Muitos têm dificuldades com interpretação de textos, para melhor interpretar textos devemos desenvolver gosto pela leitura, aumentar nosso vocabulário, entre outros. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta outras regras complementares para boa interpretação textual.
O homem se manifesta ou manifesta algo ao seu semelhante através da linguagem. Linguagem é, todo sistema organizado de sinais que serve como meio de comunicação entre os indivíduos. Aponte abaixo a resposta CORRETA que apresenta a conceituação dos dois tipos que se agrupam as diversas linguagens.
Em Língua Portuguesa, uma das regras que provocam mais dúvidas é em relação ao uso dos pronomes. Dessa forma, podemos afirmar que está correta a frase: Para eu fazer. Para eu estudar. Para eu escrever. Etc. E não: Para mim fazer. Para mim estudar. Para mim escrever. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta a justificativa correta do uso dessa regra no uso dos pronomes.
Em relação ao conceito de polifonia, podemos
afirmar em consonância com um de seus principais
autores que ela denomina a pluralidade de vozes em
equilíbrio presente na obra de alguns autores,
notadamente Dostoiévski, romancista russo que viveu
no século XIX. Trata-se de uma metáfora cunhada da
teoria musical. Em música, polifonia se opõe à
organização homofônica (vozes semelhantes que
designam músicas em uníssono) das vozes melódicas.
Indique abaixo o nome do autor que concebeu a
definição de polifonia acima.
O conceito de interação ou o ato de dialogar foi criado pelo linguista russo Bakhtin, que o descreve como um mecanismo de interação textual muito comum na polifonia, processo no qual um texto apresenta a existência de outros textos em seu interior. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta o nome do conceito mencionado acima.
Em vigor desde janeiro de 2016, o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, tem como objetivo unificar as regras da Língua Portuguesa escrita, em todos os países que adotam essa língua. Uma de suas principais mudanças foi o desaparecimento do acento diferencial, exceto para os verbos poder (diferença entre passado e presente) tal como no exemplo: Ele não pôde ir ontem, mas pode ir hoje. O verbo pôr (diferença com a preposição por) Exemplo: Vamos por um caminho novo, então vamos pôr casacos. E ter e vir. Indique abaixo a resposta CORRETA que apresenta exemplos corretos da aplicação dessa regra.
Em relação à transcrição da citação feita no 1º§ do
texto, leia as afirmativas a seguir.
I. O vocábulo “mas” exerce função de termo que
estabelece oposição à asserção da oração que o
antecede.
II. “Entretanto isso não é um gasto, mas um
investimento.” é um exemplo de possível reescrita
para o 2º período sem que haja prejuízo semântico.
III. Há um valor contrastivo manifesto pelo enunciador
através de unidades de significado diferentes,
apreendida a partir do contexto apresentado.
IV. A expressão feita é uma constatação isenta de
subjetividade assegurando, deste modo, total
imparcialidade em relação a um assunto de
característica legal.
Estão corretas apenas as afirmativas
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso
indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já
seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,
e com isso somos invadidos no Facebook com
imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de
cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,
brownie e feijoada. Se depender do que vejo com
meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"
está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam
a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos
em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de
preconceito para com os colegas.
"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."
Hábito que pode ser compreensível, contudo.
Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma
física, registrando seus progressos semanais. Ou
apenas entregue, no início da adolescência, à
descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o
caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre
Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou
Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante
que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais
complicado se pensarmos no caso das fotos de
comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma
espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de
fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante
- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na
viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar
fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo
não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação
não surge do sujeito, surge do objeto. O que me
incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que
fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como
respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e
nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro
rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir
entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem
clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse
mecanismo, que é como o ponteiro único de um
relógio que tem seu mostrador na circunferência do
horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,
há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto
de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no
visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo
uma careta idiota: dou de costas para o monumento,
mas estou na verdade dando as costas para a vida.
[...]
T a lv e z as c o is a s não se ja m tão
desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,
depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe
climática que destruam o mundo civilizado, um
pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata
frita.
"Como as pessoas eram felizes naquela
época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!
Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:
http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-
selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
Um dos processos utilizados para se evitar a repetição de palavras é o emprego de outras que tenham o mesmo significado. Assinale a opção em que os termos se correspondem no texto.
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso
indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já
seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,
e com isso somos invadidos no Facebook com
imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de
cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,
brownie e feijoada. Se depender do que vejo com
meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"
está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam
a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos
em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de
preconceito para com os colegas.
"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."
Hábito que pode ser compreensível, contudo.
Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma
física, registrando seus progressos semanais. Ou
apenas entregue, no início da adolescência, à
descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o
caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre
Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou
Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante
que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais
complicado se pensarmos no caso das fotos de
comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma
espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de
fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante
- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na
viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar
fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo
não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação
não surge do sujeito, surge do objeto. O que me
incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que
fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como
respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e
nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro
rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir
entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem
clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse
mecanismo, que é como o ponteiro único de um
relógio que tem seu mostrador na circunferência do
horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,
há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto
de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no
visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo
uma careta idiota: dou de costas para o monumento,
mas estou na verdade dando as costas para a vida.
[...]
T a lv e z as c o is a s não se ja m tão
desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,
depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe
climática que destruam o mundo civilizado, um
pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata
frita.
"Como as pessoas eram felizes naquela
época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!
Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:
http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-
selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
No trecho: “Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante - não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.”, as vírgulas foram empregadas, respectivamente, para separar:
Assinale a opção em que o acento grave, indicador de crase, foi corretamente empregado, como o foi em: "Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo".
Assinale a alternativa em que O PORQUÊ foi empregado erroneamente:
A oração sublinhada, no período abaixo,
classifica-se como:
“Quando o escritor e advogado paulistano Luiz
Lopes Coelho (1911-1975) morreu, a
tradicional Faculdade de Direito do Largo São
Francisco, em São Paulo, onde ele se formara,
prestou-lhe uma simpática homenagem [...]”
No segundo parágrafo do texto CG1A1AAA, o pronome “lhe"
(R.18) faz referência a
No último período do texto CG1A1AAA, o vocábulo “portanto"
(L.29) introduz uma ideia de
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto
CG1A1AAA, a forma verbal “permanece" (L.10) poderia ser
corretamente substituída por