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Leia o texto a seguir.

“Vivemos num mundo confuso e confusamente

percebido. Haveria nisto um paradoxo pedindo uma

explicação? De um lado, é abusivamente mencionado o

extraordinário progresso das ciências e das técnicas, das

quais um dos frutos são os novos materiais artificiais que

autorizam a precisão e a intencionalidade. De outro lado,

há, também, referência obrigatória à aceleração

contemporânea e todas as vertigens que cria, a começar

pela própria velocidade. Todos esses, porém, são dados

de um mundo físico fabricado pelo homem, cuja

utilização, aliás, permite que o mundo se torne esse

mundo confuso e confusamente percebido. Explicações

mecanicistas são, todavia, insuficientes. É a maneira

como, sobre essa base material, se produz a história

humana que é a verdadeira responsável pela criação da

torre de babel em que vive a nossa era globalizada.

Quando tudo permite imaginar que se tornou possível a

criação de um mundo veraz, o que é imposto aos

espíritos é um mundo de fabulações, que se aproveita do

alargamento de todos os contextos para consagrar um

discurso único. Seus fundamentos são a informação e o

seu império, que encontram alicerce na produção de

imagens e do imaginário, e se põem ao serviço do

império do dinheiro, fundado este na “economização" e

na monetarização da vida social e da vida pessoal. De

fato, se desejamos escapar à crença de que esse mundo

assim apresentado é verdadeiro, e não queremos admitir

a permanência de sua percepção enganosa, devemos

considerar a existência de pelo menos três mundos num

só. O primeiro seria o mundo tal como nos fazem vê-lo: a

globalização como fábula; o segundo seria o mundo tal

como ele é: a globalização como perversidade; e o

terceiro, o mundo como ele pode ser: outra globalização".

Sobre a globalização por fábula é correto afirmar que:

indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças aos progressos da informação, a “mistura" de filosofias, em detrimento do racionalismo europeu.

Em 1915, o alemão Alfred Wegener publicou uma teoria, propondo que há 200 milhões de anos atrás todas as massas emersas da Terra estariam reunidas em um único supercontinente, denominado Pangea, envolto por um mar universal, a Panthalassa. Posteriormente essa massa continental fraturou-se em partes menores que se dispersaram em consequência de movimentos horizontais. Além da semelhança entre as margens dos continentes, que se encaixam como um grande quebra-cabeça, Wegener buscou evidências geológicas, paleontológicas e climáticas, particularmente nos continentes do hemisfério sul, para fundamentar sua hipótese. Esta teoria é chamada:

Algumas propriedades no campo, grandes ou sem uso, são mantidas para fins especulativos, aguardando sua valorização. A alternativa que estabelece uma correta relação entre a questão agrária e o processo de especulação fundiária é:

No momento em que Lutero identificou a Bíblia como depositária exclusiva da Palavra de Deus e definiu a fé como o meio para a obtenção do estado de graça, ele abriu caminho para o surgimento de várias releituras da doutrina cristã no ocidente europeu. O Anabatismo se destaca por:

Sobre a política econômica do governo Deodoro da Fonseca, denominada Encilhamento, é correto afirmar que:

Observe a charge abaixo.

A charge se posiciona criticamente diante de um

importante episódio que precedeu a II Guerra

Mundial. Este episódio mostra de forma crítica:

A Constituição dos Estados Unidos do Brasil foi promulgada em 18 de setembro de 1946. A mesa da Assembleia Constituinte, elaborada por Eurico Gaspar Dutra, então presidente (1946-1951), promulgou a Constituição e o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. Fazia parte do texto constitucional:

Parte I: Conhecimentos Específicos

Texto 1

Los estudios de lengua española en Brasil

(...) es posible afirmar que gran parte de los trabajos sobre el español en Brasil se han apoyado —más que

sobre teorías— sobre creencias raramente cuestionadas, lo que en los términos de Bosi (1995) sería lo

mismo que decir ideologías, o sea, predefiniciones, presunciones, prejuicios de varios tipos acerca del

carácter de esa lengua y de sus relaciones con la que por aquí se habla. La principal de esas creencias: la

gran semejanza entre el español y el portugués. El gran problema que provoca: unas pocas dificultades muy

particulares para la comprensión y también para la enseñanza, una preocupación legítima y permanente

entre los que nos dedicamos al estudio de una lengua que, en nuestro espacio, es peligrosamente

extranjera.

(...) Antenor Nascentes —autor, como ya anticipamos, en los años treinta, de la primera Gramática da

língua espanhola para uso de los brasileños, cuya base teórica se puede decir que es compatible con su

tiempo y servirá de soporte al primer manual para la enseñanza de esa lengua en este país, el de Idel

Becker (1945)— se apoya en el presupuesto, un lugar común nunca efectivamente discutido, de que el

español, ―como toda a gente sabe‖, se parece muchísimo al portugués. Dicho esto, resulta sencillo concluir

que, en general, el español les resulta fácil a los lusohablantes y pasar a centrarse en la peculiaridad de sus

dificultades. Esto es lo que hace crucial detectar lo que efectivamente existe de diferente entre las dos

lenguas. La necesidad y el deseo imperiosos de discriminar, sobre todo en el léxico, lo que no es fácilmente

discriminable, de encontrar la diferencia entre dos ―cosas‖ tan supuestamente semejantes, funciona como

refuerzo de esa práctica que veremos reproducirse a lo largo de décadas y décadas. Y más aún cuando lo

que se toma como base de los análisis es esa lengua imaginaria y homogénea (¿estándar?): la lengua

imaginaria del sistema, vehiculada como ―la‖ lengua por las gramáticas normativas y por muchos manuales

de enseñanza. En el fondo siempre se trabaja con el implícito de que una de las dos lenguas —el portugués

y el español— es simplemente una versión posible, mejor o peor según quien la mire, de la otra, lo que una

de ellas podría ser, aunque no lo es.

(...) No obstante los avances en los modelos teóricos para la interpretación y el análisis de la lengua y de su

proceso de adquisición; no obstante la relativización del peso de la semejanza o de la diferencia sobre los

procesos de aprendizaje, en los cuales los estudiantes más bien construyen la diferencia, su diferencia, y no

se pautan necesariamente por la diferencia objetivable; no obstante los avances en el propio campo de los

estudios contrastivos, hechos en otros niveles; no obstante los avances en la reflexión sobre los distintos y

complejos papeles que ejerce la lengua materna sobre el aprendizaje de otras lenguas, los estudios sobre el

español en Brasil durante mucho tiempo fueron quedando como congelados en el modelo del contraste más

ingenuo y superficial, término a término. Y así se privilegia el enfoque de las diferencias más evidentes,

justamente aquellas que se prestarían a equívocos —―embarazada‖, ―exquisito‖, los empleos de ―para‖,

etc.— y que se consideran problemáticas para la enseñanza porque supuestamente producen

transferencias/interferencias que, desde esta perspectiva, se ven como un fenómeno de reproducción literal

de formas, una a una, y de significados de la L1 en la L2.

(...) Pocas veces se considera lo que está por detrás de la superficial semejanza de las formas, la ilusión de

comprensión que produce la semejanza formal, eso mismo que hace que se multipliquen, como dice Revuz

(1998), los diálogos entre sordos y las situaciones grotescas en las que, según la autora, no se comprende

lo suficiente para comprender que no se comprende. Con frecuencia se elimina el peso de la historia sobre

la lengua y los discursos y se cae en la ilusión de las equivalencias y de la relación directa entre la lengua

—esa especie de stock de vocablos y construcciones, como apunta Celada— y la realidad, siempre la

misma. Reiteradamente se vuelcan las miradas sobre la gran metonimia de la dificultad del español para los

hablantes del portugués: los falsos amigos; y sobre un fantasma nunca totalmente definido ni descrito: el

portuñol, ese eterno desconocido siempre rechazado que no hemos terminado de comprender.

(CELADA, M. T.; GONZÁLEZ, N. M. Los estudios de lengua española en Brasil. Anuario Brasileño de Estudios

Hispánicos. Brasília-DF, v.X, Suplemento ―El hispanismo en Brasil‖, p. 35-58, 2001.)

"(...) los estudios sobre el español en Brasil durante mucho tiempo fueron quedando como congelados en el modelo del contraste más ingenuo y superficial, término a término." Según el texto tal hecho se debe a:

Texto 3

"Vale preguntar, entonces, ¿de qué América Latina estoy hablando? Seguramente, de un espacio cultural

múltiple, complejo, híbrido y en constante transformación; un espacio cultural donde me ubico como

brasileña. Y más que resaltar de dónde estoy hablando, me interesa saber ¿de qué manera puedo, como

profesora y formadora de profesores de español, contribuir al conocimiento y la integración de ese espacio

cultural? Y la respuesta no podría ser otra, sino posibilitar el conocimiento de esa lengua/cultura tan diversa

cuanto son diversos los pueblos que la utilizan para expresarse. Y ese conocimiento, que debería ser

mutuo, es el arma contra el prejuicio, el estereotipo, la reducción y la generalización de lo que (no) somos."

(PARAQUETT, M. Linguística Aplicada, inclusión social y aprendizaje de español en contexto latinoameriano. Revista

Nebrija de Linguística Aplicada a la Enseñanza de Lenguas, v. 6, p. 01-23, 2009.)

Otro punto que la autora destaca es que cabe al profesor de LE contribuir para la desconstrucción de estereotipos en el proceso de aprendizaje del alumno. Un estereotipo consiste en una imagen:

El diseño de un curso de E depende de concepciones ling ísticas y medodológicas. Señale el método que se describe en el texto a continuación: "(...) tiene por objetivos llevar los estudiantes a leer textos literarios de la LE, hacer traducciones directas e inversas, memorizar reglas y apropiarse del vocabulario. Centrado en clases expositivas que ponen énfasis en el razonamiento, la E es solamente el objeto de estudio de los contenidos, que se seleccionan y ordenan con base en la gramática normativa. a corrección de los errores ocurre tan pronto como se producen, puesto que no se toleran (...)" (Gretel Eres Fernández. Entre enfoques y métodos: algunas relaciones (in)coherentes en la enseñanza de español lengua extranjera. Espanhol: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2010, v. 16, Coleção Explorando o Ensino.)

Los PCNs llaman la atención de los profesores en cuanto a la necesidad de:

“A aprendizagem de uma língua estrangeira deve garantir ao aluno seu engajamento discursivo, ou seja, a capacidade de se envolver e envolver outros no discurso. Isso pode ser viabilizado em sala de aula por meio de atividades pedagógicas centradas na constituição do aluno como ser discursivo, ou seja, sua construção como sujeito do discurso via Língua Estrangeira.” (PCNs, 1998:19) Aponta-se como característica desta perspectiva de ensino de língua estrangeira o desenvolvimento:

As questões 06 a 10 referem-se ao Texto 2.

Texto 2

Multicultural Education in Your Classroom

By: E.K. Garcia

America has always been referred to as a melting

pot, but ideally, it's a place where we strive to invite

everyone to celebrate exactly who they are. As the

US. population is becoming increasingly diverse and

technology makes the world feel increasingly

smaller, it is time to make every classroom a

multicultural classroom.

Multicultural education is more than celebrating

Cinco de Mayo with tacos and piñatas or reading

the latest biography of Martin Luther King Jr. It is an

educational movement built on basic American

values such as freedom, justice, opportunity, and

equality. It is a set of strategies aimed to address

the diverse challenges experienced by rapidly

changing U.S. demographics. And it is a beginning

step to shifting the balance of power and privilege

within the education system.

The goals of multicultural education include creating

a safe, accepting and successful learning

environment for all, increasing awareness of global

issues, strengthening cultural consciousness,

strengthening intercultural awareness, teaching

students that there are multiple historical

perspectives, encouraging critical thinking and

preventing prejudice and discrimination.

According to the National Association for

Multicultural Education (NAME), the advantages of

multicultural education are helping students develop

positive self-image, offering students an equitable

educational opportunity, allowing multiple

perspectives and ways of thinking, combating

stereotypes/prejudicial behavior and teaching

students to critique society in the interest of social

justice.

Contrary to popular belief, multicultural education is

more than cultural awareness, but rather an initiative

to encompass all under-represented groups (people

of color, women, people with disabilities, etc) and to

ensure curriculum and content including such

groups is accurate and complete.

Most curriculums focus more on North America and

Europe than any other region. Most students have

learned about genocide through stories of the

Holocaust, but do they know that hundreds of

thousands of people are being killed in places like

Darfur and Rwanda? Despite our close proximity to

Latin America, American schools typically spend

little time reading Latin American literature or

learning about the culture and history.

_______, multicultural education is most successful

when implemented as a schoolwide approach with

reconstruction of not only curriculum, but also

organizational and institutional policy. Educators

must be aware, responsive and embracing of the

diverse beliefs, perspectives and experiences. They

must also be willing and ready to address issues of

controversy.

These issues include, but are not limited to, racism,

sexism, religious intolerance, classism, ageism, etc.

(Adapted from http://www.teachhub.com/multiculturaleducation-your-classroom

Accessed on 21 April 2016)

According to the text, Multiculturalism Education has become an important issue in American classrooms because they:

As questões 06 a 10 referem-se ao Texto 2.

Texto 2

Multicultural Education in Your Classroom

By: E.K. Garcia

America has always been referred to as a melting

pot, but ideally, it's a place where we strive to invite

everyone to celebrate exactly who they are. As the

US. population is becoming increasingly diverse and

technology makes the world feel increasingly

smaller, it is time to make every classroom a

multicultural classroom.

Multicultural education is more than celebrating

Cinco de Mayo with tacos and piñatas or reading

the latest biography of Martin Luther King Jr. It is an

educational movement built on basic American

values such as freedom, justice, opportunity, and

equality. It is a set of strategies aimed to address

the diverse challenges experienced by rapidly

changing U.S. demographics. And it is a beginning

step to shifting the balance of power and privilege

within the education system.

The goals of multicultural education include creating

a safe, accepting and successful learning

environment for all, increasing awareness of global

issues, strengthening cultural consciousness,

strengthening intercultural awareness, teaching

students that there are multiple historical

perspectives, encouraging critical thinking and

preventing prejudice and discrimination.

According to the National Association for

Multicultural Education (NAME), the advantages of

multicultural education are helping students develop

positive self-image, offering students an equitable

educational opportunity, allowing multiple

perspectives and ways of thinking, combating

stereotypes/prejudicial behavior and teaching

students to critique society in the interest of social

justice.

Contrary to popular belief, multicultural education is

more than cultural awareness, but rather an initiative

to encompass all under-represented groups (people

of color, women, people with disabilities, etc) and to

ensure curriculum and content including such

groups is accurate and complete.

Most curriculums focus more on North America and

Europe than any other region. Most students have

learned about genocide through stories of the

Holocaust, but do they know that hundreds of

thousands of people are being killed in places like

Darfur and Rwanda? Despite our close proximity to

Latin America, American schools typically spend

little time reading Latin American literature or

learning about the culture and history.

_______, multicultural education is most successful

when implemented as a schoolwide approach with

reconstruction of not only curriculum, but also

organizational and institutional policy. Educators

must be aware, responsive and embracing of the

diverse beliefs, perspectives and experiences. They

must also be willing and ready to address issues of

controversy.

These issues include, but are not limited to, racism,

sexism, religious intolerance, classism, ageism, etc.

(Adapted from http://www.teachhub.com/multiculturaleducation-your-classroom

Accessed on 21 April 2016)

The word “consciousness” is formed by a process called suffixation. The word formed by the same process is:

As questões 13 a 15 referem-se ao Texto 4.

Texto 4

(…) In describing methods, the difference between a

philosophy of language teaching at the level of

theory and principles, and a set of derived

procedures for teaching a language, is central. In an

attempt to clarify this difference, a scheme was

proposed by the American applied linguist Edward

Anthony in 1963. He identified three levels of

conceptualization and organization, ________ he

termed approach, method, and technique.

The arrangement is hierarchical. The

organizational key is that techniques carry out a

method which is consistent with an approach . ..

An approach is a set of correlative

assumptions dealing with the nature of language

teaching and learning. An approach is axiomatic.

It describes the nature of the subject matter to be

taught. .. .

... Method is an overall plan for the

orderly presentation of language material, no part

of which contradicts, and all of which is based

upon, the selected approach. An approach is

axiomatic, a method is procedural. Within one

approach, there can be many methods . ..

... A technique is implementational - that

which actually takes place in a classroom. It is a

particular trick, stratagem, or contrivance used to

accomplish an immediate objective. Techniques

must be consistent with a method, and therefore

in harmony with an approach as well. (Anthony

1963:63-7)

According to Anthony's model, approach is the level

at which assumptions and beliefs about language

and language learning are specified; method is the

level at ________ theory is put into practice and at

_____ choices are made about the particular skills

to be taught, the content to be taught, and the order

in ______ the content will be presented; technique

is the level at _____ classroom procedures are

described.

(RICHARDS, J; ROGERS, T; SWAN, M. (1999) Approaches and

Methods in Language Teaching. Cambridge: CUP. 15th edition)

In accordance with the descriptions of approach, method and technique, the alternative that presents two techniques is:

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