Em novembro de 2014, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou uma série de dados sobre a participação das regiões no PIB brasileiro. Analise os dados
divulgados no mapa apresentado a seguir.

Com base nos dados do mapa e os conhecimentos sobre a dinâmica regional brasileira, é correto afirmar que, entre 2002 e 2012,
Número de armas
Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes
nas discussões relativas à área da segurança pública.
Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira.
De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios.
O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados.
Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país.
Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário.
Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.
(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)
Nas passagens “... vem solapar ao menos dois argumentos...” (primeiro parágrafo) e “... um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.” (último parágrafo), os termos em destaque significam, respectivamente,
Número de armas
Em boa hora uma pesquisa realizada pelo Ministério Público de São Paulo e pelo instituto Sou da Paz vem solapar ao menos dois argumentos tão incorretos quanto frequentes
nas discussões relativas à área da segurança pública.
Primeiro, a maior parte das armas com as quais se praticam crimes em território paulista não tem sua origem no exterior, mas na própria indústria brasileira.
De acordo com o levantamento, consideradas 10 666 armas de fogo apreendidas em 2011 e 2012, nada menos que 78% delas tinham fabricação nacional – proporção que sobe para 82% quando se levam em conta somente artefatos confiscados vinculados a roubos e 87% no caso de homicídios.
O segundo argumento atingido pelo relatório costuma ser usado por quem apregoa a facilitação do comércio de armas sustentando que as restrições afetam só o “cidadão de bem”, deixando-o indefeso diante de bandidos armados.
Ocorre que, se os artefatos utilizados nos crimes são nacionais, isso significa que um dia eles foram vendidos legalmente no país.
Ou seja, se há muitos criminosos armados, isso se deve, em larga medida, ao comércio legal de armas, que abastece o mercado ilegal; obstruir esse duto resulta num benefício à população, e não o contrário.
Daí a importância de campanhas como a “DNA das Armas”, promovida pelo Ministério Público e pelo Sou da Paz a fim de implantar, no Brasil, um sistema de marcação indelével dos artefatos de fogo.
(Folha de S.Paulo, 05.06.2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita do texto está coerente com seu sentido original e em conformidade com a norma-padrão.
De acordo com o Dicionário Houaiss, a antítese corresponde a uma “figura pela qual se opõem, numa mesma frase, duas palavras ou dois pensamentos de sentido contrário”. Essa definição pode ser aplicada ao seguinte verso do poema:
Tratando o interlocutor como Você e passando os verbos para o futuro, a passagem “... se viemos e nos assentamos à mesa, como nos excluís agora e lançais fora dela e introduzis violentamente os cegos e mancos, e dais os nossos lugares aos hereges?” assume a seguinte redação:
Nas passagens “... todos querem ser atuais, atualíssimos...” e “... pois, ai de nós!, o futuro de hoje é o passado de amanhã...”, as expressões em destaque remetem, respectivamente, para o sentido de
Na expressão “sexual assault”, que ocorre no quarto parágrafo, a palavra “assault” tem, em português, sentido semelhante a
Na prova de condicionamento físico do concurso para Aluno- Oficial PM, uma das baterias da “corrida de 12 minutos” teve a participação de 9 candidatos. Admita que, nessa bateria, a média ritmética das 6 maiores distâncias percorridas tenha sido 50% superior à média aritmética das 3 menores distâncias percorridas. Nesse caso, se a média aritmética das distâncias percorridas pelos 9 candidatos foi 2,4 km, então a média aritmética das 6 maiores distâncias percorridas nessa bateria foi igual, em quilômetros, a
Na figura, os pontos A e B estão sobre o gráfico da função quadrática f ( x ) = x 2 – 6x + 8, e o ponto C situa-se no vértice da parábola.

Sabendo-se que o ponto A situa-se no eixo das ordenadas e que é paralelo ao eixo das abscissas, é correto afirmar que a medida de
é
Observe a imagem a seguir, que mostra parte de um documento sendo editado por meio do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, contendo 3 palavras com recursos distintos de formatação aplicados.
palavra1 palavra2 palavra3
Assinale a alternativa que correlaciona corretamente as palavras e os recursos de formatação aplicados.
Latinoamericanos y africanos forman parte de
la nueva ola inmigratoria que llega a São Paulo
El acento extranjero en el centro de São Paulo marcó la historia de la ciudad. Actualmente, los inmigrantes llegan desde lugares tan distintos como Bolivia o Senegal, y la alcaldía estima que la población inmigrante en la ciudad es de 600.000 personas, la mayoría de ellos viven o trabajan en la región central.
El centro siempre fue una puerta de entrada porque era donde quedaba la Hospedería de Inmigrantes, que funcionaba en el barrio de Mooca, vecino al centro, pero fue desalojada en 1978. En 2014, la llegada de haitianos desde Acre a São Paulo puso en evidencia la necesidad de reabrir un alojamiento para los recién llegados.
Para la peruana Rosa Delgado, São Paulo es sinónimo de trabajo. Salió de Cuzco a los 16 años y solo volvió para buscar artesanías y visitar a la familia. Ya vivió en Bolivia, Chile y Argentina. Para ella, lo más característico de la ciudad, en comparación con los otros lugares en los que vivió, es la gente que vive en la calle. “Es muy específico de São Paulo la forma en que las personas se abandonan”, indicó.
Propaganda
Los haitianos vienen a São Paulo debido a la propaganda de ciudad más rica y avanzada, y están corriendo atrás del dinero. Pero, con los precios cada vez más altos, ahorrar se hace difícil. Por eso, apoyan las protestas callejeras, pero desde lejos. “No puedo hacer como los brasileños, soy inmigrante, pero participaría si tuviera la seguridad de que sería pacífico”, dijo la haitiana Marie Meanty, de 23 años.
Atractivos
“El centro de la ciudad era un espacio privilegiado. Luego, otros barrios comenzaron a valorizarse y se fue vaciando. Por eso existe una edificación con casas amobladas y departamentos subalquilados”, explicó Dulce Baptista, profesora de la PUC-SP.
Pero la profesora encendió un alerta. “El centro viene pasando por un proceso de transformación urbana y la tendencia es la expulsión de la población actual. Los inmuebles que hoy están habitados por los inmigrantes pasan a tener un nuevo uso, dado por la actividad económica que llega a la región”, dijo.
(http://www1.folha.uol.com.br/internacional/ es/loshermanos/2015/01/1580654-latinoamericanos-yafricanos- forman-parte-de-la-nueva-ola-inmigratoria-quellega- a-sao-paulo.shtml. Enero de 2015. Adaptado)
De acordo com o texto, funcionam como sinônimos os termos
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Primavera
1 A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
2 Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
3 Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jaipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
4 Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
5 Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem
dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
6 Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
7 Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento em que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora, se entendeu e amou.
8 Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
9 Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
(MEIRELES, Cecília. "Cecília Meireles - Obra em Prosa‖, Vol. 1. Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1998, p. 366.)
De acordo com o texto, são sinais de chegada da primavera os abaixo relacionados, EXCETO:
Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Primavera
1 A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.
2 Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.
3 Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jaipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.
4 Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.
5 Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem
dançar neste mundo cálido, de incessante luz.
6 Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.
7 Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento em que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora, se entendeu e amou.
8 Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.
9 Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
(MEIRELES, Cecília. "Cecília Meireles - Obra em Prosa‖, Vol. 1. Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1998, p. 366.)
''Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento em que quiserem...'' (§ 7)
Das alterações feitas na passagem acima, está INADEQUADA a correlação entre os tempos verbais em:
São exemplos de distribuições Linux: