Quanto à organização curricular, o currículo, assumindo como referência os princípios educacionais garantidos à educação, assegurados no artigo 4° da Resolução n° 04, de 13 de julho de 2010, configura-se como:
A relação professor/aluno em sala de aula é um processo bastante complicado, pois existem, nesse contexto, diversos aspectos a serem analisados, tendo em vista que, para um bom relacionamento entre ambos há necessidade de:
Campos e Silva afirmam que a gestão escolar surge como "orientação e liderança competente, exercida a partir de princípios educacionais democráticos e como referencial teórico para a organização e orientação do trabalho em educação". Nessa perspectiva, pode-se afirmar que a democratização da escola:
Pode-se afirmar que currículo: I. serve para atender as concepções propostas nesse documento e precisa ser pautado no paradigma dinâmico-dialógico, porque vê o homem como um ser social, criador da realidade. II. é entendido como um espaço, um campo de produção e criação de significados. Nele se produz sentido sobre vários campos e atividades sociais e se trabalha também sobre significados recebidos e materiais culturais existentes. III. tal como cultura é zona de produtividade. Essa produtividade pode ser desvinculada do caráter social dos processos e das práticas de significação cultural e de relações sociais. Está correto o que se afirma apenas em:
Sem recursos, estratégias e materiais adaptados que atendam às Necessidades Educacionais Especiais das crianças em situação de deficiência, é muito difícil garantir sua participação efetiva nas atividades propostas, bem como a interação com os outros alunos e professores. A Educação Especial no formato do AEE se constitui, portanto, na ferramenta, no suporte indispensável que viabiliza a escolarização dos alunos em situação de deficiência no ambiente escolar comum. Na perspectiva da Educação Inclusiva o papel da Educação Especial deixa de ser substitutivo e passa a ser: