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A frase em que a troca de posição dos termos sublinhados não provoca mudança de sentido é:

Assinale a opção que apresenta a frase em que houve troca indevida entre onde e aonde.

A frase abaixo em que a substituição da forma reduzida por uma forma nominal está corretamente realizada é:

Por que não te retiras da vida como um comensal já satisfeito, ou te concedes serenamente um tranquilo repouso?"

É correto afirmar que a oração destacada nessa passagem foi utilizada em sentido

Muitos vocábulos portugueses admitem dupla grafia; o exemplo abaixo que só admite a primeira das duas formas indicadas é:

Uma propaganda de um famoso sabão em pó dizia: “OMO lava mais branco!”. A frase pretende convencer o leitor de que esse sabão:

“As grandes épocas dizem: a arte. As épocas medíocres dizem: as artes".

A alternativa abaixo em que a passagem do singular ao plural NÃO acarreta mudança de sentido é:

“Muitas pessoas trabalham na indústria do petróleo e muitas outras trabalham graças a ela". (Texto de propaganda do IBP)

O termo “graças a" significa:

“Na esquina da Rua Haddock Lobo com a Maestro Villa-Lobos, na Tijuca, um bairro do Rio, um bueiro se abriu e ficou jorrando esgoto pela calçada. O pior é que isso é na altura de um restaurante. Imagina estar almoçando com aquele cheiro horrível? Essas tubulações velhas precisam ser consertadas urgentemente!”. (Carta de Leitor) A autora da carta atribui o problema ao(à):

Uma empresa vende sucos naturais de frutas do Norte em garrafas de 750 ml. Uma escola necessita de 30 litros de suco para o consumo dos alunos na próxima semana. O número de garrafas que devem ser compradas é:

O piso do pátio da escola será pintado com tinta antiderrapante. Na quinta-feira os operários realizaram a quarta parte do trabalho e, na sexta-feira, pintaram a terça parte do restante. A fração do trabalho que ficou para a semana seguinte foi:

A primeira frase do texto nega

Evidente que fui mais furado do que um ralador de coco.

Nesse segmento do texto, o autor nos informa que

Assinale a opção que apresenta o segmento do texto em que a conjunção e mostra valor adversativo (e não aditivo).

Texto 1 - Fontes murmurantes

Não se trata de uma referência às fontes murmurantes cantadas por Ary Barroso em sua "Aquarela do Brasil". As fontes em questão são outras, estão atualmente em debate nos meios jornalísticos e legais: o direito de proteger o sigilo das "fontes". Contrariando a maioria, diria até a  unanimidade dos colegas de ofício, sou contra este tipo de sigilo e, sobretudo, contra as fontes em causa. Tenho alguns anos de estrada, mais do que pretendia e merecia, e em minha vida profissional nunca levei em consideração qualquer tipo de informação que não fosse assumida pelo
informante.
Evidente que fui mais furado do que um ralador de coco. Mas não fiz minha carreira no jornalismo na base de furos, que nunca os dei e nunca os levei a sério, uma vez que a maioria dos furos são, por natureza, furados. O sigilo das fontes beneficia as fontes, e não o jornalista, que geralmente é manipulado na medida em que aceita e divulga as informações obtidas com a garantia do próprio sigilo. São fontes realmente murmurantes, que transmitem os murmúrios, as especulações e as jogadas inconfessáveis dos interessados, que são os próprios informantes. Digo "inconfessáveis" por um motivo óbvio: se fossem confessáveis, as fontes não pediriam sigilo, confessariam o que sabem ou supõem, assumindo a responsabilidade pela informação.
Os defensores do sigilo das fontes se justificam com o dever de informar a sociedade, como se esse dever fosse a tábua da lei, o mandamento supremo acima de qualquer outro mandamento ou lei. No fundo, aquela velha máxima de que o fim justifica os meios, pedra angular em que se
baseou a Inquisição medieval e todos os movimentos totalitários que desgraçaram a humanidade.

CONY, Carlos Heitor. Folha de São Paulo. 06/12/2005.

 

TEXTO 2

Na coluna desta semana, o professor Carlos Eduardo Lins da Silva comenta o caso de processos sendo movidos por policiais do Espírito Santo contra o jornal A Gazeta.
No carnaval, o jornal publicou uma charge em que um policial está fantasiado de bandido e um bandido de policial. Os policiais justificam que a charge é ofensiva à categoria, mas o colunista alerta que atitudes como esta ferem a liberdade de expressão e configuram censura prévia. O professor também comenta a relação conturbada entre jornalistas e o Poder Judiciário no Brasil.

A relação de semelhança entre o texto 1 e o texto 2 está em ambos

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