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Assinale a alternativa correta a respeito de aspectos linguísticos do texto.

É propósito comunicativo principal do texto

A utilização de pronomes e advérbios pode contribuir para a coesão textual. Sobre esse assunto,

assinale a alternativa que analisa corretamente o processo coesivo em questão.


Com isso, poderemos reprogramar e redefinir todo o nosso sistema." A última frase se inicia com um coloquialismo, apropriado ao gênero e ao suporte do texto, que seria, entretanto, inadequado em situação de grande formalidade. A seguinte frase está de acordo com os critérios de correção, clareza, precisão e adequação na construção do texto formal escrito:

Posto as sentenças:

I.Visto que as estatísticas estejam cada vez mais preocupantes, o crescimento dos números de crimes aumentam a cada dia e os índices de segurança só pioram.

II.O governo disse que estabeleceu propostas para melhorar país, mas parece que esqueceram da parte mais pobre da população, ou seja, a maioria.

III.Embora o país demonstre uma melhora na saúde pública em algumas regiões, isso não é suficiente para atenuar o problema da ausência prevenção de diversas doenças que assolam uma parcela significativa da sociedade, como o HIV, por exemplo.

Analise as sentenças considerando a norma culta-padrão da língua portuguesa e assinale a alternativa CORRETA:

Quem escreve deve trabalhar com o máximo possível de atenção, adotando todos os cuidados necessários à eficácia da boa redação tanto em relação à forma, como em relação à clareza do que se afirma. Neste sentido, atente aos enunciados abaixo:

I- Os filhos de seu Francisco, que estudaram, tiveram sucesso na vida.

II- Os filhos de seu Francisco que estudaram tiveram sucesso na vida.

III- Vi uma foto sua no ônibus.

IV- O motorista infligiu a lei, ao estacionar em fila dupla, e foi multado. O guarda lhe infringiu uma multa de 270,00 reais.

V- As questões ligadas à assessoria parlamentar devem ser meticulosamente avaliadas afim de que não se cometam injustiças.

VI- Desculpem-me, mas não dá para fazer uma cronicazinha divertida hoje. Simplesmente não dá. Não tem como disfarçar: esta é uma típica manhã de segunda-feira. A começar pela luz acesa da sala que esqueci ontem à noite. Seis recados para serem respondidos na secretária eletrônica. Recados chatos. Contas para pagar que venceram ontem. Estou nervoso. Estou zangado. (CARNEIRO, J. E. Veja, 11 set. 2002) (fragmento).

Com base nas sentenças acima assinale a alternativa que julgar VERDADEIRA:

Após a leitura do texto e das asserções a respeito da sua organização, responda ao que se pede:

I- O texto se caracteriza como uma notícia jornalística, tendo como propósito revelar novas descobertas na área científica. Nesse sentido, a trama organizacional é narrativo-expositiva, com predomínio da função referencial da linguagem.

II- No âmbito gramatical, a recorrência de verbos no presente do indicativo se justifica pelo caráter de atualizador desse tempo verbal, embora se faça menção a um fato passado (os cientistas criaram ...); isto evidencia a correspondência entre o tempo verbal e os tipos de discurso presentes no texto.

III- No âmbito da coesão referencial, o texto é muito bem articulado. Como ilustração tem-se o fragmento “Mas talvez seja possível se livrar do CO2 ganhando dinheiro. Cientistas do governo finlandês criaram uma máquina que captura esse gás da atmosfera e o bombeia para dentro de tanques, onde ele alimenta uma bactéria...", no qual as três formas destacadas referem-se a um só termo - CO2

IV- Quanto à articulação interoracional, o texto apresenta algumas estruturas introduzidas por pronomes relativos, todas denominadas orações adjetivas restritivas, a exemplo de “Cientistas do governo finlandês criaram uma máquina que captura esse gás da atmosfera e o bombeia para dentro de tanques, onde ele alimenta uma bactéria – que foi geneticamente modificada para consumir CO e 2 hidrogênio. A bactéria se multiplica rapidamente e, depois de processada, vira um pó comestível, que contém 50% de proteína..."

É CORRETO o que se afirma apenas em

TEXTO I

      Cidadania: Lei Maria da Penha completa 10 anos

   A Lei Maria da Penha (Lei 11.340), sancionada em 7 de agosto de 2006, completa dez anos de vigência. Ela foi criada para combater a violência doméstica e familiar, garante punição com maior rigor dos agressores e cria mecanismos para prevenir a violência e proteger a mulher agredida.

   Desde 1988 a Constituição brasileira já trazia o princípio da igualdade entre homens e mulheres, em todos os campos da vida social. O artigo 226 diz que “o Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram, criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações”.

   A inserção desse artigo atribui ao Estado a obrigação de intervir nas relações familiares para coibir a violência, bem como de prestar assistência às pessoas envolvidas. No entanto, os casos de violência contra a mulher eram considerados de menor potencial ofensivo e a punição dependia muito da interpretação do juiz.

   Até 2006, havia um massivo arquivamento de processos de violência doméstica. Eram comuns casos em que agressões físicas foram punidas apenas com o pagamento de cestas básicas. Ou ainda, situações fatais, em que o agressor mata a mulher e tem sua responsabilidade diminuída: a mulher cometeu adultério e o marido acaba sendo absolvido na Justiça por estar defendendo a sua honra ou o assassino que cometeu “um homicídio passional” por ciúmes não é devidamente penalizado.

   Nesse contexto, muitas brasileiras não denunciavam as agressões porque sabiam que seriam ignoradas pelas autoridades e os companheiros não seriam punidos. Outros fatores também contribuem para que a mulher não consiga sair da relação com o agressor: ela é ameaçada e tem medo de apanhar de novo ou morrer se terminar a relação, ela depende financeiramente do companheiro, tem vergonha do que a família e amigos vão achar, acredita que o agressor vai mudar e que não voltará a agredir ou pensa que a violência faz parte de qualquer relacionamento.

   A Lei Maria da Penha, amparada no artigo 226 e em acordos internacionais, altera o Código Penal e aumenta o rigor nas punições para agressões de pessoas próximas. A lei tirou da invisibilidade e inovou ao tratar a violência doméstica e de gênero como uma violação de direitos humanos.

   A Lei 11.340 configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial:

   I – no âmbito da unidade doméstica, compreendida como o espaço de convívio permanente de pessoas, com ou sem vínculo familiar, inclusive as esporadicamente agregadas;

   II – no âmbito da família, compreendida como a comunidade formada por indivíduos que são ou se consideram aparentados, unidos por laços naturais, por afinidade ou por vontade expressa;

   III – em qualquer relação íntima de afeto, na qual o agressor conviva ou tenha convivido com a ofendida, independentemente de coabitação.

   Entre as inovações, está a velocidade no atendimento aos casos. Depois que a mulher apresenta queixa na delegacia de polícia ou à Justiça, o juiz tem o prazo de até 48 horas para analisar a concessão de proteção. Além disso, a Lei Maria da Penha ampara a mulher dentro e fora de casa. Também considera a agressão psicológica e patrimonial como violência doméstica e familiar contra a mulher, ou seja, abrange abusos que não deixam marcas no corpo.

   A aplicação da lei Maria da Penha contempla ainda agressões de quaisquer outras formas, do irmão contra a irmã (família); genro e sogra (família, por afinidade); a violência entre irmãs ou filhas (os) e contra a mãe (família).

   Apesar de significar um marco na questão da violência doméstica, ainda falta muito para a violência contra a mulher terminar. A Lei Maria da Penha precisa ser implementada nos Estados de forma eficiente. Além disso, é preciso mudar a cultura de violência e o machismo da sociedade brasileira. Uma questão que demanda educação, trabalho e tempo.

CUNHA, Carolina, Novelo Comunicação, 19 ago. 2016, UOL Vestibular, Atualidades. (Adaptação) 

No primeiro parágrafo do Texto I, na frase [...] Ela foi criada para combater a violência doméstica e familiar, garante punição com maior rigor dos agressores e cria mecanismos para prevenir a violência e proteger a mulher agredida.[...], os recursos empregados para estabelecerem a coesão referencial referente ao termo Lei Maria da Penha realizaram-se através dos seguintes procedimentos:

No que se refere a alguns elementos relacionadores presentes no Texto 1, analise as afirmações abaixo.

I. Com o termo destacado no trecho: “enfim, as línguas foram recebendo tratamentos diversos, conforme as também diversas condições sociais e políticas dos grupos, que as tinham como marca de sua identidade." (1º parágrafo), o autor faz uma retomada de “diversas condições sociais e políticas" e evita repetir esse segmento.

II. No trecho: “Na verdade, as pessoas sempre sentiram certa compulsão para defender a integridade de sua língua. Ou, de acordo com certas visões, sua pureza ou seu poder de argumentação." (4º parágrafo), os termos destacados têm o mesmo referente: “língua".

III. A expressão “Nesse quadro", que introduz o 6º parágrafo, ao mesmo tempo em que expressa uma síntese do que se informou anteriormente no texto, situa as afirmações que serão feitas a partir desse ponto no contexto geral que foi apresentado até então.

IV. No trecho: “Mas não foi apenas a função de controle atribuída à gramática que fez com que os estudiosos se interessassem por ela." (7º parágrafo), o termo destacado, que aparece enfatizado após uma pausa, sinaliza para o interlocutor que a direção argumentativa do texto sofrerá alguma alteração.

Estão CORRETAS, apenas:

Das alternativas a seguir, assinale a que NÃO pode completar a lacuna pontilhada da linha 42, pois acarretaria erro de concordância ou incoerência.

Observe a frase:

“Ninguém assistiu ao formidável enterro de tua última quimera".

Assinale a alternativa correta em relação à frase.

A partir do uso de elementos linguísticos para a construção da coesão no texto I, analise as afirmações a seguir e assinale a opção CORRETA.

I. Os pronomes de terceira pessoa "eles" (linha 19) e "eles" (linha 20) fazem uma retomada anafórica pronominal de "um grupo de homens";

II. A expressão "A pesquisa" (linha 12) faz uma retomada anafórica lexical de "O novo estudo" (linha 10), referente introduzido no período anterior;

III. As expressões "homem primitivo" (linha 13), "nossos parentes primitivos" (linha 22), "humanos primitivos" (linha 25) e "proto-humano" (linha 33) são utilizadas para fazer referência ao mesmo referente.

Sabendo-se que a coesão “ajuda a perceber a coerência na compreensão dos textos” (Koch; Travaglia, 1997), pode-se afirmar que em “E a humildade está nisso: saber, não com a cabeça mas com o coração, que é possível que o outro veja mundos que nós não vemos. Mas isso, admitir que o outro vê coisas que nós não vemos, implica reconhecer que somos meio cegos...” (1º§)

Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto, julgue os itens que se seguem.

No período “É um novo tipo de letramento, um processo intuitivo no qual a imagem se sobrepõe à alfabetização tradicional” (linhas de 10 a 12), a forma verbal “É” poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência textual por Trata-se de. Por outro lado, a substituição de “no qual” por onde prejudicaria a correção gramatical do período.

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item.

As formas pronominais em “ele salvara" (l.21) e “protegendo-o" (l.22) remetem ao mesmo referente: “Temístocles" (l.20).

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