De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o absenteísmo é conceituado como um período de ausência laboral atribuído a uma incapacidade do indivíduo. Para vários autores, a doença no trabalho tem relação direta com os modos de trabalhar. Nesse sentido, o absenteísmo é entendido como:
I. o desgaste do trabalhador nos processos de trabalho;
II. um sinal de desequilíbrio;
III. uma resposta à precarização do trabalho.
Está correto o que se afirma em:
Francine é uma assistente social que orienta o seu trabalho pelo Projeto Ético-Político da profissão. Ao elaborar uma proposta de um programa social, ela inicialmente considerou as demandas existentes na instituição; determinou prioridades; e delimitou o âmbito de ação referente ao projeto.
Quando estabeleceu esses itens, Francine definiu:
Na Idade Média, uma importante contribuição à preservação da história e da cultura das civilizações grega e romana, por exemplo, foi alcançada por intermédio do trabalho dos monges copistas da ordem beneditina. Estes, por sua vez, dedicavam-se à tradição de copiar obras tanto com o propósito de atender à obrigação de leitura diária como para aumentar o número de livros em circulação. Contudo, eles se deparavam com algumas dificuldades, com destaque para o alto custo do pergaminho. Por causa disso, obras de menor interesse eram apagadas para que fossem reescritas outras produções no mesmo pergaminho.
Tomando como base os termos aplicados em Teoria da Comunicação, o suporte físico no qual os monges daquele período colocavam iluminuras e letras de famílias e corpo variáveis classifica-se como:
A partir do advento da tipografia, tornou-se possível reproduzir um número expressivo de cópias. O mercado editorial despontou como um filão a ser explorado e os principais centros urbanos do continente europeu trataram de ter uma tipografia, de preferência sob a égide de um impressor germânico.
Sobre o processo de produção do livro em escala industrial, infere-se que:
Esse jornal diário vespertino foi lançado em 1966 por Ruy Mesquita, com um grupo de jornalistas sob o comando de Mino Carta. A proposta era oferecer aos leitores um produto revolucionário do ponto de vista gráfico, ágil e com reportagens que pudessem diferenciá-lo das demais publicações com as quais concorreria nas bancas. A linha editorial do veículo foi destacada na primeira edição: “Vai para a mesma luta, dentro das mesmas normas éticas de intransigência e de responsabilidade. Mas entra na luta com seus próprios meios, com seu estilo próprio, o estilo vibrante, irreverente de um vespertino moderno que visa atingir um público diferente daquele que, normalmente, lê apenas os matutinos, cujo estilo deve ser, forçosamente, mais pesado e mais prolixo".
Trata-se da seguinte publicação: