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Q343408

As sentenças abaixo discorrem sobre Ergonomia.

Baseado no tema, e algumas definições pertinentes,

leia as sentenças e assinale a alternativa correta:

I. A Norma Regulamentadora referente a Ergonomia

visa a estabelecer parâmetros que permitam a

adaptação das condições de trabalho às características

psicofisiológicas dos trabalhadores, proporcionando

máximo de conforto, segurança e um desempenho

eficiente.

II. A ergonomia trata da compreensão das interações

entre os seres humanos e outros elementos de um

sistema, aplica teorias, princípios, dados e métodos, a

projetos que visem a otimizar o bem estar humano e a

performance global dos sistemas.

III. São tópicos irrelevantes à ergonomia física, a postura no

trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos,

distúrbios músculo-esqueléticos relacionados ao

trabalho, projeto de postos de trabalho, segurança e

saúde.

Estão corretas as afirmativas:

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Q343364

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta um ponto de vista de ArturXexéo diretamente relacionado à canção de Chico Buarque:

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Q343369

André pagou um produto em três etapas: 32% do valor A do produto na primeira etapa, 1/4 do restante na segunda etapa e R$ 1.020,00 na terceira etapa. Se o produto foi pago totalmente nas três etapas, então o valor total do produto, em reais, é:

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Q343371

Analisando os números escritos numa seqüência lógica: 3, 6, 10, 15, 21..... podemos dizer que a soma entre o décimo e décimo segundo termos é igual a:

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Q343383

Assinale a alternativa correta sobre as disposições do

artigo 199 da Constituição Federal sobre a assistência

à saúde.

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Q343390

As sentenças abaixo discorrem sobre motivação.

Baseado no tema, analise estas sentenças, e assinale a

alternativa correta:

I.Pode-se dizer que a motivação para o trabalho é um

estado psicológico de disposição, interesse ou vontade

de perseguir, realizar uma meta, uma tarefa.

II.A pessoa motivada para o trabalho apresenta uma

disposição favorável ou positiva para a realização deste

trabalho.

III.A motivação para o trabalho é resultante de uma

complexa interação entre motivos externos e internos,

não sendo influenciada pelos estímulos vindos das

situações e nem do ambiente.

Estão corretas as afirmativas:

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Q343403

Dentro das organizações desenvolve-se o planejamento operacional. Sobre o tema, leia as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta: I.Para a realização de objetivos precisa-se definir quais atividades deverão ser executadas e quais recursos serão necessários para a execução destas atividades. A esse processo dá-se o nome de planejamento estratégico. II.O processo de planejamento operacional compreende algumas etapas, dentre as quais, a análise dos objetivos, o planejamento das atividades e do tempo, planejamento dos recursos, avaliação dos riscos, previsão dos meios de controle. III.Algumas ferramentas administrativas auxiliam as decisões em nível de planejamento operacional, como os cronogramas, orçamentos, organogramas por exemplo. Estão corretas as afirmativas:

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Q343410

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Q343415

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Q343422

Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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Q343427

Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO

INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS

HOSPITALARES S.A. - EBSERH, sobre o que constitui:

“o conjunto das unidades integrantes da administração

central da EBSERH, cujas competências prioritárias

são a articulação, a coordenação, o monitoramento, a

avaliação, o planejamento e a gestão das finalidades da

empresa".

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Q343453

Atribua valores V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmações

que se seguem.

( ) Doenças do trabalho são aquelas que são adquiridas na

sequência do exercício do trabalho em si.

( ) Doenças profissionais são aquelas decorrentes das

condições especiais em que o trabalho é realizado.

( ) A incapacidade parcial é a perda da capacidade para o

trabalho por um período limitado de tempo, após o qual

o trabalhador retorna às suas atividades normais.

De cima para baixo, tem-se:

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Q343460

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Q343465

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Q343472

Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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GABARITO:

  • 1) A
  • 5) E
  • 9) C
  • 13) C
  • 2) B
  • 6) A
  • 10) D
  • 14) C
  • 3) C
  • 7) C
  • 11) A
  • 15) D
  • 4) E
  • 8) C
  • 12) C
  •  
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