Respeitam-se plenamente as normas de concordância verbal na frase:
Transpondo-se para a voz ativa a frase Ataca-se o mestre, descobre-se que ele o não é, as formas verbais deverão ficar
Ao se compor esse “retrato de um amigo”, estabeleceu-se, basicamente,
O segmento Mesmo sua tristeza nos parecia meio juvenil, que introduz o último período do texto, pode ser substituído, sem prejuízo para a coesão e o sentido desse período, por:
Eu o conheci menino, trepando às árvores, armando alçapão para canários-da-terra, bodoqueando as rolinhas, rolando pneu velho pelas ruas, pegando traseira de bonde, chamando o professor Asdrúbal de Jaburu.
No trecho, o pronome “o” refere-se a
sua momice de inocência era de tal arte que até mesmo seu Demóstenes não conseguia conter o riso (7o parágrafo)
No contexto em que se insere, o termo sublinhado introduz uma oração
Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas I, II e III do texto devem ser preenchidas, correta e respectivamente, por:
Em só o vi valente no comer angu (3o parágrafo), o termo sublinhado exerce a mesma função sintática daquele sublinhado em:
Na construção da fábula, Esopo recorre fundamentalmente à seguinte figura de linguagem:
Quilombos estão para periferias assim como alagados estão para palafitas.
No quarto parágrafo, “Cida Bento” e “Mário Theodoro” desempenham função sintática idêntica, a de aposto.
Um dos sentidos de “plausível” (linha 7) é “aquilo que merece aplauso”.
Em “É secular – desenvolvida como política de Estado ainda no Império” (linha 17), a palavra “secular” não assume o significado de “laico”, “mundano”, como poderia se atribuir a essa palavra em outro contexto.