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Texto CB2A1-I
 
    Assim como cidadania e cultura formam um par integrado de significações, cultura e territorialidade são, de certo modo, sinônimos. A cultura, forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo, é herança, mas também um reaprendizado das relações profundas entre o ser humano e o seu meio, um resultado obtido por intermédio do próprio processo de viver. Incluindo o processo produtivo e as práticas sociais, a cultura é o que nos dá a consciência de pertencer a um grupo, do qual é o cimento. É por isso que as migrações agridem o indivíduo, roubando-lhe parte do ser, obrigando-o a uma nova e dura adaptação em seu novo lugar. Desterritorialização é frequentemente outra palavra para significar alienação, estranhamento, que são, também, desculturização.
 
    Esse processo é, também, o que comanda as migrações, que são, por si sós, processos de desterritorialização e, paralelamente, processos de desculturização. O novo ambiente opera como uma espécie de denotador. Sua relação com o novo morador se manifesta dialeticamente como territorialidade nova e cultura nova, que interferem reciprocamente, mudando paralelamente territorialidade e cultura, e mudando o ser humano.
 
Milton Santos. O espaço do Cidadão. 7.ª ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2020, p. 81-83 (com adaptações)

Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB2A1-I, julgue o seguinte item.

Os sentidos do segundo período do primeiro parágrafo seriam alterados, embora sua correção gramatical fosse mantida, caso o segmento “forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo” fosse deslocado para o início do período, reescrevendo-se o trecho “A cultura, forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo, é herança” da seguinte maneira: Forma de comunicação do indivíduo e do grupo com o universo, a cultura é herança. 

Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido acentuada seguindo regra distinta da das demais.

Assinale a alternativa em que a única colocação pronominal permitida é a anteposição ao verbo.

             O profissional de contabilidade tem à posição ideal para assistência à identificação antecipada de ilícitos pelo seu acesso à informação (Taylor & Thomas, 2012), lidando com decisões que podem resultar em julgamentos éticos e morais. Contudo, podem vivenciar o dilema de lealdade, que ocorre à uma pessoa que queira denunciar um malfeito referente à entidade na qual atua (Elliston, 1982), tendo historicamente, dentre seus deveres profissionais, o sigilo sobre o que souber no exercício profissional (Resolução CFC nº 80/1996). Argumentamos que é diante desse dilema, entre à cultura do sigilo e do potencial de denúncia, que as Lis (lógicas institucionais) socialmente construídas exercem poder, influenciando a reflexão do contador quanto à intenção de denúncia, em contraponto aos estudos atualmente desenvolvidos no país.
                                                                                                                (AYRES, Rosângela Mesquita. SAUERBRONN, Fernanda Filgueira. FONSECA, Ana Carolina Pimentel Duarte da. Artigo Original. Rev. contab.
                                                                                                                                                               finanç. 33 (89). May-Aug 2022. Disponível em: https://doi.org/10.1590/1808-057x202112830. Fragmento adaptado.)

O uso do sinal indicativo de crase refere-se, dentre outras possíveis situações, à relação estabelecida entre o termo regente e o termo regido. Dentre os fragmentos destacados a seguir, identifique aquele que exemplifica a relação exposta anteriormente em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

Ao incluir diversas populações nos estudos genômicos, pesquisadores podem identificar variantes genômicas ... (linha 45)

Assinale a alternativa em que a passagem do segmento acima para a voz passiva tenha ocorrido em respeito à norma culta.

Como o país só abriu para pesquisas internacionais há alguns anos ... (linha 16)

Assinale a alternativa em que, alterando-se a estrutura acima, independentemente da alteração de sentido, tenha-se mantido a norma culta.

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, o emprego adequado da vírgula está plenamente atendido em:

Texto CB1A1-I
 
   A pandemia transformou a rotina de diversas pessoas ao redor do mundo, principalmente em relação à sustentabilidade.
   Dentro de casa, aumentou a percepção quanto à importância de modelos de consumo mais conscientes e responsáveis, como a escolha de produtos mais duráveis e menos geradores de resíduos. No entanto, a transformação mais significativa, que deveria vir das empresas, ainda é relativamente tímida.
   De acordo com Mariana Schuchovski, professora de Sustentabilidade do ISAE Escola de Negócios, a disseminação do vírus é resultado do atual modelo de desenvolvimento, que fomenta o uso irracional de recursos naturais e a destruição de hábitats, como florestas e outras áreas, o que faz que animais, forçados a mudar seus hábitos de vida, contraiam e transmitam doenças que não existiriam em situações normais. “Situações de desequilíbrio ambiental, causadas principalmente por desmatamento e mudanças de clima, aumentam ainda mais a probabilidade de que zoonoses, ou seja, doenças de origem animal, nos atinjam e alcancem o patamar de epidemias e pandemias”, explica a professora.
   A especialista aponta que todos nós, indivíduos, sociedade e empresas, precisamos entender os impactos desta pandemia no meio ambiente e na sustentabilidade bem como refletir sobre eles e, principalmente, sobre a sua relação inversa: o impacto da (in)sustentabilidade dos nossos modelos de produção e consumo como causador desta pandemia. “Toda escolha que fazemos pode ser para apoiar ou não a sustentabilidade”, diz Mariana. Por outro lado, para que possamos fazer melhores escolhas e praticar o verdadeiro consumo consciente, é necessário que, em primeiro lugar, as empresas realizem a produção consciente, assumindo sua verdadeira responsabilidade pelos impactos que causam. 
 
Internet: <www.ecodebate.com.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue.

O pronome “que”, em “que causam” (último período do texto), exerce a função de sujeito da oração em que ocorre e retoma o termo “as empresas”.

Quanto à ortoépia da vogal tônica em seca (linha 28) e secas (linha 34), é correto afirmar que

Observe as seguintes duplas de homônimos e parônimos:

I. Comprimento: medida / Cumprimento: saudação.
II. Emergir: mergulhar / Imergir: vir à tona.
III. Acender: atear fogo / Ascender: subir.

Pode-se afirmar que: 

Leia o fragmento abaixo:

Eu quero fazer coisas que me engrandeçam para além do acúmulo de patrimônio ou da mera remuneração.

Mario Sergio Cortella. “Por que fazemos o que fazemos?”.

São Paulo, 2016, p.94.

O sujeito da oração é classificado como: 

Qual vício de linguagem se observa na frase Me dá uma mão?

Um cliente de um restaurante estuda o cardápio e pede explicações sobre a “sopa de ninhos de andorinha”; o garçom explica que se trata de andorinhas marinhas e que a sopa é feita com as algas que a ave recolhe no mar e  deposita no ninho. O cliente comenta:

– Ainda bem!

O comentário do cliente indica que ele estava preocupado com:

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