloca ao longo de uma rua plana, retilínea e
horizontal, com uma velocidade constante de 72 km/h. Em um dado
instante, um pedestre afoito começa a atravessar a rua perpendicularmente
ao meio–fi o, como ilustra a fi gura abaixo.

O motorista percebe o instante em que o pedestre inicia a travessia,
mas perde 0,50 s (tempo de reação) até conseguir pisar o freio,
imprimindo ao carro uma desaceleração constante de 4 m/s2. Tendose
em conta esses dados, para que seja evitado o atropelamento,
a distância d do carro até a direção do movimento do pedestre, no
instante em que ele inicia a travessia, deve ser, no mínimo:
O Índio e o Tálio são os elementos naturais mais pesados do grupo 13 da classifi cação periódica. O Alumínio é o elemento mais conhecido e abundante deste grupo, tendo suas propriedades químicas dominadas pelo estado de oxidação +3, ou seja, forma o íon Al3+. Entretanto, o Índio e oTálio apresentam frequentemente o estado de oxidação +1. A tendência a formar íons com carga duas unidades menor que a usual para o grupo também é verifi cada entre os elementos mais pesados dos grupos 14 e 15, sendo conhecida pelo nome de:
A reação de aldeídos e cetonas com ilídeos de fósforo, conhecida como Reação de Wittig, conferiu o prêmio Nobel de Química de 1979 ao alemão Georg Wittig, que a realizou em 1954. Desde então, tem sido um método muito usado para a síntese de:
O ácido benzoico tem entalpia padrão de combustão igual a
–3227 kJ.mol–1. Para calibrar um calorímetro, foram usados 2,27 g
deste ácido, aumentando em 5,0ºC a temperatura do calorímetro.
Em seguida, com o calorímetro a 25ºC, promoveu–se a queima
de 1,6 g de acetileno (etino) e a temperatura subiu para 31,7ºC. A
entalpia padrão de combustão do acetileno, em kJ.mol–1, é aproximadamente
igual a:
