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Na interpretação das informações do gráfico, apresentadas

abaixo, respeitam–se as regras gramaticais da norma

padrão da língua portuguesa em:

Compare os textos I e II a seguir, que tratam de aspectos ligados a variedades da língua portuguesa no mundo e no Brasil.



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Os textos abordam o contato da língua portuguesa com outras línguas e processos de variação e de mudança decorridos desse contato. Da comparação entre os textos, conclui-se que a posição de João de Barros (Texto II), em relação aos usos sociais da linguagem, revela

Oximoro, ou paradoxismo, é uma figura de retórica em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão.
Dicionário Eletrônico Houaiss da Língua Portuguesa.



Considerando a definição apresentada, o fragmento poético da obra Cantares, de Hilda Hilst, publicada em 2004, em que pode ser encontrada a referida figura de retórica é:

Imagem 019.jpg



Confrontando-se as opiniões defendidas nos dois textos, conclui-se que

Texto para as questões 100 e 101



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Tendo em vista a segunda fala do personagem entrevistado, constata-se que

Analise as seguintes avaliações de possíveis resultados de um teste na Internet.



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Depreende-se, a partir desse conjunto de informações, que o teste que deu origem a esses resultados, além de estabelecer um perfil para o usuário de sites de relacionamento, apresenta preocupação com hábitos e propõe mudanças de comportamento direcionadas

A escrita é uma das formas de expressão que as pessoas utilizam para comunicar algo e tem varias finalidades: informar, entreter, convencer, divulgar, descrever. Assim, o conhecimento acerca das variedades linguísticas sociais, regionais e de registro torna-se necessário para que se use a língua nas mais diversas situações comunicativas.

Considerando as informações acima, imagine que você esta a procura de um emprego e encontrou duas empresas que precisam de novos funcionários. Uma delas exige uma carta de solicitação de emprego. Ao redigi-la, você

Som de preto

O nosso som não tem idade, não tem raça

E não tem cor.

Mas a sociedade pra gente não da valor.

Só querem nos criticar, pensam que somos animais. Se existia o lado ruim, hoje não existe mais,

porque o funkeiro' de hoje em dia caiu na real. Essa historia de `porrada', isso é coisa banal Agora pare e pense, se liga na `responsa':

se ontem foi a tempestade, hoje vira a bonança. E som de preto

De favelado

Mas quando toca ninguém fica parado

Musica de Mc's Amilcka e Chocolate. In: Dj Malboro. Bem funk. Rio de

Janeiro, 2001 (adaptado).

vem abandonando seu caráter local, associado as favelas e a criminalidade da cidade do Rio de Janeiro, tornando-se uma espécie de símbolo da marginalização das manifestações culturais das periferias em todo o Brasil. 0 verso que explicita essa marginalização é:

Para convencer o leitor, o anuncio emprega como recurso expressivo, principalmente,

Texto I

Principiei a leitura de ma vontade. E logo emperrei na historia de um menino vadio que, dirigindo-se a escola, se retardava a conversar com os passarinhos e recebia deles opiniões sisudas e bons conselhos. Em seguida vinham outros irracionais, igualmente bem-intencionados e bem falantes. Havia a moscazinha que morava na parede de uma chaminé e voava ato, desobedecendo as ordens maternas, e tanto voou que afinal caiu no fogo. Esses contos me intrigaram com o [livro] Barão de Macaubas. Infelizmente um doutor, utilizando bichinhos, impunha nos a linguagem dos doutores. — Queres to brincar comigo? 0 passarinho, no galho, respondia com preceito e moral, e a mosca usava adjetivos colhidos no dicionário. A figura do barão manchava o frontispício do livro, e a gente percebia que era dele o pedantismo atribuído mosca e ao passarinho. Rid iculo urn individuo hirsuto e grave, doutor e barão, pipilar conselhos, zumbir admoestações.

RAMOS, G. Infância. Rio de Janeiro: Record, 1986 (adaptado).

Texto II

Dado que a literatura, como a vida, na medida

em que atua com toda sua gama, é artificial querer que ela funcione como os manuais de virtude e boa conduta. E a sociedade não pode senão escolher o que em cada momento lhe parece adaptado aos seus fins, enfrentando ainda assim os mais curiosos paradoxos, pois mesmo as obras consideradas indispensáveis para a formação do mogo trazem frequentemente o que as convenções desejariam banir. Alias, essa espécie de inevitável contrabando é um dos meios por que o jovem entra em contato com realidades que se tenciona escamotear-lhe.

CANDIDO, A. A literatura e a formação do homem. Duas Cidades. São

Paulo: Ed. 34, 2002 (adaptado).

Os dois textos acima, com enfoques diferentes, abordam um

mesmo problema, que se refere, simultaneamente, ao camp°

literário e ao social. Considerando-se a relação entre os dois textos, verifica-se que eles tem ern comum o fato de que

Texto 1

O Morcego

Meia-noite. Ao meu quarto me recolho.

Meu Deus! E este morcego! E, agora, vede: Na bruta ardência orgânica da sede,

Morde-me a goela igneo e escaldante molho.

"Vou mandar levantar outra parede..."

Digo. Ergo-me a Verner. Fecho o ferrolho

E olho o teto. E vejo-o ainda, igual a um olho, Circularmente sobre a minha rede!

Pego de um pau. Esforços fago. Chego A toca-lo. Minha alma se concentra. Que ventre produziu tão feio parto?!

A Consciência Humana é este morcego!

Por mais que a gente faça, a noite, ele entra Imperceptivelmente em nosso quarto!

ANJOS, A. Obra Completa. Rio de Janeiro: Aguilar, 1994.

Texto 2

0 lugar-comum em que se converteu a imagem de um poeta doentio, com o gosto do macabro e do horroroso, dificulta que se veja, na obra de Augusto dos Anjos, o olhar clinico, o comportamento analítico, ate mesmo certa frieza, certa impessoalidade cientifica.

CUNHA, F. Romantismo e modernidade na poesia. Rio de Janeiro:

Catedra, 1988 (adaptado).

Em consonância com os comentários do texto 2 acerca da poética de Augusto dos Anjos, o poema O morcego apresenta-se, enquanto percepção do mundo, como forma estética capaz de

Texto para as questões 116 e 117



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Predomina no texto a função da linguagem

Diferentemente do texto escrito, que em geral compele os leitores a lerem numa onda linear – da esquerda para a direita e de cima para baixo, na página impressa – hipertextos encorajam os leitores a moverem- se de um bloco de texto a outro, rapidamente e não sequencialmente. Considerando que o hipertexto oferece uma multiplicidade de caminhos a seguir, podendo ainda o leitor incorporar seus caminhos e suas decisões como novos caminhos, inserindo informações novas, o leitor- navegador passa a ter um papel mais ativo e uma oportunidade diferente da de um leitor de texto impresso. Dificilmente dois leitores de hipertextos farão os mesmos caminhos e tomarão as mesmas decisões.



MARCUSCHI, L. A. Cognição, linguagem e práticas interacionais. Rio: Lucerna, 2007.



No que diz respeito à relação entre o hipertexto e o conhecimento por ele produzido, o texto apresentado deixa claro que o hipertexto muda a noção tradicional de autoria, porque

Texto para as questões 96 e 97



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O texto tem o objetivo de solucionar um problema social,

Gerente – Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?



Cliente – Estou interessado em financiamento para compra de veículo.



Gerente – Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O senhor é nosso cliente?



Cliente – Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.



Gerente – Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de Uberlândia! Passa aqui pra gente conversar com calma.



BORTONI-RICARDO, S. M. Educação em língua materna. São Paulo: Parábola, 2004 (adaptado).



Na representação escrita da conversa telefônica entre a gerente do banco e o cliente, observa-se que a maneira de falar da gerente foi alterada de repente devido

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