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Q343364

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta um ponto de vista de ArturXexéo diretamente relacionado à canção de Chico Buarque:

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Q343369

André pagou um produto em três etapas: 32% do valor A do produto na primeira etapa, 1/4 do restante na segunda etapa e R$ 1.020,00 na terceira etapa. Se o produto foi pago totalmente nas três etapas, então o valor total do produto, em reais, é:

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Q343371

Analisando os números escritos numa seqüência lógica: 3, 6, 10, 15, 21..... podemos dizer que a soma entre o décimo e décimo segundo termos é igual a:

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Q343383

Assinale a alternativa correta sobre as disposições do

artigo 199 da Constituição Federal sobre a assistência

à saúde.

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Q343390

As sentenças abaixo discorrem sobre motivação.

Baseado no tema, analise estas sentenças, e assinale a

alternativa correta:

I.Pode-se dizer que a motivação para o trabalho é um

estado psicológico de disposição, interesse ou vontade

de perseguir, realizar uma meta, uma tarefa.

II.A pessoa motivada para o trabalho apresenta uma

disposição favorável ou positiva para a realização deste

trabalho.

III.A motivação para o trabalho é resultante de uma

complexa interação entre motivos externos e internos,

não sendo influenciada pelos estímulos vindos das

situações e nem do ambiente.

Estão corretas as afirmativas:

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Q343410

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Q343415

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Q343422

Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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Q343427

Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO

INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS

HOSPITALARES S.A. - EBSERH, sobre o que constitui:

“o conjunto das unidades integrantes da administração

central da EBSERH, cujas competências prioritárias

são a articulação, a coordenação, o monitoramento, a

avaliação, o planejamento e a gestão das finalidades da

empresa".

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Q343453

Atribua valores V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmações

que se seguem.

( ) Doenças do trabalho são aquelas que são adquiridas na

sequência do exercício do trabalho em si.

( ) Doenças profissionais são aquelas decorrentes das

condições especiais em que o trabalho é realizado.

( ) A incapacidade parcial é a perda da capacidade para o

trabalho por um período limitado de tempo, após o qual

o trabalhador retorna às suas atividades normais.

De cima para baixo, tem-se:

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Q343460

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Q343465

Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Q343472

Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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Q343477

Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO

INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS

HOSPITALARES S.A. - EBSERH, sobre o que constitui:

“o conjunto das unidades integrantes da administração

central da EBSERH, cujas competências prioritárias

são a articulação, a coordenação, o monitoramento, a

avaliação, o planejamento e a gestão das finalidades da

empresa".

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Q343484

Relacione o tipo de rede da coluna da esquerda com a

respectiva abrangência de cobertura dessas redes da

coluna da direita:

(1 ) WAN ( A) equivalente a uma sala -10 m

(2 ) MAN ( B) equivalente a uma cidade - 10 km

(3 ) PAN ( C) equivalente a um continente - 1.000 km

(4 ) LAN ( D) equivalente a um metro quadrado.

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GABARITO:

  • 1) B
  • 5) A
  • 9) A
  • 13) D
  • 2) C
  • 6) C
  • 10) C
  • 14) A
  • 3) E
  • 7) C
  • 11) C
  • 15) D
  • 4) E
  • 8) D
  • 12) C
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