Para Max Weber, não existe oposição entre indivíduo e sociedade, já que
A partir do estudo sistemático das diversas manifestações
particulares, o cientista pode construir um modelo acentuando
aquilo que lhe pareça característico em tais manifestações,
utilizando esse modelo como instrumento de
análise sociológica.
A esse modelo Weber denominou
Homem livre e escravo, patrício e plebeu, barão e servo,
mestre de corporação e companheiro, numa palavra,
opressores e oprimidos, em constante oposição,
têm vivido numa guerra ininterrupta, ora franca, ora
disfarçada; uma guerra que terminou sempre, ou por
uma transformação revolucionária, da sociedade inteira,
ou pela destruição das duas classes em luta.
Marx & Engels. O Manifesto Comunista.
Na perspectiva da teoria marxista, pela análise do texto
acima, conclui-se que
[...] é possível acompanhar, ao longo de nossa história,
o predomínio constante das vontades particulares que
encontram seu ambiente próprio em círculos fechados
e pouco acessíveis a uma ordenação impessoal. Dentre
esses círculos, foi sem dúvida o da família aquele
que se exprimiu com mais força e desenvolveu em
nossa sociedade [...]. Onde os laços de sangue e de
coração [...] forneceram o modelo obrigatório de qualquer
composição entre nós.
HOLANDA, Sérgio Buarque. Raízes do Brasil.
São Paulo: Companhia da Letras, 1995 p. 146
Sérgio Buarque utiliza os conceitos weberianos para analisar
o Estado brasileiro.
Nessa perspectiva, considere as afirmativas a seguir.
I - O Estado brasileiro se enquadra no modelo estatal
elaborado pelo sociólogo alemão, pois, segundo Weber,
o Estado moderno caracteriza-se pelas relações
impessoais nas quais predomina o particular sobre o
coletivo.
II - No Brasil, as grandes famílias patriarcais comandaram
a política e a economia do país, pois é comum
levar a organização estatal para a esfera da afetividade.
III - Para o funcionário patrimonial, a gestão política
apresenta-se como assunto de interesse particular,
os benefícios que lhe são conferidos relacionam-se
aos seus direitos pessoais.
É correto o que se afirma em
Mary Douglas e Baron Isherwood propuseram que se
compreendesse o consumo como algo ativo, constante e
que desempenha um papel central como estruturador de
valores em nosso cotidiano.
PORQUE
Os bens de consumo são investidos de valores socialmente
utilizados para expressar categorias e princípios,
cultivar ideais, fixar e sustentar estilos de vida, enfrentar
mudanças ou criar permanências.
Analisando-se as afirmações acima, conclui-se que
Imagine-se o leitor sozinho, rodeado apenas de seu
equipamento, numa praia tropical, próxima a uma aldeia
nativa, vendo a lancha ou o barco que o trouxe
afastar-se no mar até desaparecer de vista. Tendo encontrado
um lugar para morar no alojamento de algum
homem branco - negociante ou missionário - você
nada tem para fazer a não ser iniciar imediatamente
seu trabalho etnográfico.
MALINOWSKI, Bronislaw. Os Argonautas do Pacífi co Ocidental.
In: Os Pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1978 p. 19
Para elaborar um estudo etnográfico, as Ciências Sociais
lançam mão de diversos instrumentos e métodos de pesquisa.
O instrumento, utilizado por Malinowski, calcado na “observação
participante” denomina-se
O princípio do desenvolvimento sustentável é o da utiliza- ção adequada dos recursos disponíveis de forma a atender as necessidades do presente sem comprometer as possibilidades das gerações futuras na satisfação de suas necessidades. Para viabilizar esse princípio, fazem-se necessárias a cooperação de todos os setores da sociedade — governos, empresários, sociedade civil — e a difusão da consciência ambiental com a capacidade de influenciar a opinião pública em várias escalas. Sem dúvida, há uma dificuldade de compatibilizar o modelo de desenvolvimento tecnológico moderno com o desenvolvimento sustentável. Além dos interesses do capital associados ao consumo desenfreado, há impasses representados pelas políticas nacionais que dificultam o equacionamento da questão. Para o sucesso dessa empreitada, com base na leitura acima, é necessário que os grupos sociais representados por associações de caráter ambientalista tenham autonomia, de forma ampla e abrangente, em relação
Um professor utilizou, em sala de aula, a foto e o texto
abaixo.

Um dia, alguns pesquisadores em plena atividade de
campo pediram pouso em uma fazendola comunitária,
perdida em um remoto lugar do interior baiano. E a
resposta veio rápida e sincera, por parte da dona da
casa: “Eu vou-lhes dar abrigo, porque também tenho
filho no mundo."
AB'SÁBER, Aziz Nacib. Os domínios da natureza no Brasil.
São Paulo: Ateliê Editorial, 2003.
Nessa aula, o professor desejava trabalhar a relação natureza-sociedade
no domínio
Pautada nos níveis tecnológicos de produção e nos correspondentes níveis de qualificação da força de trabalho, a Nova Divisão Territorial/Internacional do Trabalho permite distinguir recortes espaciais distintos em sua especialização: espaços que detêm o domínio do capital financeiro e dos investimentos da produção; espaços com certa independência financeira que apresentam níveis intermediários de tecnologia e espaços com grande dependência do capital financeiro com baixo nível de tecnologia. Há, no entanto, outras combinações possíveis. Nesse sentido, o Brasil é um exemplo porque há a conjugação de alta dependência do capital financeiro e níveis tecnológicos que incorporam tanto a dependência de mão de obra extremamente barata (às vezes, escrava) até a presença de níveis expressivos de sofisticação. Essa alta dependência do Brasil, mencionada no texto acima, é marcada, de forma mais expressiva por
Um importante marco histórico do processo de globalização é representado pelo ciclo de crescimento econômico do pós-guerra, acompanhado por novas bases tecnológicas que deram impulso, por exemplo, à indústria automobilística em alguns países. Dessa forma, esse marco histórico do processo da globalização está associado, de forma mais explícita, ao seguinte fator:
Sobre a pobreza africana, considere o texto a seguir. [...] uma linha de interpretação do fenômeno sugere que as economias africanas encontram-se presas a uma “armadilha da pobreza” formada pelas teias entrelaçadas da baixa produtividade agrícola e das moléstias típicas dos climas quentes. [...] Essa teoria sobre a pobreza africana também leva em conta as limitações ao comércio internacional geradas pela ausência de saídas marítimas e pelas distâncias entre as áreas de produção e os portos exportadores. MAGNOLI, Demétrio. O Mundo Contemporâneo. São Paulo: Atual, p.303. 2008. Ainda que não se possa negar que a pobreza africana tem suas origens na herança colonial, por conta das estruturas políticas e econômicas criadas pelas potências europeias, a combinação de todas as teorias leva a entender que o principal fator explicativo para a situação é o(a)

Para acrescentar US$ 1 ao PIB de Santiago, é necessário investir 60% mais recursos do que para gerar US$ 1 em
Helsinque, na Finlândia.
Revista Época. São Paulo: Globo, n. 697, p. 32, 26 set. 2011.
Uma afirmação conclusiva para análise dos gráficos que inclua uma razão para a situação retratada no texto é a seguinte:
Associe os países aos acontecimentos relacionados com as recentes revoltas no mundo árabe.

As associações corretas são:
Considere que a abundância de 13C em um 1 mol de uma
amostra de carbono é igual a 0,10%.
Qual é a massa, em g, de CO2 produzida (apenas com o
isótopo 13C) na combustão completa dessa amostra?
A manufatura do sabão representa uma das práticas mais antigas realizadas pelo homem. Um sabão pode variar de acordo com a sua composição química. Já os detergentes sintéticos, que são substâncias similares aos sabões, podem ser sintetizados para ser do tipo aniônico ou catiônico. Sobre sabões e detergentes, é INCORRETO afirmar que