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Folha de respostas:

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De acordo com a Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993, constitui atribuição privativa do assistente social

De acordo com os Parâmetros Para Atuação dos Assistentes Sociais na Política de Saúde, analise as seguintes afirmativas quanto a uma atuação competente e crítica do Serviço Social na área de saúde.

  1. O assistente social deve conhecer as condições de vida e trabalho dos usuários, bem como os determinantes sociais que interferem no processo saúde–doença.
  2. O assistente social deve estimular a intersetorialidade, tendo em vista realizar ações que fortaleçam a articulação entre as políticas de seguridade social, superando a fragmentação dos serviços e do atendimento às necessidades sociais.
  3. O assistente social deve facilitar o acesso de todo e qualquer usuário aos serviços de saúde da instituição e da rede de serviços e direitos sociais, bem como de forma compromissada e criativa não se submeter à operacionalização de seu trabalho e aos rearranjos propostos pelos governos, que descaracterizam a proposta original do SUS de direito contida no projeto de Reforma Sanitária.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Saúde – desafios de integração e convergência

   A despeito dos imensos desafios, nas últimas décadas, o Brasil constituiu uma realidade de promoção e atenção à saúde ímpar no mundo e inédita em nossa História. A Constituição de 1988 estabeleceu a criação do Sistema Único de Saúde (SUS) e concomitantemente os setores privados, com e sem fins lucrativos, se expandiram.
   Os 30 anos do SUS, recém-completados, sugerem uma reflexão. Obviamente, há muito que avançar na atenção à saúde, mas pode-se concluir que o SUS se tornou um patrimônio nacional. Citando o professor Eugenio Vilaça, “o SUS não é um problema sem solução, é uma solução com problemas”.
   O SUS atende 207 milhões de brasileiros. Os serviços vão desde vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental, passando por vacinação, transplantes, assistência farmacêutica de alto custo, até programas de combate à Aids e à Hepatite C, entre outros.
   Integrado ao sistema filantrópico, o SUS avançou e fez história, apesar de todas as questões que enfrentamos. Seja por sua jornada ainda curta, seja por problemas organizacionais crônicos – especialmente o subfinanciamento da União, além das ineficiências pela estrutura e pela governança fragmentadas,
indicadas em estudo do Banco Mundial –, o SUS apresenta muitos desafios a superar, como o excesso de judicialização, que mina orçamentos e desorganiza planejamentos. Mas não consigo vislumbrar o futuro do Brasil sem esse sistema de saúde.
   Também não consigo enxergar o horizonte sem o incremento da integração com os setores privados, tanto os sem fins lucrativos (filantrópicos) quanto os com fins lucrativos (hospitais, clínicas, serviços de diagnóstico, médicos e outros profissionais da saúde). [...]
   Como dissemos, a parceria filantrópica foi essencial à consolidação do SUS, conexão que se incrementou com a possibilidade de contratos de gestão com organizações sociais (OSs), a partir de 1998. Em 1999 criou-se a alternativa de ação com as organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips). Em 2004 foram regulamentadas as parcerias público-privadas (PPPs), que permitem buscar financiamento particular para projetos de interesse público, incluindo a saúde.
   [...]
   Integração, cooperação, diálogo e intercâmbio entre os mundos público, privado e não governamental são caminhos já comprovadamente bem-sucedidos. Tendo como foco o cidadão e como norte o fortalecimento do SUS e o estímulo à integração desses universos, é preciso pautar discussões e ações acerca do financiamento e regulação do setor; políticas públicas; marco produtivo de desenvolvimento econômico; modelos de gestão, remuneração, organização e assistência; além de recursos humanos, infraestrutura, equipamentos e tecnologias.
   Considerando a mudança no quadro epidemiológico, com a predominância de doenças crônicas, que demandam atenção permanente, sobre doenças agudas, e se quisermos avançar para um sistema brasileiro de saúde inclusivo e qualificado, ético e economicamente sustentável, não há que se desviar
dessa rota colaborativa, mas, sim, investir talento e esforço político para incrementar o intercâmbio de experiências de excelência que o Brasil construiu nos últimos 30 anos, como as inovações em gestão nos setores não governamentais e a estruturação da atenção primária no sistema público. Desafio é
o que não falta, mas caminhos já temos. É só avançar na caminhada da cooperação.

(Paulo Hartung. O Estado de S. Paulo, 07/05/2019. Adaptado.)

A locução prepositiva que dá início ao texto “A despeito de” estabelece, de forma coerente e coesa, uma relação de:

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é o acesso preferencial dos usuários e a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. O Componente Construção do Programa de Requalificação de UBS tem como objetivo permitir o repasse de incentivos financeiros para a construção de UBS municipais e distritais, como forma de prover infraestrutura adequada às Equipes de Atenção Básica para desempenho de suas ações. “Dentre os 4 Portes de UBS a serem financiadas por meio do Componente Construção, classifica-se como UBS PORT II destinada e apta a abrigar, no mínimo, _______ Equipe(s) de Atenção Básica, com número de profissionais compatível a _______ Equipe(s) de Atenção Básica.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

A ventilação mecânica tem como objetivos corrigir a hipoxemia e acidose respiratória, aliviar o trabalho respiratório, reverter ou evitar a fadiga respiratória, reduzir o consumo de oxigênio, dentre outros. Considerando as características das modalidades de ventilação mecânica, diante do exposto, relacione adequadamente as colunas a seguir.

  1. Ventilação Mecânica Controlada (VMC).
  2. Ventilação Assistida/Controlada.
  3. Ventilação Mandatória Intermitente (IMV).
  4. Ventilação com Pressão de Suporte Ventilador (PSV).

( ) Oferece ciclos mandatórios a uma frequência respiratória predeterminada; porém, permite que ciclos espontâneos ocorram entre eles.
( ) O paciente detém o controle sobre o ciclo respiratório; porém, sob assistência de uma pressão positiva nas vias aéreas.
( ) O gás é distribuído a um volume e frequência predeterminados. Sem sincronia com respirações espontâneas do paciente.
( ) A frequência respiratória é controlada pelo paciente, ou seja, o ventilador “percebe” o esforço inspiratório do paciente e “responde” oferecendo-lhe um volume corrente predeterminado.

A sequência está correta em

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