Leia o texto abaixo e assinale a alternativa que denota a função de linguagem predominante e a secundária:
“Lutar com as palavras é a luta mais vã.
Entanto lutamos mal rompe a manhã”.
(Carlos Drummond de Andrade)
Na tirinha abaixo, há dois exemplos de figura de linguagem, identifique-os e assinale a alternativa CORRETA:

O complemento de um verbo poderá, por vezes, ser outra oração com função objetiva. Podemos afirmar que o complemento verbal é oracional do seguinte verbo retirado do texto:
Identifique as duas orações que compõem o trecho abaixo e assinale a alternativa que apresenta o sentido correto da primeira em relação à segunda: “Quando chamaram guerra global ao terrorismo, estavam a falar sério.” (linhas 9 e 10)
Considere as passagens
- “Deixando um sol implacável do lado de fora, entramos em ambientes escuros (...)” (linhas 3 e 4)
- “Sentindo a culpa em minhas costas, impotente que era para todo aquele estado de coisas (...)” (linhas 15 a 17)
No contexto em que ocorrem, os trechos em destaque significam, correta e respectivamente:
A crase utilizada no trecho “Atordoado e consciente de toda aquela loucura, obedeci imediatamente à ordem.” (linhas 32 a 34) é justificada pela mesma regra gramatical que a crase presente em:
“No meio daquele barulho o diretor que nos acompanhava falou alto nos meus ouvidos (...)” (linhas 28 e 29). Assinale a alternativa em que o termo retirado do texto exerce a mesma função sintática que a partícula “que” sublinhada no trecho acima:
Assinale a alternativa INCORRETA referente a norma culta:
A respeito da estrutura morfossintática de períodos do texto, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir e responda à questão.
15 de novembro
Deodoro todo nos trinques
Bate na porta de Dão Pedro Segundo.
“- Seu imperadô, dê o fora
que nós queremos tomar conta desta bugiganga.
Mande vir os músicos.”
O imperador bocejando responde:
“Pois não meus filhos não se vexem
me deixem calçar as chinelas
podem entrar à vontade:
só peço que não me bulam nas obras completas de Victor Hugo”.
Disponível em http://culturafm.cmais.com.br/radiometropolis/lavra/murilo-mendes-quinze-de-novembro. Acesso em 10/03/2019.
O poema ironiza a Proclamação da República, evidenciando o (a)
Leia o texto a seguir e responda à questão.
E estando Afonso Lopez, nosso piloto, em um daqueles navios pequenos, foi, por mandado do Capitão, por ser homem vivo e destro para isso, meter-se logo no esquife a sondar o porto dentro. E tomou dois daqueles homens da terra que estavam numa almadia: mancebos e de bons corpos. Um deles trazia um arco, e seis ou sete setas. E na praia andavam muitos com seus arcos e setas; mas não os aproveitou. Logo, já de noite, levou-os à Capitaina, onde foram recebidos com muito prazer e festa. A feição deles é serem pardos, um tanto avermelhados, de bons rostos e bons narizes, bem feitos. Andam nus, sem cobertura alguma. Nem fazem mais caso de encobrir ou deixa de encobrir suas vergonhas do que de mostrar a cara. Acerca disso são de grande inocência. (...) O Capitão, quando eles vieram, estava sentado em uma cadeira, aos pés uma alcatifa por estrado; e bem vestido, com um colar de ouro, mui grande, ao pescoço. E Sancho de Tovar, e Simão de Miranda, e Nicolau Coelho, e Aires Corrêa, e nós outros que aqui na nau com ele íamos, sentados no chão, nessa alcatifa. Acenderam-se tochas. E eles entraram. Mas nem sinal de cortesia fizeram, nem de falar ao Capitão; nem a alguém.
A Carta de Pero Vaz de Caminha. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000283.pdf Acesso em 10/03/2019. (Fragmento com adaptações)