Uma mulher do grupo A, heterozigota para essa característica, e Rh negativo, tem um filho do grupo B, heterozigoto para essa característica, e que nasceu com eritoblastose fetal.
Essa mulher quer que um certo homem assuma a paternidade da criança. O homem em questão pertence ao grupo B e é Rh negativo, sendo que seus pais têm o mesmo fenótipo dele e são homozigotos para as duas características.
Baseado na herança dessas características, assinale a afirmativa correta.
Conhecer a composição química do material genético e compreender como ele funciona, é fundamental para a prevenção e solução de várias questões relacionadas à saúde, ao bem-estar e ao meio ambiente.
Com relação a esse tema, avalie as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) A molécula de DNA é composta por uma dupla cadeia de polinucleotídeos; cada nucleotídeo é formado por uma base nitrogenada, um açúcar e um fosfato. Em uma fita única de DNA, a ligação entre os nucleotídeos se faz entre o açúcar de um nucleotídeo e a base nitrogenada do seguinte.
( ) Um organismo multicelular complexo, como o humano, é formado por muitos tipos de células. Por exemplo, um neurônio e uma célula muscular de uma mesma pessoa, embora tenham igual número de cromossomos, são diferentes, pois seus genes não são os mesmos.
( ) Fatores do ambiente, como certos tipos de alimentos e poluentes, podem influenciar a expressão dos genes de um indivíduo, ativando-os ou inativando-os, sem alterar a sequência de bases do DNA.
As afirmativas são, respectivamente,
“A coloração animal e seus diferentes padrões representam importantes atributos ecológicos que são essenciais para a manutenção das populações em ambientes naturais. Dentre as principais funções ecológicas da coloração, estão a termorregulação, a evasão à predação e a comunicação inter e intraespecífica” (Nascimento, 2009). Nesse contexto, espécies inofensivas ou palatáveis desenvolvem coloração semelhante à de espécies perigosas ou impalatáveis, confundindo predadores e evitando ataques, a exemplo da coral-falsa. Esse fenômeno recebe o nome de:
Os metais como magnésio (Mg), cálcio (Ca) e bário (Ba) são pertencentes à família ou grupo dos:
Julgue os itens subsecutivos, relativos a cooptação evolutiva e fatores biológicos determinantes de riscos de extinção.
A perda de hábitat, a exploração humana, a introdução de espécies invasoras e o tamanho corporal das espécies são fatores que podem estar relacionados à extinção das espécies.
Em relação à biodiversidade conhecida e desconhecida no Brasil e aos múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os itens subsequentes.
A biodiversidade vertical (copa das árvores) evidencia uma fauna de insetos diferente daquela que habita o solo.
Em relação à biodiversidade conhecida e desconhecida no Brasil e aos múltiplos aspectos a ela relacionados, julgue os itens subsequentes.
A linha de véu é uma estratégia que possibilita a revelação de toda a biodiversidade brasileira.
Ordenar e nomear a vida não é uma ciência esotérica. Nas últimas décadas, estudos mostraram que selecionar e batizar o mundo natural é uma atividade humana universal e fundamental para compreender o mundo vivo, bem como nosso lugar nele.
Os antropólogos foram os primeiros a reconhecer que a taxonomia poderia ser mais do que a ciência oficialmente fundada pelo botânico sueco Carl Linnaeus no século XVIII. Estudando como não cientistas ordenam e nomeiam a vida, criando as chamadas taxonomias populares, eles começaram a perceber que, quando as pessoas criam grupos ordenados e dão nomes às coisas vivas, elas seguem padrões altamente estereotipados, aparentemente guiando-se, de modo inconsciente, por regras não escritas.
Por exemplo, Cecil Brown, antropólogo norte-americano que estudou taxonomias populares em 188 línguas, concluiu que os seres humanos reconhecem repetidamente as mesmas categorias básicas, que incluem peixes, aves, cobras, mamíferos, árvores e wugs, termo que significa vermes e insetos. Os wugs não são um grupo coeso, do ponto de vista evolutivo ou ecológico. Mesmo assim, as pessoas repetidamente os reconhecem e os nomeiam.
Da mesma forma, as pessoas consistentemente usam epítetos com duas palavras para designar organismos específicos dentro de um grupo maior, apesar de haver infinitos métodos potencialmente mais lógicos. Isso é tão familiar que mal percebemos. Em português, entre os carvalhos, distinguimos o carvalho americano; entre os ursos, os ursos cinzentos. Quando os maias, familiarizados com os javalis, conheceram os porcos espanhóis, apelidaram-nos de javalis de aldeia.
A prova mais surpreendente de quão arraigada é a taxonomia vem de pacientes que, por acidente ou doença, sofreram traumas cerebrais. Nesse sentido, destaca-se o caso de um universitário que foi vítima de um inchaço cerebral causado por herpes. Ao se recuperar, ele era capaz de reconhecer objetos inanimados, como lanterna, bússola e chaleira, mas não coisas vivas, como canguru e cogumelo. Médicos de todo o mundo encontraram pacientes com a mesma dificuldade. Recentemente, cientistas que estudaram esses pacientes notaram lesões numa região do lóbulo temporal, o que levou à hipótese de que pode existir uma parte específica do cérebro dedicada à taxonomia.
Sem a capacidade de ordenar e nomear a vida, uma pessoa simplesmente não sabe como viver no mundo e como entendê-lo. Se abandonarmos a taxonomia, perderemos uma conexão com o mundo vivo. Quando você começa a notar os organismos e encontrar um nome para bichos e flores específicos, não é possível deixar de ver a vida e a ordem que nela existe, bem onde sempre esteve: ao seu redor.
Carol Kaesuk Yoon. A arte de nomear o mundo. In: Naming Nature: The Clash Between Instinct and
Science. W. W. Norton & Company, 2009. Trecho traduzido e publicado na Folha de São Paulo, 2009.
Internet: <www1.folha.uol.com.br/fsp> (com adaptações).
Em relação às ideias do texto CB2A1, julgue os itens subsequentes.
O último parágrafo do texto retoma e explica a tese apresentada no primeiro parágrafo, segundo a qual a taxonomia é necessária para o ser humano compreender o mundo vivo e seu lugar nele.
Ordenar e nomear a vida não é uma ciência esotérica. Nas últimas décadas, estudos mostraram que selecionar e batizar o mundo natural é uma atividade humana universal e fundamental para compreender o mundo vivo, bem como nosso lugar nele.
Os antropólogos foram os primeiros a reconhecer que a taxonomia poderia ser mais do que a ciência oficialmente fundada pelo botânico sueco Carl Linnaeus no século XVIII. Estudando como não cientistas ordenam e nomeiam a vida, criando as chamadas taxonomias populares, eles começaram a perceber que, quando as pessoas criam grupos ordenados e dão nomes às coisas vivas, elas seguem padrões altamente estereotipados, aparentemente guiando-se, de modo inconsciente, por regras não escritas.
Por exemplo, Cecil Brown, antropólogo norte-americano que estudou taxonomias populares em 188 línguas, concluiu que os seres humanos reconhecem repetidamente as mesmas categorias básicas, que incluem peixes, aves, cobras, mamíferos, árvores e wugs, termo que significa vermes e insetos. Os wugs não são um grupo coeso, do ponto de vista evolutivo ou ecológico. Mesmo assim, as pessoas repetidamente os reconhecem e os nomeiam.
Da mesma forma, as pessoas consistentemente usam epítetos com duas palavras para designar organismos específicos dentro de um grupo maior, apesar de haver infinitos métodos potencialmente mais lógicos. Isso é tão familiar que mal percebemos. Em português, entre os carvalhos, distinguimos o carvalho americano; entre os ursos, os ursos cinzentos. Quando os maias, familiarizados com os javalis, conheceram os porcos espanhóis, apelidaram-nos de javalis de aldeia.
A prova mais surpreendente de quão arraigada é a taxonomia vem de pacientes que, por acidente ou doença, sofreram traumas cerebrais. Nesse sentido, destaca-se o caso de um universitário que foi vítima de um inchaço cerebral causado por herpes. Ao se recuperar, ele era capaz de reconhecer objetos inanimados, como lanterna, bússola e chaleira, mas não coisas vivas, como canguru e cogumelo. Médicos de todo o mundo encontraram pacientes com a mesma dificuldade. Recentemente, cientistas que estudaram esses pacientes notaram lesões numa região do lóbulo temporal, o que levou à hipótese de que pode existir uma parte específica do cérebro dedicada à taxonomia.
Sem a capacidade de ordenar e nomear a vida, uma pessoa simplesmente não sabe como viver no mundo e como entendê-lo. Se abandonarmos a taxonomia, perderemos uma conexão com o mundo vivo. Quando você começa a notar os organismos e encontrar um nome para bichos e flores específicos, não é possível deixar de ver a vida e a ordem que nela existe, bem onde sempre esteve: ao seu redor.
Carol Kaesuk Yoon. A arte de nomear o mundo. In: Naming Nature: The Clash Between Instinct and
Science. W. W. Norton & Company, 2009. Trecho traduzido e publicado na Folha de São Paulo, 2009.
Internet: <www1.folha.uol.com.br/fsp> (com adaptações).
Em relação às ideias do texto CB2A1, julgue os itens subsequentes.
De acordo com o texto, o ser humano é regido por regras tácitas que lhe permitem ordenar e agrupar os seres vivos de maneira inovadora e estruturada.
O consumo de água duplicou desde a década de 60 do século passado, e os recursos hídricos disponíveis estão se tornando cada vez mais escassos, situação que induz conflitos e o uso desigual desses recursos.
Internet: <datapolicy.com> (com adaptações).
A respeito de emergências ambientais no Brasil relacionadas aos recursos hídricos, julgue os próximos itens.
No Brasil, a ocorrência de chuvas tem-se concentrado no período de novembro a maio, com distribuição equânime dos índices pluviométricos entre as regiões brasileiras, o que explica a coocorrência de inundações nas regiões Norte e Sul nesse período, tal como observado no início do ano de 2024, quando os estados do Acre e do Rio Grande do Sul enfrentaram graves enchentes.
À luz do disposto nas Resoluções Normativas da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) n.º 26/2020 e n.º 37/2022, julgue os itens que se seguem.
Ao técnico principal responsável por atividade que envolva organismo geneticamente modificado (OGM) e seus derivados compete, entre outras funções, assegurar, junto à instituição responsável, a disponibilidade e a manutenção dos equipamentos e da infraestrutura de biossegurança.
A respeito da biologia reprodutiva e cuidados parentais em animais selvagens, bem como a nutrição de animais silvestres e doenças nutricionais, julgue os itens que se seguem.
A ingestão de peixes com alta concentração de tiaminase pode causar deficiência de tiamina em mustelídeos, o que resulta em sinais clínicos como anorexia, incoordenação e salivação.
Acerca da anatomia e taxonomia da fauna silvestre de mamíferos, julgue os itens seguintes.
A medula renal dos procionídeos quati e jupará e dos felinos onça-pintada e jaguatirica não é subdividida claramente em pirâmides renais; suas papilas renais são fusionadas, formando a crista renal; o córtex e a medula não aparecem divididos externamente; nessas espécies, o rim é classificado como unificado.
Julgue os próximos itens, relativos a biologia animal e evolução.
A aplicação do conceito de primitivo ou de evoluído é adequada no sentido ancestral, ou seja, o mais antigo versus o mais recente, dada a relação temporal aplicada.
A respeito da biologia reprodutiva e cuidados parentais em animais selvagens, bem como a nutrição de animais silvestres e doenças nutricionais, julgue os itens que se seguem.
A quantidade de alimento fornecida aos crocodilianos em cativeiro deve permanecer na faixa de 6,5% a 7,5% do peso vivo por semana para animais adultos.