Ir para o conteúdo principal

Questões de Concurso – Aprova Concursos

Milhares de questões com o conteúdo atualizado para você praticar e chegar ao dia da prova preparado!


Exibir questões com:
Não exibir questões:
Minhas questões:
Filtros aplicados:

Dica: Caso encontre poucas questões de uma prova específica, filtre pela banca organizadora do concurso que você deseja prestar.

Exibindo questões de 8761 encontradas. Imprimir página Salvar em Meus Filtros
Folha de respostas:

  • 1
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 2
    • Certo
    • Errado
  • 3
    • Certo
    • Errado
  • 4
    • Certo
    • Errado
  • 5
    • Certo
    • Errado
  • 6
    • Certo
    • Errado
  • 7
    • Certo
    • Errado
  • 8
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 9
    • Certo
    • Errado
  • 10
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 11
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e
  • 12
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 13
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 14
    • a
    • b
    • c
    • d
  • 15
    • a
    • b
    • c
    • d
    • e

Releia o trecho a seguir.

“Os tsinames obtêm 72%de sua energia dos carboidratos. E o fato de eles terem os melhores indicadores de saúde cardiovascular já registrados vai de encontro à suposição de que os carboidratos não são saudáveis." A expressão destacada indica que:


No que diz respeito ao texto, julgue os itens a seguir:

Nesse texto, cuja tipologia é dissertativa, defende-se a ideia de um processo reeducativo das sociedades humanas para a reversão dos impactos negativos das mudanças climáticas como forma de preservação da saúde das populações e do planeta.

Tendo o texto acima e assuntos correlatos como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Além de Roraima, outros estados brasileiros limítrofes com a Venezuela, como o Amazonas e o Amapá, têm sofrido o impacto da entrada massiva de venezuelanos, que não precisam de visto ou passaporte para cruzar a fronteira.

Acerca do processo eleitoral francês, julgue os próximos itens

Emmanuel Macron, um dos novos líderes políticos franceses, representa o eleitorado de extrema direita assustado com a intensificação dos atentados terroristas e com o aumento da imigração.

Acerca do processo eleitoral francês, julgue os próximos itens

Denúncias de que hackers russos teriam interferido nos resultados das eleições, prejudicando candidatos da extrema direita, o que foi negado pela Rússia, agitaram a campanha francesa para o segundo turno.

Tendo o texto acima e assuntos correlatos como referência inicial, julgue o item a seguir

A intensificação das migrações da Venezuela para o território brasileiro tem estreita relação com a crise econômica que atinge aquele país, detentor de uma das maiores reservas de petróleo do mundo.

Acerca do processo eleitoral francês, julgue o próximo item

O primeiro turno das eleições mostrou um país dividido, em que vários candidatos disputaram, voto a voto, até o último momento, o direito de estar no segundo turno.

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Tomando o texto como referência inicial, julgue o item a seguir.

Não há casos de países pobres que tenham obtido êxito em impedir a ocorrência de novos casos de infecção por malária em seus territórios.

Leia o texto a seguir e responda às

questões de 1 a 10:

A ética coletiva e o jeitinho brasileiro

Ricardo Semler, homem de negócios bem

sucedido, em seu best-seller 'Virando a Própria

Mesa', alega que "é impossível ser industrial

neste país sem ser corrupto", tantos e tamanhos

são os esquemas que envolvem essa atividade

que não resta alternativa senão fazer parte deles

ou perecer.

De certa forma, embora a exorbitante

carga tributária a que estão submetidas as

empresas brasileiras não deixe dúvidas do

quanto a afirmativa se aproxima da realidade, é

fato também que todo o restante da sociedade se

utiliza dessa mesma lógica para justificar suas

ações despidas de qualquer sentido de ética. E

isso se generalizou de tal forma que não

podemos mais falar sequer de ações pontuais,

mas de uma cultura que se instalou e passou a

fazer parte do cotidiano das pessoas que sequer

conseguem fazer a distinção entre certo e errado,

entre ético e não ético no convívio social.

A corrupção é mera consequência desse

padrão moral no qual somos iniciados desde a

mais tenra idade. A desonestidade, o engano e a

falta de caráter é algo intrínseco e altamente

difundido na maioria das atividades que se

desenvolvem neste país. Daí porque me

posiciono como um ferrenho combatente do tal

"jeitinho brasileiro".

Se fizermos uma pesquisa nas ruas, será

bem provável que muitos digam ser da mesma

opinião, mas na prática do dia-a-dia as mesmas

pessoas que fazem tal afirmativa cometem atos

que vão desde conseguir um lugar na frente de

uma fila ou calar-se ao receber um benefício

indevido da previdência, até se manter na folha

de pagamento de empresa pública na qual nunca

desenvolveu qualquer atividade. E todos se

acham plenamente justificados na crença de que

"estou pegando de volta um pouco do muito que

o governo me tira!". Não resta dúvida de que

esse tipo de pensamento aplaca muitas

consciências a partir do momento em que

reconhecemos que o governo fica longe de

cumprir a sua parte.

Só que isso não se pode constituir em

fator decisivo para a perda generalizada de

referenciais e de renúncia absoluta ao sentido de

valores pelas pessoas. Vou mais longe quando

se trata de avaliar essa prática quando utilizada

com conotação de malandragem.

Se ainda existe a vontade de enganar, a

real intenção de ser malandro, ainda há

esperança de que o processo seja revertido, pois

a pessoa sabe que está cometendo um ilícito,

tem o conhecimento de que está utilizando um

recurso desleal ou desonesto. O mais grave – e

é o que já está amplamente difundido na cultura

deste país – é quando os indivíduos perdem a

noção de que tais atitudes se constituem em

ações desonestas.

Eu tenho muito mais medo dos indivíduos

aéticos do que dos antiéticos, porque estes

últimos têm consciência plena de que estão

cometendo um ato ilícito, e isso faz o divisor de

águas. Quando se perde a noção entre o lícito e

o ilícito, como acontece no Brasil, e a população

acha muito comum cometer o pequeno "delito

nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior

indicador de que a moral pública sofreu uma

derrocada significativa, e não se sabe mais se

isso poderá ser revertido um dia.

O contexto está degenerado de tal forma,

com seu esquema de valores tão deturpado, que

tudo passa a ser válido, desde que o final seja

considerado "uma boa causa".

Li certa vez um artigo que classifica

a corrupção em vários níveis e mostra que ela já

começa dentro de casa, quando se usa até a

carteira de estudante de um irmão para pagar

"meia" no cinema. E o comportamento tolerante,

a complacência usual das pessoas com a

corrupção do cotidiano é que se configura

inaceitável.

O país do "jeitinho" é a mais verdadeira

das nossas realidades! Afinal, o negócio é levar

vantagem em tudo, certo? Enquanto não nos

cobrarmos, cada um de si mesmo, – até que isto

se torne uma prática comum – uma postura ética

de tolerância zero, nada vai mudar.

Fonte: BOLDSTEIN, Luiz Roberto. Disponível em:www.diferencialbr.com.br>.

A temática principal do texto é:

Leia o texto a seguir e responda às

questões de 1 a 10:

A ética coletiva e o jeitinho brasileiro

Ricardo Semler, homem de negócios bem

sucedido, em seu best-seller 'Virando a Própria

Mesa', alega que "é impossível ser industrial

neste país sem ser corrupto", tantos e tamanhos

são os esquemas que envolvem essa atividade

que não resta alternativa senão fazer parte deles

ou perecer.

De certa forma, embora a exorbitante

carga tributária a que estão submetidas as

empresas brasileiras não deixe dúvidas do

quanto a afirmativa se aproxima da realidade, é

fato também que todo o restante da sociedade se

utiliza dessa mesma lógica para justificar suas

ações despidas de qualquer sentido de ética. E

isso se generalizou de tal forma que não

podemos mais falar sequer de ações pontuais,

mas de uma cultura que se instalou e passou a

fazer parte do cotidiano das pessoas que sequer

conseguem fazer a distinção entre certo e errado,

entre ético e não ético no convívio social.

A corrupção é mera consequência desse

padrão moral no qual somos iniciados desde a

mais tenra idade. A desonestidade, o engano e a

falta de caráter é algo intrínseco e altamente

difundido na maioria das atividades que se

desenvolvem neste país. Daí porque me

posiciono como um ferrenho combatente do tal

"jeitinho brasileiro".

Se fizermos uma pesquisa nas ruas, será

bem provável que muitos digam ser da mesma

opinião, mas na prática do dia-a-dia as mesmas

pessoas que fazem tal afirmativa cometem atos

que vão desde conseguir um lugar na frente de

uma fila ou calar-se ao receber um benefício

indevido da previdência, até se manter na folha

de pagamento de empresa pública na qual nunca

desenvolveu qualquer atividade. E todos se

acham plenamente justificados na crença de que

"estou pegando de volta um pouco do muito que

o governo me tira!". Não resta dúvida de que

esse tipo de pensamento aplaca muitas

consciências a partir do momento em que

reconhecemos que o governo fica longe de

cumprir a sua parte.

Só que isso não se pode constituir em

fator decisivo para a perda generalizada de

referenciais e de renúncia absoluta ao sentido de

valores pelas pessoas. Vou mais longe quando

se trata de avaliar essa prática quando utilizada

com conotação de malandragem.

Se ainda existe a vontade de enganar, a

real intenção de ser malandro, ainda há

esperança de que o processo seja revertido, pois

a pessoa sabe que está cometendo um ilícito,

tem o conhecimento de que está utilizando um

recurso desleal ou desonesto. O mais grave – e

é o que já está amplamente difundido na cultura

deste país – é quando os indivíduos perdem a

noção de que tais atitudes se constituem em

ações desonestas.

Eu tenho muito mais medo dos indivíduos

aéticos do que dos antiéticos, porque estes

últimos têm consciência plena de que estão

cometendo um ato ilícito, e isso faz o divisor de

águas. Quando se perde a noção entre o lícito e

o ilícito, como acontece no Brasil, e a população

acha muito comum cometer o pequeno "delito

nosso de cada dia", aí sim, tem-se o maior

indicador de que a moral pública sofreu uma

derrocada significativa, e não se sabe mais se

isso poderá ser revertido um dia.

O contexto está degenerado de tal forma,

com seu esquema de valores tão deturpado, que

tudo passa a ser válido, desde que o final seja

considerado "uma boa causa".

Li certa vez um artigo que classifica

a corrupção em vários níveis e mostra que ela já

começa dentro de casa, quando se usa até a

carteira de estudante de um irmão para pagar

"meia" no cinema. E o comportamento tolerante,

a complacência usual das pessoas com a

corrupção do cotidiano é que se configura

inaceitável.

O país do "jeitinho" é a mais verdadeira

das nossas realidades! Afinal, o negócio é levar

vantagem em tudo, certo? Enquanto não nos

cobrarmos, cada um de si mesmo, – até que isto

se torne uma prática comum – uma postura ética

de tolerância zero, nada vai mudar.

Fonte: BOLDSTEIN, Luiz Roberto. Disponível em:www.diferencialbr.com.br>.

Para o autor, conforme leitura feita em um artigo, a corrupção começa:

A progressão temática do texto está corretamente descrita em:

No que se refere à inter-relação dos parágrafos por meio de mecanismos coesivos, é correto afirmar:

Na linguagem conotativa, as palavras são tomadas em sentido incomum, figurativo, que depende sempre do contexto; na linguagem denotativa, as palavras são empregadas em seu significado usual, literal, referindo-se a uma realidade. Assinale a afirmativa que apresenta linguagem conotativa.

Texto II

Base do crânio explodiu, descreve legista

A autópsia no corpo de Ayrton Senna começou a ser feita

ontem às 10h locais (5h de Brasília) pelos legistas Michele

Romanelli e Pierludovico Ricci, do Instituto Médico Legal

de Bolonha. O laudo ofcial tem 60 dias para ser preparado.

A Folha conversou com uma médica do IML que viu o corpo de

Senna na segunda-feira de manhã e ontem – antes e depois da

autópsia. Segundo sua descrição, no dia seguinte ao acidente

o rosto do piloto estava desfgurado. A médica pediu para que

seu nome não fosse revelado.

Muito inchada, a cabeça quase se juntava aos ombros.

Os médicos concluíram, após a autópsia, que Senna teve

morte instantânea na batida a 290 km/h na curva Tamburello.

Teve também parada cardíaca naquele momento e circulação

praticamente interrompida.

Quando os médicos o reanimaram – ativando os

batimentos cardíacos e a circulação artifcialmente –, o piloto

já havia morrido. A atividade cerebral era inexistente. Não há

possibilidade de sobrevivência nesses casos. [...]

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/5/04/

esporte/9.html. Acesso em: 01/02/17)

O texto acima é uma notícia cujo objetivo é informar. Contudo, uma análise atenta do título revela seu caráter:

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282