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Folha de respostas:

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É comum à abordagem da Sociologia Jurídica a apresentação de duas tradições na análise da relação entre direito e sociedade, a do consenso ou equilíbrio, apoiada em Durkheim, e a tradição do conflito, de orientação marxista. Alguns autores, como José Eduardo Faria, destacam a importância da visão do direito como um problema de decibilidade normativa de conflitos que superaria essa dicotomia. Considere as afirmativas acerca dessas três abordagens da Sociologia Jurídica:

I. A teoria do consenso encara a ordem como a dominação bem-sucedida da elite.

II. A teoria do consenso baseia-se no fato de que o direito, centrado na lei, é fenômeno social imparcial e neutro.

III. A teoria do conflito vê a ordem como efeito de um acordo sobre os valores sociais e os antagonismos como risco à estabilidade.

IV. A teoria do conflito compreende a ordem como a dominação bem-sucedida da elite.

V. A decibilidade normativa de conflitos concebe a necessidade de a justiça operar como uma ciência social, encarregada de vincular fatos e valores em sínteses temporárias das tensões sociais.

VI. A decibilidade normativa de conflitos permite compreender o direito como ciência formal das normas e, portanto, como fenômeno puramente lógico.

É correto o que se afirma APENAS em:

Georg Simmel, em seu texto clássico A metrópole e a vida mental, menciona profundas alterações emocionais e sensitivas dos seres humanos causadas pela cidade grande. Sobre esse tema é CORRETO afirmar:

Numa sociedade cujos valores socioeconômicos e políticos são pautados pela ideologia liberal clássica, seria CORRETO esperar uma identificação jurídica correspondente a tais valores, admitindo-se a seguinte configuração do direito:

Segundo Edmundo Campos, algumas das características das organizações burocráticas modernas podem ser descritas do seguinte modo: pessoas organizadas a partir da hierarquia de cargos bem definidos; cada cargo possui uma esfera de competência legalmente determinada; a seleção dos candidatos ocorre através de qualificação técnica (exames, diplomas, concursos públicos); a remuneração tem por base um salário; o cargo é tido como a única ou a principal ocupação do funcionário.

A respeito do modelo organizacional descrito acima, é INCORRETO afirmar:

“A tendência de a maioria da população aceitar e aderir ao impulso da sociedade industrial não a torna “menos irracional”. Isso se manifesta quando o interesse “imediato” supera o “interesse real” e a pessoa já não sente a “necessidade de modificar seu estilo de vida, de negar o positivo, de recusar”. O que caracteriza a sociedade industrial avançada é essencialmente o fato de esta criar certas necessidades, expandir a entrega de mercadorias e usar a conquista científica sobre a natureza “para conquistar o homem cientificamente”.” (MARCUSE, Herbert. A ideologia da sociedade industrial: o homem unidimensional. Rio de Janeiro: Zahar, 1982, p. 17).

A passagem acima, acrescida da leitura e compreensão do texto do autor, permite afirmar:

Quando o pesquisador tem a intenção de elaborar pesquisa empírica, o item metodologia da pesquisa de campo representa parte indispensável na construção do projeto de pesquisa. Antes de fazer a pesquisa de campo, o pesquisador precisa definir o universo e a amostra da pesquisa. Imagine a possibilidade de você fazer uma pesquisa numa instituição escolar que possui 20.000 alunos matriculados. Dada a impossibilidade, ou mesmo redundância, em abordar todos os alunos da escola, o pesquisador pode definir uma amostra confiável para a realização da pesquisa.
A respeito do enunciado em questão, é CORRETO afirmar:

Raízes do Brasil é, sem dúvida, um dos livros mais famosos e centrais ao pensamento sociológico sobre o país. Nesse clássico, Sérgio Buarque de Hollanda, baseando-se em Max Weber, trabalha com dois tipos sociais ideais para pensar o Brasil.

Assinale, entre as opções abaixo, aquela que corresponde à noção CORRETA:

Norbert Elias é um dos mais conhecidos sociólogos contemporâneos que desenvolveu uma marcante contribuição à sociologia da cultura ao refletir sobre a sociogênese dos conceitos de “cultura” e “civilização”. Sobre sua abordagem é CORRETO afirmar:

Uma das concepções mais populares sobre ciência no Brasil é a apresentada por Antônio Carlos Gil da seguinte forma: “A ciência pode ser caracterizada como uma forma de conhecimento objetivo, racional, sistemático, geral, verificável e falível”. (GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. São Paulo: Atlas, 1999, p. 20.)

Partindo dessa definição geral, pode-se caracterizar a especificidade da produção sociológica como:

As mudanças tecnológicas e organizacionais do capitalismo contemporâneo pós/1980 apontam para a diminuição da classe operária tradicional e a expansão do trabalho assalariado no setor de serviços. A diferenciação do trabalho é resultado da incorporação do trabalho feminino ao mundo operário, expansão do trabalho parcial, temporário, precário, subcontratado e terceirizado. A reestruturação produtiva exige, ao mesmo tempo, que alguns ramos produtivos requeiram trabalhadores superqualificacados e outros não. (ANTUNES, Ricardo. Adeus ao trabalho?: Ensaio sobre as metamorfoses e a centralidade do mundo do trabalho. 6a ed. São Paulo: Cortez, 1999.)
A esse respeito é CORRETO afirmar que:

“A Modernidade nasceu preocupada com a identidade” e, em especial, com a subjetividade. Forjou uma nova concepção social, oposta à visão de mundo feudal (cosmovisão teocrática). O humanismo renascentista ressaltou a ideia de individualidade e subjetividade e imprimiu a bandeira racional de um mundo produzido pela ação humana. A derrocada das comunas medievais deu lugar ao surgimento do Estado moderno e à permanente tensão entre subjetividade individual e coletiva. Isso ocorreu, em grande medida, porque os princípios constitutivos do mercado e da propriedade privada favoreceram o “triunfo da subjetividade individual”. Do ponto de vista político-jurídico, o paradigma da modernidade liberal procurou equacionar esta contradição estabelecendo, por um lado, um tipo concreto de subjetividade e, por outro, uma concepção abstrata de subjetividade, sem tempo e espaço definidos. Desde então, a matriz desse projeto sociocultural contraditório tem sido acompanhada pelo advento de um supersujeito (Estado) preocupado em estabelecer o “equilíbrio entre regulação social e emancipação social”.” (SANTOS, Boaventura de Sousa. Modernidade, identidade e a cultura de fronteira. Tempo Social. São Paulo, v.5 (1-2), pp.31-52, nov. 1994.)

Dado esse contexto, é CORRETO afirmar:

Raymond Williams, um dos fundadores do que hoje se compreende como o paradigma dos Estudos Culturais, também trouxe contribuição inestimável à sociologia da cultura. Uma das suas mais marcantes afirmações foi a de considerar a cultura “experiência ordinária”. (CEVASCO, Maria Elisa. Para ler Raymond Williams. São Paulo: Paz e Terra, 2001.)

Identifique entre as alternativas abaixo aquela que apresenta a síntese adequada da expressão de Williams:

Quanto ao problema de construção de variáveis na Sociologia, pode-se afirmar CORRETAMENTE:

Entre os inúmeros efeitos econômico-sociais e políticos da revolução dupla revolução pós-século XIX, é possível destacar:

I. A consolidação do capitalismo industrial e o empobrecimento econômico das nações.

II. O aumento da produção, da circulação de mercadorias e do contato entre os países.

III. A expansão da população urbana e o aumento da produtividade no campo.

IV. O surgimento de novas classes sociais e a fragmentação do conceito de Estado-nação.

V. O advento da sociedade de consumo e a redução da cultura do medo urbano.

Estão corretos APENAS os itens:

Sociologicamente, o Estado contemporâneo não possui o monopólico da produção e de aplicação do direito. O direito estatal dominante, afirma Boaventura Sousa Santos, convive com outros modelos de juridicidade. O autor mostra, por exemplo, que o declínio da litigiosidade civil não significa a diminuição dos conflitos sociais, mas o desvio da solução de tais conflitos a outros mecanismos informais de poder mais baratos e rápidos.

Visando democratizar a aplicação do direito na sociedade as conclusões do autor ajudam a:

GABARITO:

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