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As sentenças abaixo discorrem sobre Ergonomia.

Baseado no tema, e algumas definições pertinentes,

leia as sentenças e assinale a alternativa correta:

I. A Norma Regulamentadora referente a Ergonomia

visa a estabelecer parâmetros que permitam a

adaptação das condições de trabalho às características

psicofisiológicas dos trabalhadores, proporcionando

máximo de conforto, segurança e um desempenho

eficiente.

II. A ergonomia trata da compreensão das interações

entre os seres humanos e outros elementos de um

sistema, aplica teorias, princípios, dados e métodos, a

projetos que visem a otimizar o bem estar humano e a

performance global dos sistemas.

III. São tópicos irrelevantes à ergonomia física, a postura no

trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos,

distúrbios músculo-esqueléticos relacionados ao

trabalho, projeto de postos de trabalho, segurança e

saúde.

Estão corretas as afirmativas:

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Numa instalação padrão do Windows 7 assinale a

alternativa que apresenta o único componente que não

é encontrado nativamente:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que apresenta um ponto de vista de ArturXexéo diretamente relacionado à canção de Chico Buarque:

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André pagou um produto em três etapas: 32% do valor A do produto na primeira etapa, 1/4 do restante na segunda etapa e R$ 1.020,00 na terceira etapa. Se o produto foi pago totalmente nas três etapas, então o valor total do produto, em reais, é:

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Analisando os números escritos numa seqüência lógica: 3, 6, 10, 15, 21..... podemos dizer que a soma entre o décimo e décimo segundo termos é igual a:

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Assinale a alternativa correta sobre as disposições do

artigo 199 da Constituição Federal sobre a assistência

à saúde.

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As sentenças abaixo discorrem sobre motivação.

Baseado no tema, analise estas sentenças, e assinale a

alternativa correta:

I.Pode-se dizer que a motivação para o trabalho é um

estado psicológico de disposição, interesse ou vontade

de perseguir, realizar uma meta, uma tarefa.

II.A pessoa motivada para o trabalho apresenta uma

disposição favorável ou positiva para a realização deste

trabalho.

III.A motivação para o trabalho é resultante de uma

complexa interação entre motivos externos e internos,

não sendo influenciada pelos estímulos vindos das

situações e nem do ambiente.

Estão corretas as afirmativas:

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Dentro das organizações desenvolve-se o planejamento operacional. Sobre o tema, leia as sentenças abaixo e assinale a alternativa correta: I.Para a realização de objetivos precisa-se definir quais atividades deverão ser executadas e quais recursos serão necessários para a execução destas atividades. A esse processo dá-se o nome de planejamento estratégico. II.O processo de planejamento operacional compreende algumas etapas, dentre as quais, a análise dos objetivos, o planejamento das atividades e do tempo, planejamento dos recursos, avaliação dos riscos, previsão dos meios de controle. III.Algumas ferramentas administrativas auxiliam as decisões em nível de planejamento operacional, como os cronogramas, orçamentos, organogramas por exemplo. Estão corretas as afirmativas:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba, e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos, o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto, na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres, desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e, por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões, figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO

INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS

HOSPITALARES S.A. - EBSERH, sobre o que constitui:

“o conjunto das unidades integrantes da administração

central da EBSERH, cujas competências prioritárias

são a articulação, a coordenação, o monitoramento, a

avaliação, o planejamento e a gestão das finalidades da

empresa".

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Avalie as três afirmações que se seguem, atribua valores V (verdadeiro) ou F (falso), na ordem que são apresentadas. ( ) A DORT só é caracterizada quando o fator gerador da doença LER tenha sido o trabalho, e para tanto é imprescindível uma vistoria no posto de trabalho para comprovar a existência da tríade – tendão- trauma e incapacidade. ( ) De acordo com nossas leis vigentes nem toda LER pode ser comparada a uma DORT. ( ) “Tenossinovite” refere-se ao processo inflamatório da membrana sinovial que recobre o tendão. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

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Complete o texto a seguir com a alternativa correta. O SESMT é a sigla para Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, sendo uma equipe de profissionais da saúde, que fica dentro das empresas, para proteger à integridade física dos trabalhadores. O SESMT está estabelecido ____________.

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Atribua valores V (verdadeiro) ou F (Falso) às afirmações que seguem, tendo como pressuposto a legislação pertinente dos serviços especializados em engenharia e segurança e em medicina do trabalho. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo. ( ) As empresas cujos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são exigidos de acordo com a NR, e não possuam médico do trabalho e/ou engenheiro de segurança do trabalho, poderão se utilizar dos serviços destes profissionais existentes nos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, se estes tiverem atribuição concedida pelo MTE. ( ) Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de apoiá-la, treiná-la e atendê- la, conforme dispõe a NR 5. ( ) Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco, e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, de acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a intensidade ou característica do agente assim o exija. De cima para baixo, tem-se:

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O órgão responsável por planejar e executar atividades de acreditação de laboratórios de calibração e de ensaios de avaliação de conformidade de produtos para EPI e EPC é o descrito na alternativa:

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Atribua valores V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmações

que se seguem.

( ) Doenças do trabalho são aquelas que são adquiridas na

sequência do exercício do trabalho em si.

( ) Doenças profissionais são aquelas decorrentes das

condições especiais em que o trabalho é realizado.

( ) A incapacidade parcial é a perda da capacidade para o

trabalho por um período limitado de tempo, após o qual

o trabalhador retorna às suas atividades normais.

De cima para baixo, tem-se:

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Analise as afirmativas corretas tendo como tema central o Código de Ética dos profissionais da saúde. I.Respeitar a libido do paciente, conquistando gradualmente a confiança técnica, ética e moral do paciente. Desta forma todo procedimento realizado deve ser explanado, fazendo com que o mesmo se mantenha sempre seguro. II.Não divulgar, em particular ou em público, quaisquer informes que tenham origem nas palavras dos pacientes, mesmo que estes tenham dito que os mesmos não eram segredáveis. Da mesma forma não se deve manter em sigilo as informações clínicas ou de estudo clínico compartilhadas entre a equipe multidisciplinar com o paciente. III.Ter cuidado ao gerar aproximações emocionais com um paciente. Deve haver uma separação formal do profissional e do amigo, do profissional e do esposo. Deve-se utilizar de um ritual formal a ser incorporado para que haja uma sinalização da distinção destas partes do todo. IV. É dever de cada profissional estadiar e admitir os limites de intervenção técnica e ética de sua profissão, encaminhando o paciente a um especialista de acordo com as necessidades clinicas específicas de cada situação, sempre explicando claramente ao paciente. V. Comentar casos de pacientes com outros pacientes com a intenção de encorajá-los, pois isto traz tranquilidade ao enfermo. Estão corretas:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

A contradição a que se refere a primeira frase do texto está corretamente apontada em:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

O título do texto justifica-se, corretamente:

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Dentre as alternativas, a única correta, em relação aos conectivos lógicos, é:

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Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO

INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS

HOSPITALARES S.A. - EBSERH, sobre o que constitui:

“o conjunto das unidades integrantes da administração

central da EBSERH, cujas competências prioritárias

são a articulação, a coordenação, o monitoramento, a

avaliação, o planejamento e a gestão das finalidades da

empresa".

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Relacione o tipo de rede da coluna da esquerda com a

respectiva abrangência de cobertura dessas redes da

coluna da direita:

(1 ) WAN ( A) equivalente a uma sala -10 m

(2 ) MAN ( B) equivalente a uma cidade - 10 km

(3 ) PAN ( C) equivalente a um continente - 1.000 km

(4 ) LAN ( D) equivalente a um metro quadrado.

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Tendo em vista o sentido global do texto, podemos afirmar que a crônica de Artur Xexéo:

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Sobre o trecho indicado a seguir, assinale o único comentário INCORRETO: “Não vai longe o tempo em que reclamava da decadência da folia nas ruas.”

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Plataforma

O Rio vive uma contradição no carnaval que parece

não ter saída. Não vai longe o tempo em que reclamava da

decadência da folia nas ruas. O carnaval tinha se transformado

no desfile de escolas de samba, uma festa elitista que se

resumia ao que acontecia nos limites do Sambódromo e que

era vista por apenas 30 mil pessoas que pagavam caro para

participar da brincadeira. E que só durava duas noites. Para

quem se diz o maior carnaval do mundo, convenhamos que

é muito pouco mesmo. Agora, quando os blocos voltaram a

animar as ruas da cidade durante toda a folia e ainda nas

semanas que a antecedem, o Rio continua reclamando. Tem

bloco demais, tem gente demais, tem pouco banheiro, tem

muito banheiro... Carnaval é festa espontânea. Quanto mais

organizado, pior. Chico Buarque fala sobre isso no ótimo

samba "Plataforma". "Não põe corda no meu bloco/ Nem vem

com teu carro-chefe/ Não dá ordem ao pessoal", já dizia ele

num disco de antigamente. Bem, como antigamente as letras

de Chico sempre queriam dizer outra coisa, é capaz de ele não

estar falando de organização do carnaval. Mas à certa altura

ele é explícito: "Por passistas à vontade que não dancem o

minueto". Para quem está chegando agora, pode parecer o

samba do crioulo doido. Mas o compositor faz uma referência

ao desfile do Salgueiro de 1963, quando "Xica da Silva" foi

apresentada à avenida. A escola "inovou" apresentando uma

ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. Foi um

escândalo. Não pode. Passista tem que desfilar livre, leve e

solto. Falando disso agora, quando passistas não têm a menor

importância, quando eles mal são vistos na avenida, percebese

que o minueto era o de menos. Mas isso é escola de samba,

e o assunto aqui é carnaval de rua (faz tempo que escola de

samba não é carnaval de rua). Com o renascimento dos blocos,

o Rio recuperou a alegria do carnaval nas calçadas, no asfalto,

na areia. E agora? Basta dar uma olhada nas cartas dos

leitores aqui do jornal. Reclama um leitor: "Para os moradores

de Ipanema, (o carnaval de rua 2011) transformou-se num

tormento. Ruas bloqueadas até para o trânsito de pedestres,

desrespeito à Lei do Silêncio, atos de atentado ao pudor e,

por vezes, de vandalismo". Escreve outro, sobre os mijões,

figura que ficou tão popular no período quanto a colombina e o

pierrô: "A Guarda Municipal deveria agir com mais atenção e no

rigor da lei. Está muito sem ação." Mais um: "Com que direito

a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas

da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo,

ocupando vagas de carros que já são tão poucas?" Como se

vê, e voltando a citar o samba do Chico, o carioca tem o peito

do contra e mete bronca quando o assunto é carnaval. Mas

carnaval de rua muito organizado... não sei, não. É como botar

o pessoal que sai nos blocos para dançar o minueto. Carnaval

de rua e organização não combinam.

(Artur Xexéo. Revista O Globo, dezembro de 2011)

Ao longo do texto, faz-se a utilização intensa das aspas. Assinale a alternativa que justifica corretamente o emprego desse sinal de pontuação nos trechos em destaque abaixo: I.Chico Buarque fala sobre isso no ótimo samba “Plataforma” II.A escola “inovou” apresentando uma ala com 12 pares de nobres que dançavam o minueto. III.“Com que direito a prefeitura coloca esses banheiros horrorosos nas avenidas da orla, onde se paga dos IPTUs mais caros do mundo, ocupando vagas de carros que já são tão poucas?”

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A frase “Carlos não passou no vestibular, então vai estudar numa faculdade particular”, eqüivale, logicamente, à frase:

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Assinale a alternativa correta nos termos do REGIMENTO INTERNO DA EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES S.A. - EBSERH.

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Assinale a alternativa correta sobre os critérios relevantes para a participação nos Conselhos de Saúde, nos termos expressos da Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde.

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A soma ou agregação contábil de patrimônios autônomos não resulta em nova ENTIDADE, mas numa unidade de natureza:

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GABARITO:

  • 1) A
  • 9) C
  • 17) C
  • 25) E
  • 2) A
  • 10) C
  • 18) D
  • 26) E
  • 3) B
  • 11) D
  • 19) C
  • 27) B
  • 4) C
  • 12) A
  • 20) C
  • 28) C
  • 5) E
  • 13) E
  • 21) D
  • 29) D
  • 6) E
  • 14) A
  • 22) A
  • 30) A
  • 7) A
  • 15) B
  • 23) D
  •  
  • 8) C
  • 16) B
  • 24) D
  •  
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