Analise as assertivas abaixo sobre as ocorrências da palavra QUE nos seguintes períodos do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
“Das 32 sementes, seis brotaram com sucesso em intervalos que variaram entre semanas e meses.
Depois, técnicas científicas confirmaram que elas...”
( ) Em cada uma das ocorrências, a palavra que tem uma classe gramatical diferente.
( ) Nas duas ocorrências, a palavra que tem a mesma classe gramatical, mas função sintática diferente.
( ) Na segunda ocorrência, a palavra que é um pronome relativo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Analise os vocábulos, retirados do texto, abaixo e os fenômenos linguísticos que lhes são atribuídos:
I. Cadeia – ditongo e hiato.
II. Daí/destruindo – hiato.
III. Corais/oceanos – ditongo decrescente e ditongo crescente, respectivamente.
IV. Continuidade – dígrafo nasal e hiato.
Quais estão corretos?
Observe o período abaixo.
“João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número”.
Pode-se afirmar que:
I – há um período simples.
II – há um período composto por coordenação.
III – “Gostoso” é um aposto enumerativo.
IV – há, na segunda oração, adjunto adverbial de lugar.
V – “de feira livre” tem a função de adjunto adnominal.
Estão corretos apenas os itens:
Em “João morreu no doce contato das águas plácidas da Lagoa.”, ocorre a seguinte figura de linguagem:
É comum que os autores de letras, para que as sílabas poéticas destas se conformem à melodia, alterem determinadas passagens e subvertam as prescrições da gramática normativa. É o que ocorre em “A quem a história não esqueceu” (1) e em “(...)/ Que através da nossa história/ Não esquecemos jamais” (2) - ambas do TEXTO I -, em que o verbo esquecer foi usado de duas maneiras diferentes. Sobre esses fragmentos, é correto afirmar que:
Reescrevendo em prosa e pontuando adequadamente a passagem “Glória a todas as lutas inglórias/ Que através da nossa história/ Não esquecemos jamais” (TEXTO I), considerando o contexto, teríamos:
Em “Passo no mundo, meu Amor, a ler/ No misterioso livro do teu ser/ A mesma história tantas vezes lida! ”, a sequência em destaque tem o funcionamento sintático de:
Na passagem “A meu ver, elas são obrigadas a ser obedientes porque esse é o seu destino, e nisso não há decididamente nada de humilhante para elas”, os termos em destaque recuperam, por coesão:
Se na passagem “É só na minha ideia central em que acredito”, o verbo acreditar fosse substituído pelo verbo referir-se, teríamos, dentro dos padrões da gramática normativa:
A concordância verbal está de acordo com a gramática normativa em:
“Muitas vezes não há palavras nas línguas locais para exprimir esses conceitos.” Em relação ao verbo destacado é correto afirmar que:
“Num congresso que celebra o valor da palavra, o tema da minha intervenção é o modo como critérios hoje dominantes desvalorizam palavra e pensamento em nome do lucro fácil imediato.” A concordância está correta em:
“Os autores africanos que não escrevem em inglês (e em especial os que escrevem em língua portuguesa) moram na periferia da periferia, lá onde a palavra tem de lutar para não ser silêncio.” Os parênteses foram usados para:
“Talvez se esperasse que, vindo de África, eu usasse desta tribuna para lamentar, acusar os outros e isentar de culpas aqueles que me são próximos.” A oração reduzida destacada estabelece uma relação com a anterior de:
Em uma turma de 5º ano, ao ler o poema, surgiu a seguinte dúvida: por que as palavras ÓCULOS e SÓ têm acento? Um estudante respondeu que essas duas palavras são acentuadas porque o som da letra O - /Ó/ é o mesmo. A justificativa do estudante está: