Marques e Oliveira (2008) argumentam, à luz dos estudos fenomenológicos, que a constituição do ser intérprete na relação com a comunidade surda envolve mais do que a aquisição da língua de sinais e o domínio da ação de interpretar. A constituição do ser intérprete precisa considerar a experiência de
A fidelidade é um dos fundamentos que todo tradutor e intérprete de línguas deve discutir e entender. De acordo com Arrojo (1986) e Ronái (1987), a prática da fidelidade entre o texto de partida e o texto de chegada é impossível e irreal, pois
As demandas de atuação dos intérpretes de língua de sinais (ILS) se concentram em dois grandes âmbitos: na interpretação comunitária e na interpretação de conferência. Segundo Rodrigues (2012), configura-se interpretação comunitária aquela que se dá na esfera pública, com o intuito de facilitar a comunicação dos não falantes da língua oficial do país, e seu consequente acesso aos provedores de serviços. O intérprete comunitário atua em
Ao incumbir o tradutor e intérprete de Libras, por meio da Lei n. 12.319/2010, uma atuação profissional que zele “pela solidariedade e consciência de que o direito de expressão é um direito social, independentemente da condição social e econômica daqueles que dele necessitem", o Estado preza para que a pessoa surda
As pesquisadoras Flávia Medeiros A. Machado e Heloísa Pedroso de M. Feltes (2015) afirmam ser um equívoco pensar que a substituição das palavras da língua portuguesa por sinais manuais em Libras é o suficiente para o desempenho do tradutor e intérprete de línguas de sinais e português (TILSP). Isso se deve ao fato de que os atos de traduzir e interpretar