No que se refere às técnicas e aos procedimentos de auditoria, julgue os itens seguintes.
O pedido de confirmação positivo do tipo preto é um
procedimento de auditoria em que se requer de terceiros
manifestação, formal e imparcial, em relação à sua
concordância ou não com os saldos ou valores contábeis
apresentados no pedido de confirmação.
O emprego da forma verbal “deverás", no último parágrafo,
está correto, uma vez que o termo com o qual concorda —
“Vossa Senhoria" — corresponde à segunda pessoa do
singular.
Leia o infográfico que segue e responda à questão.
Se colocarmos no plural o mosquito contrai o vírus, a alternativa correta é:
Cuadro 3 – transcripción: "El aparato digestivo del hombre comprende: La boca, la faringe, el esófago, el estómago (…)"
A través de la relación que establece entre el texto verbal y no verbal, la viñeta de Quino denuncia:
Julgue os itens que se seguem, referentes aos aspectos linguísticos
do texto CB1A1AAA.
Haveria prejuízo da correção gramatical do texto caso a
partícula “se”, no trecho “Quando a gente se habitua a venerar
os decretos da Providência” (
XXX n.º 524/2016/MA
Brasília, 15 de março de 2016.
A Sua Excelência o Senhor Deputado
[Nome]
Câmara dos Deputados
70.000-000 – Brasília – DF
Assunto: Reforma agrária
Senhor Deputado,
Em complemento aos documentos enviados ao seu
gabinete na semana passada, informo-lhe que todas as medidas
cabíveis foram tomadas. Vossa Senhoria poderá levar os projetos
de lei para votação no Plenário da Câmara dos Deputados, de
acordo com os prazos regimentais.
Atenciosamente,
XXXXXXX
Senhor João da Silva
Chefe do Departamento Fundiário do Ministério da Agricultura
A respeito da correspondência oficial hipotética apresentada,
julgue os itens a seguir com base no que dispõe o Manual de
Redação da Presidência da República (MRPR).
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso a forma verbal poderá fosse substituída por poderás.
Julgue os itens que se seguem, a respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto CB5A1AAA.
O termo “ao Poder Legislativo” (L.4) exerce a função de complemento da forma verbal “prevê” (L.3).
De acordo com os estudos Linguísticos da Língua de Sinais, marque ( V) para verdadeiro ou ( F) para falso: ( ) Muitos fonologistas afirmam que as línguas orais e as línguas de sinais não compartilham de um conjunto de princípios linguísticos subjacentes. ( ) Morfologia é o estudo da estrutura interna das palavras ou dos sinais, assim como das regras que determinam a forma- ção das palavras. ( ) Dêixis descreve uma forma particular de estabelecer nominais no espaço que são utilizados pelos verbos com concordância como parte de sua flexão. ( ) Há duas restrições fonológicas na produção de diferentes tipos de sinais envolvendo as duas mãos, sendo a condição de simetria e a condição de dominância. ( ) A fonética relaciona-se, também, com a parte da teoria geral da linguagem humana que investiga as propriedades universais do sistema visuoespacial das línguas de sinais. A sequência correta é
No último parágrafo do texto, está destacada a forma
"transformou-o", sobre a qual são feitas as seguintes
afirmativas, considerando-se o contexto em que ela
aparece. Analise-as e assinale a alternativa correta.
I. O "o", um pronome que se junta a "transformou",
caracteriza um tempo verbal, o futuro do presente.
II. Caso o sujeito desse verbo fosse feminino, o certo seria
escrever "transformou-a".
III. Do verbo "transformou", o "o", que é um pronome,
exerce a função de complemento.
IV. Se no texto estivesse escrito "Vivemos esta
natureza...", além de outras transformações
necessárias, o certo seria escrever "transformou-a",
para se manterem as mesmas relações sintáticas do
trecho original.
V. A forma "transformou" é de um verbo da primeira
conjugação.
Está correto o que se afirma em:
Há erro de concordância em:
Há erro de concordância em:
Dentre as alternativas abaixo, a que apresenta concordância verbal em DESACORDO com a norma culta da língua é:
Texto para responderás questões de 01 a 10.
O espelho
Esboço de uma nova teoria da alma humana
Quatro ou cinco cavalheiros debatiam, uma noite, várias
questões de alta transcendência, sem que a disparidade dos
votos trouxesse a menor alteração aos espíritos. A casa ficava no
morro de Santa Teresa, a sala era pequena, alumiada a velas,
cuja luz fundia-se misteriosamente com o luar que vinha de fora.
Entre a cidade, com as suas agitações e aventuras, e o céu, em
que as estrelas pestanejavam, através de uma atmosfera límpida
e sossegada, estavam os nossos quatro ou cinco investigadores
de coisas metafísicas, resolvendo amigavelmente os mais
árduos problemas do universo.
Por que quatro ou cinco? Rigorosamente eram quatro os
que falavam; mas, além deles, havia na sala um quinto
personagem, calado, pensando, cochilando, cuja espórtula no
debate não passava de um ou outro resmungo de aprovação.
Esse homem tinha a mesma idade dos companheiros, entre
quarenta e cinquenta anos, era provinciano, capitalista,
inteligente, não sem instrução, e, ao que parece, astuto e
cáustico. Não discutia nunca; e defendia-se da abstenção com
um paradoxo, dizendo que a discussão é a forma polida do
instinto batalhador, que jaz no homem, como uma herança
bestial; e acrescentava que os serafins e os querubins não
controvertiam nada, e, aliás, eram a perfeição espiritual e eterna.
[...]
Vai senão quando, no meio da noite, sucedeu que este
casmurro usou da palavra, e não dois ou três minutos, mas trinta
ou quarenta. A conversa, em seus meandros, veio a cair na
natureza da alma, ponto que dividiu radicalmente os quatro
amigos. Cada cabeça, cada sentença; não só o acordo, mas a
mesma discussão tornou-se difícil, senão impossível, pela
multiplicidade das questões que se deduziram do tronco principal
e um pouco, talvez, pela inconsistência dos pareceres. Um dos
argumentadores pediu ao Jacobina alguma opinião, - uma
conjetura, ao menos.
- Nem conjetura, nem opinião, redarguiu ele; uma ou
outra pode dar lugar a dissentimento, e, como sabem, eu não
discuto. Mas, se querem ouvir-me calados, posso contar-lhes um
caso de minha vida, em que ressalta a mais clara demonstração
acerca da matéria de que se trata. Em primeiro lugar, não há uma
só alma, há duas...
-Duas?
- Nada menos de duas almas. Cada criatura humana
traz duas almas consigo: uma que olha de dentro para fora, outra
que olha de fora para dentro... Espantem-se à vontade, podem
ficar de boca aberta, dar de ombros, tudo; não admito réplica. Se
me replicarem, acabo o charuto e vou dormir. Aalma exterior pode
ser um espírito, um fluido, um homem, muitos homens, um objeto,
uma operação. Há casos, por exemplo, em que um simples botão
de camisa é a alma exterior de uma pessoa; - e assim também a
polca, o voltarete, um livro, uma máquina, um par de botas, uma
cavatina, um tambor, etc. Está claro que o ofício dessa segunda
alma é transmitir a vida, como a primeira; as duas completam o
homem, que é, metafisicamente falando, uma laranja. Quem
perde uma das metades, perde naturalmente metade da
existência; e casos há, não raros, em que a perda da alma exterior
implica a da existência inteira. Shylock, por exemplo. A alma
exterior daquele judeu eram os seus ducados; perdê-los equivalia
a morrer. ''Nunca mais verei o meu ouro, diz ele a Tubal; é um
punhal que me enterras no coração." Vejam bem esta frase; a
perda dos ducados, alma exterior, era a morte para ele. Agora, é
preciso saber que a alma exterior não é sempre a mesma...
[...]
ASSIS, Machado de. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova
Aguilar 1994. v. II. (fragmento)
Tendo em vista os acontecimentos morfossintáticos e de significação do texto, analise as afirmativas a seguir. I. Se o verbo da frase “estavam os nossos quatro ou cinco investigadores de coisas metafísicas” fosse trocado pelo verbo haver (com sentido de existir), a concordância da palavra em análise deveria manter o singular, mas o mesmo tempo e modo verbal. II. A omissão da vírgula em “Rigorosamente eram quatro os que falavam” é necessária e obrigatória para isolar o adjunto adverbial da oração adjetiva explicativa, ferindo a normapadrão da língua. III. A palavra destacada em “resolvendo amigavelmente os mais ÁRDUOS problemas do universo.” está no plural, pois concorda com problemas. Está correto apenas o que se afirma em:
Considere-se esta passagem do Texto I: “Mas essa viagem diária me tornava uma criança completa de alegria.” (l. 31-32) Há um desvio de concordância na seguinte reescritura desse trecho do Texto I: