Na construção “A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia”, a conjunção em destaque estabelece, entre as orações,
As proposições a seguir apresentam afirmativas acerca do TEXTO 01
I. O autor do TEXTO 01 não estabelece relação entre a necessidade de fortalecimento da
Educação Profissional e Tecnológica e a soberania nacional.
II. Segundo o TEXTO 01, além de atender a necessidades do mercado de trabalho na
qualificação da mão de obra, a Educação Profissional e Tecnológica também visa à inclusão
social.
III. Há referência, no TEXTO 01, à importância de Políticas Públicas nas quais os Institutos
Federais estejam inseridos, tanto como resultado quanto como propulsor.
IV. Dentro do processo de inclusão citado no TEXTO 01, está o fato de a expansão dos
Institutos Federais não contemplar cidades antes abandonadas pelo poder público.
V. Há uma visão claramente positiva, no TEXTO 01, em relação ao desenvolvimento da
Educação Profissional e Tecnológica no Brasil da atualidade.
Estão CORRETAS apenas
As proposições a seguir apresentam afirmativas acerca do TEXTO 01
I. O autor do TEXTO 01 não estabelece relação entre a necessidade de fortalecimento da
Educação Profissional e Tecnológica e a soberania nacional.
II. Segundo o TEXTO 01, além de atender a necessidades do mercado de trabalho na
qualificação da mão de obra, a Educação Profissional e Tecnológica também visa à inclusão
social.
III. Há referência, no TEXTO 01, à importância de Políticas Públicas nas quais os Institutos
Federais estejam inseridos, tanto como resultado quanto como propulsor.
IV. Dentro do processo de inclusão citado no TEXTO 01, está o fato de a expansão dos
Institutos Federais não contemplar cidades antes abandonadas pelo poder público.
V. Há uma visão claramente positiva, no TEXTO 01, em relação ao desenvolvimento da
Educação Profissional e Tecnológica no Brasil da atualidade.
Estão CORRETAS apenas
Na construção “A polícia mata muitos, e mais ainda mata a economia”, a conjunção em destaque estabelece, entre as orações,
Texto – A eficácia das palavras certas
Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um
boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava:
"Por favor, ajude-me. Sou cego". Um publicitário da área de
criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas
moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz
escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés
do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego
que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e
moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e
perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz,
sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o
conceito original, mas com outras palavras". E, sorrindo,
continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava
escrito, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e
eu não posso vê-la". (Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre
e Maria Bernadete M. Abaurre)
A frase abaixo em que a substituição de uma oração reduzida por uma desenvolvida equivalente é inadequada é:
Texto – A eficácia das palavras certas
Havia um cego sentado numa calçada em Paris. A seus pés, um
boné e um cartaz em madeira escrito com giz branco gritava:
"Por favor, ajude-me. Sou cego". Um publicitário da área de
criação, que passava em frente a ele, parou e viu umas poucas
moedas no boné. Sem pedir licença, pegou o cartaz e com o giz
escreveu outro conceito. Colocou o pedaço de madeira aos pés
do cego e foi embora.
Ao cair da tarde, o publicitário voltou a passar em frente ao cego
que pedia esmola. Seu boné, agora, estava cheio de notas e
moedas. O cego reconheceu as pegadas do publicitário e
perguntou se havia sido ele quem reescrevera o cartaz,
sobretudo querendo saber o que ele havia escrito.
O publicitário respondeu: "Nada que não esteja de acordo com o
conceito original, mas com outras palavras". E, sorrindo,
continuou o seu caminho. O cego nunca soube o que estava
escrito, mas seu novo cartaz dizia: "Hoje é primavera em Paris e
eu não posso vê-la". (Produção de Texto, Maria Luíza M. Abaurre
e Maria Bernadete M. Abaurre)
A frase abaixo em que o emprego do demonstrativo sublinhado está inadequado é:
Em alguns contextos, os pronomes seu(s), sua(s) podem gerar ambiguidade. Assinale a alternativa em que isso NÃO acontece:
José
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?
[...]
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
[...]
(ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São
Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 28-29)
Todos os verbos utilizados no fragmento em questão podem ser reunidos em três grupos, conforme os tempos verbais empregados. Assinale a alternativa que indica, respectivamente, os tempos verbais empregados em cada um desses grupos.
Considere as frases a seguir, extraídas do texto.
I - Talvez por isso não tenha conseguido que cultivássemos nosso gosto pelo repertório clássico. (l. 07-08)
II - Dali a algumas horas, as caixas seriam devolvidas ao seu verdadeiro dono, o Rei Roberto, que praticamente morava ali dentro. (l. 09-11)
III - Passei a gostar do som que me acordava aos domingos e um tanto mais de meu pai. (l. 20-21)
IV - Um clássico é colocado na vitrola e ele vai às lágrimas. (l. 29-30)
Quais contêm oração na voz passiva?
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmações a seguir.
( ) A frase Os novos hóspedes pouco se interessavam pela propriedade do Brasil (l. 18-19) poderia ser reescrita como Os novos hóspedes se interessavam um pouco pela propriedade do Brasil, sem qualquer alteração de sentido.
( ) A frase Outra providência, igualmente insustentável no longo prazo, foi criar um banco estatal para emitir a moeda (l. 30-31) poderia ser reescrita como Igualmente insustentável no longo prazo, outra providência foi criar um banco estatal para emitir a moeda, sem qualquer alteração de sentido literal.
( ) A frase A breve e triste história (...) a partir de 1808 (l. 32-37) poderia ser escrita sem as vírgulas das linhas 32 e 34, sem qualquer alteração de sentido.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Em cada uma das opções a seguir é apresentada uma proposta de reescrita para o quarto parágrafo do texto III, a seguir transcrito.
“É importante ressaltar que o grafite, inicialmente, foi uma arte caracterizada pela autoria anônima, por meio da qual o grafiteiro transformava a cidade em um importante suporte de comunicação artística sem delimitação de espaço, de mensagem ou de mensageiro."
Assinale a opção em que a proposta apresentada preserva o sentido original e a correção gramatical do texto.
Caso de recenseamento
Carlos Drummond de Andrade
O agente do recenseamento vai bater numa casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias.
— Não quero comprar nada.
— Eu não vim vender, minha senhora. Estou fazendo o censo da população e lhe peço o favor de me ajudar.
— Ah moço, não estou em condições de ajudar ninguém. Tomara eu que Deus me ajude. Com licença, sim?
E fecha-lhe a porta.
Ele bate de novo.
— O senhor, outra vez?! Não lhe disse que não adianta me pedir auxílio?
— A senhora não me entendeu bem, desculpe. Desejo que me auxilie, mas é a encher este papel. Não vai pagar nada, não vou lhe tomar nada. Basta respondera umas perguntinhas.
— Não vou respondera perguntinha nenhuma, estou muito ocupada, até logo!
A porta é fechada de novo, de novo o agente obstinado tenta restabelecer o diálogo.
— Sabe de uma coisa? Dê o fora depressa antes que eu chame meu marido!
— Chame sim, minha senhora, eu me explico com ele.
(Só Deus sabe o que irá acontecer. Mas o rapaz tem uma ideia na cabeça: é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário, é preciso preencher o questionário).
— Que é que há? — resmunga o marido, sonolento, descalço e sem camisa, puxado pela mulher.
— E esse camelô aí que não quer deixar a gente sossegada!
— Não sou camelô, meu amigo, sou agente do censo.
— Agente coisa nenhuma, eles inventam uma besteira qualquer, depois empurram a mercadoria! A gente não pode comprar mais nada este mês, Ediraldo! '
O marido faz-lhe um gesto para calar-se, enquanto ele estuda o rapaz, suas intenções. O agente explica-lhe tudo com calma, convertce-q de que não é nem camelô nem policial nem cobrador de impostos nem enviado de Tenório Cavalcanti. A ideia , de recenseamento, pouco a pouco, vai se instalando naquela casa, penetrando naquele espírito. Não custa atender ao rapaz, que é bonzinho e respeitoso.
E como não há despesa nem ameaça de despesa ou incômodo de qualquer ordem, começa a informar, obscuramente orgulhoso de ser objeto, pela primeira vez na vida, da curiosidade do governo. — O senhor tem filhos, seu Ediraldo?
— Tenho três, sim senhor.
— Pode me dizer a graça deles, por obséquio? Com a idade de cada um?
— Pois não. Tenho o Jorge Independente, de 14 anos; o Miguel Urubatã, de 10; e a Pipoca, de 4.
— Muito bem, me deixe tomar nota. Jorge... Urubatã... E a Pipoca, como é mesmo o nome dela?
— Nós chamamos ela de Pipoca porque é doida por pipoca.
— Se pudesse me dizer como é que ela foi registrada...
— Isso eu não sei, não me lembro.
E, voltando-se para a cozinha:
— Mulher, sabes o nome da Pipoca?
A mulher aparece confusa.
— Assim de cabeça eu não guardei. Procura o papel na gaveta.
Reviram a gaveta, não acham a certidão de registro civil.
— Só perguntando à madrinha dela, que foi quem inventou o nome. Pra nós ela é Pipoca, tá bom?
— Pois então fica se chamando Pipoca, decide o agente. Muito obrigado, seu Ediraldo, muito obrigado, minha senhora, disponham!
Na frase: “O agente do recenseamento vai bater numa casa de subúrbio longínquo, aonde nunca chegam as notícias", o termo “aonde" está empregado de maneira correta. Assinale a alternativa na qual os termos “onde” e “aonde" estejam empregados INCORRETAMENTE.