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Nosso escritor Afrânio Peixoto escreveu:

Oh exames! – tortura bárbara que o humanismo medieval adotou, legada às idades modernas como o remanescente de uma inquisição sem apelo, exames, vós nos tirastes o encanto da adolescência com as apreensões das notas, a emoção dolorida, ainda nos triunfos, a mágoa suicida do amor-próprio aos erros em público, a injustiça sempre relativa das aprovações que jamais contentam, enfim, esse pré-suplício do inferno, que serão as reprovações...

Assinale a opção que apresenta a afirmação adequada sobre o texto acima.

Leia o texto a seguir.
Se os outros pensam que sou excêntrico e imprevisível, isso se dá porque minhas opiniões e ações são incompatíveis com os princípios deles, se é que os têm; asseguro-lhes que com os meus elas são compatíveis.

Assinale a afirmativa correta sobre sua estruturação.

Negacionismo científico influencia no aumento de doenças evitáveis por vacina no mundo

A vacinação é essencial e representa, além de atitude 
individual, um ato coletivo, segundo o professor Gonzalo 
Vecina Neto.
Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à 
erradicação de algumas doenças mundiais. A criação de 
vacinas e de tratamentos eficazes permitiram esse avanço 
na saúde. Entretanto, de acordo com a Organização 
Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de doenças 
evitáveis por vacina, como difteria, sarampo e meningite, 
tem aumentado recentemente.
As causas desse crescimento são diversas e variam de 
acordo com a localidade. Gonzalo Vecina Neto, professor 
da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de 
São Paulo (USP), comenta dos motivos desse aumento. 
“Em regiões mais pobres, na África e no Sudeste Asiático, 
a explicação desse crescimento é a escassez de vacinas, 
falta de dinheiro para comprar essa forma de proteção. 
Entretanto, nas outras regiões, desenvolvidas ou de renda 
média, as razões são muito mais complexas, de modelo de 
vacinação a negacionismo científico.”
Vacinação 
Segundo o docente, atualmente existem duas formas de 
vacinação adotadas pelas nações: a puericultura e o 
modelo campanhista. No primeiro caso, há o 
acompanhamento total da criança durante a sua infância 
e o seu crescimento, analisando todo o quadro de saúde 
do indivíduo. Por outro lado, as campanhas vacinais, 
como o próprio nome diz, visam apenas à vacinação da 
população. Mesmo os dois modelos sendo eficazes, a 
puericultura é a mais indicada e eficiente a longo prazo.
O Brasil adota, desde 1975, o modelo campanhista de 
vacinação. Até 2015, as campanhas atingiram cerca de 
95% de cobertura vacinal da população. Contudo, após a 
pandemia, casos de enfermidades como a meningite 
voltaram a subir. Segundo a OMS, foram registrados, em 
2024, 26 mil novos casos da doença e aproximadamente 
1.400 mortes em 24 países.
Para o professor, a vacinação é, além de um ato 
individual, uma atitude coletiva. “Quando você protege 
mais de 70% da população, por alguma razão, o agente 
infeccioso não consegue encontrar suscetíveis. Em uma 
população de 100 habitantes, por exemplo, em que 70 
estão vacinados, a chance de o agente contagioso 
encontrar os outros 30 é muito pequena. É um evento 
estatístico. Então, a proteção da sociedade protege a 
todos. Mesmo aqueles que, por alguma razão, não 
tiveram condição de ter acesso à vacina. O processo de 
imunização de populações é um processo coletivo dentro 
da saúde pública”, completa.
Negacionismo
Além dos modelos de imunização, a crescente onda 
negacionista na ciência e a circulação de fake news têm 
contribuído diretamente para o problema. “Uma mentira 
bem contada e repetida muitas vezes se transforma em 
uma verdade. E, dependendo do tipo de mentira que você 
estiver tomando, existe risco de vida. Quando tratamos 
de inverdades a respeito da vacina, isso pode colocar a 
vida de pessoas em risco. Nós estamos vivendo em um 
mundo em transformação, com alta carga de informações 
compartilhadas. É um mundo onde nós estamos tendo 
acesso a uma forma muito violenta à informação sem 
regras”, defende Vecina Neto.
De acordo com a Organização, 138 países reportaram 
casos de sarampo nos últimos 12 meses, sendo que, em 
61, foram registrados grandes surtos. A doença é tida 
como controlada em grande parte dos países 
desenvolvidos e subdesenvolvidos. Porém, os dados 
apresentados demonstram o retrocesso recente nos 
avanços da medicina. Além da queda da cobertura 
vacinal, conflitos novos e as mudanças climáticas são 
agravantes do problema. Dessa maneira, as vacinas são 
essenciais para mudar o cenário atual.

JORNAL USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/radiousp/negacionismo-cientifico-influencia-no-aumento-

de-doencas-evitaveispor-vacina-no-mundo/. Acesso em: 12 jun. 2025. (Adaptado)

Considere os aspectos formal e semântico das frases apresentadas a seguir e assinale a correta.

Negacionismo científico influencia no aumento de doenças evitáveis por vacina no mundo

A vacinação é essencial e representa, além de atitude 
individual, um ato coletivo, segundo o professor Gonzalo 
Vecina Neto.
Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à 
erradicação de algumas doenças mundiais. A criação de 
vacinas e de tratamentos eficazes permitiram esse avanço 
na saúde. Entretanto, de acordo com a Organização 
Mundial da Saúde (OMS), o número de casos de doenças 
evitáveis por vacina, como difteria, sarampo e meningite, 
tem aumentado recentemente.
As causas desse crescimento são diversas e variam de 
acordo com a localidade. Gonzalo Vecina Neto, professor 
da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de 
São Paulo (USP), comenta dos motivos desse aumento. 
“Em regiões mais pobres, na África e no Sudeste Asiático, 
a explicação desse crescimento é a escassez de vacinas, 
falta de dinheiro para comprar essa forma de proteção. 
Entretanto, nas outras regiões, desenvolvidas ou de renda 
média, as razões são muito mais complexas, de modelo de 
vacinação a negacionismo científico.”
Vacinação 
Segundo o docente, atualmente existem duas formas de 
vacinação adotadas pelas nações: a puericultura e o 
modelo campanhista. No primeiro caso, há o 
acompanhamento total da criança durante a sua infância 
e o seu crescimento, analisando todo o quadro de saúde 
do indivíduo. Por outro lado, as campanhas vacinais, 
como o próprio nome diz, visam apenas à vacinação da 
população. Mesmo os dois modelos sendo eficazes, a 
puericultura é a mais indicada e eficiente a longo prazo.
O Brasil adota, desde 1975, o modelo campanhista de 
vacinação. Até 2015, as campanhas atingiram cerca de 
95% de cobertura vacinal da população. Contudo, após a 
pandemia, casos de enfermidades como a meningite 
voltaram a subir. Segundo a OMS, foram registrados, em 
2024, 26 mil novos casos da doença e aproximadamente 
1.400 mortes em 24 países.
Para o professor, a vacinação é, além de um ato 
individual, uma atitude coletiva. “Quando você protege 
mais de 70% da população, por alguma razão, o agente 
infeccioso não consegue encontrar suscetíveis. Em uma 
população de 100 habitantes, por exemplo, em que 70 
estão vacinados, a chance de o agente contagioso 
encontrar os outros 30 é muito pequena. É um evento 
estatístico. Então, a proteção da sociedade protege a 
todos. Mesmo aqueles que, por alguma razão, não 
tiveram condição de ter acesso à vacina. O processo de 
imunização de populações é um processo coletivo dentro 
da saúde pública”, completa.
Negacionismo
Além dos modelos de imunização, a crescente onda 
negacionista na ciência e a circulação de fake news têm 
contribuído diretamente para o problema. “Uma mentira 
bem contada e repetida muitas vezes se transforma em 
uma verdade. E, dependendo do tipo de mentira que você 
estiver tomando, existe risco de vida. Quando tratamos 
de inverdades a respeito da vacina, isso pode colocar a 
vida de pessoas em risco. Nós estamos vivendo em um 
mundo em transformação, com alta carga de informações 
compartilhadas. É um mundo onde nós estamos tendo 
acesso a uma forma muito violenta à informação sem 
regras”, defende Vecina Neto.
De acordo com a Organização, 138 países reportaram 
casos de sarampo nos últimos 12 meses, sendo que, em 
61, foram registrados grandes surtos. A doença é tida 
como controlada em grande parte dos países 
desenvolvidos e subdesenvolvidos. Porém, os dados 
apresentados demonstram o retrocesso recente nos 
avanços da medicina. Além da queda da cobertura 
vacinal, conflitos novos e as mudanças climáticas são 
agravantes do problema. Dessa maneira, as vacinas são 
essenciais para mudar o cenário atual.

JORNAL USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/radiousp/negacionismo-cientifico-influencia-no-aumento-

de-doencas-evitaveispor-vacina-no-mundo/. Acesso em: 12 jun. 2025. (Adaptado)

Nos trechos “Nas últimas décadas, o avanço da medicina levou à erradicação de algumas doenças mundiais.” (linhas 04-05) e “Porém, os dados apresentados demonstram o retrocesso recente nos avanços da medicina.” (linhas 67-69), os termos destacados significam, respectivamente,

A única alternativa em que o acento grave, indicador de crase, foi empregado adequadamente à luz da norma-padrão é:

TEXTO

Em setembro de 2024, um ciclone extratropical transformou a paisagem árida do deserto do Saara. Vários lagos efêmeros surgiram após fortes chuvas que, em apenas alguns dias, deixaram o equivalente a um ano de precipitação no Marrocos, na 
Argélia, Tunísia e Líbia.

Um dos lagos mais proeminentes é o Sebkha el Melah, na Argélia, que revela uma paisagem que lembra um passado muito mais verde e úmido nessa vasta região desértica.

As imagens do satélite Landsat 9 da Nasa mostram um contraste impressionante entre o leito seco do lago, em 12 de agosto de 2024, e o mesmo local cheio de água em 29 de setembro do mesmo ano.

“O lago cobria 191 quilômetros quadrados, com uma profundidade de 2,2 metros, e estava aproximadamente 33% cheio”, disse o pesquisador Moshe Armon, da Universidade Hebraica de Jerusalém, que analisou as imagens e os dados de satélite.

Imagens do Landsat 9 e de outros satélites mostram uma mudança não apenas em Sebkha el Melah, mas também em outros lagos efêmeros perto de Erg Chebbi, no Marrocos, demonstrando como os rios das Montanhas Atlas contribuíram para o fenômeno, de acordo com o site de notícias científicas Live Science.

“Trata-se de um fenômeno transitório raro e em grande parte não documentado”, disse a pesquisadora Joëlle Rieder, do Observatório da Terra da Nasa. Desde 2000, apenas dois eventos semelhantes foram registrados nesse lago, um em 2008 e outro em 2014.

O que é fascinante nesse fenômeno é que ele pode estar oferecendo pistas de como o Saara era há milhares de anos. Entre 11 mil e 5 mil anos atrás, durante o chamado Período Úmido Africano, esse deserto era um lugar muito diferente. Uma oscilação na órbita da Terra havia transformado a região num ambiente muito mais verde e úmido, onde os humanos antigos pintavam cenas de caça em cavernas e de lagos abundantes.

Apesar dessas evidências, há um debate científico sobre o quanto o Saara era realmente úmido naquela época. Modelos climáticos atuais não conseguem reproduzir a precipitação necessária para sustentar os vastos lagos que se acredita terem existido. É nesse ponto que fenômenos como o enchimento do Sebkha el Melah entram em cena.

Armon propõe uma teoria intrigante: 

“Eventos extremos de precipitação, como o ocorrido em setembro no noroeste do Saara, podem ter sido mais frequentes no passado”. Dado o tempo que esses lagos levam para secar (o lago de 2008 persistiu até 2012), eventos semelhantes poderiam ter mantido os 
lagos parcialmente cheios por anos ou décadas, mesmo sem chuvas frequentes.

Essas descobertas são cruciais para compreender não apenas o passado, mas também o futuro climático do Saara. Ainda que as variações orbitais conhecidas como ciclos de Milankovitch tenham sido as principais impulsionadoras do Período Úmido Africano, o impacto da mudança climática atual acrescenta outra camada de complexidade.

As projeções do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) indicam que algumas partes do Saara podem receber mais precipitação com o aumento da temperatura global, enquanto outras podem se tornar ainda mais secas.

“As incertezas dessas projeções são maiores do que as mudanças projetadas”, disse Armon. “O que vai acontecer no Saara ainda não está muito claro, mas esperamos que, com o tempo, possamos entender melhor o futuro do deserto estudando esses fenômenos de preenchimento de lagos.”


Fonte: Wang, Felipe Espinosa. O que os lagos no deserto dizem 
sobre o passado do Saara. Artigo publicado na página da 
Deutsche Welle Brasil. Disponível em: 
<https://www.dw.com/pt-br/o-que-os-lagos-no-deserto-dizemsobre-o-passado-do-saara/a-70609279>. Último acesso no dia 
26 de outubro de 2024. (Texto adaptado)

No trecho “Essas descobertas são cruciais para compreender não apenas o passado, mas também o futuro climático do Saara”, a palavra destacada pode ser substituída, mantendo a norma e o sentido da frase, por:

Assinale a frase a seguir que se apresenta na voz ativa.

Assinale a frase em que os dois termos sublinhados estão em adequada correspondência.

Observe as frases a seguir.

  1. Comprei um casaco de veludo em São Paulo.

  2. O preço do casaco foi alto.

Se juntarmos as duas frases com o auxílio de um pronome relativo, a forma adequada será:

Assinale a frase em que a palavra meio/meia está bem empregada.

Leia o fragmento de texto a seguir.


É esse o maior perigo que hoje ameaça a civilização: a estatização da vida, o intervencionismo do Estado, a absorção de toda espontaneidade social pelo Estado; quer dizer, a anulação da espontaneidade histórica, que afinal de contas sustenta, alimenta
e impulsiona os destinos humanos. (Ortega y Gasset)


Sobre a estruturação ou significação desse fragmento, assinale a afirmativa correta.

Uma nova era para a China

A China encerrou 2024 com dois feitos notáveis. O primeiro: o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu no ano passado os 5% que o governo tinha como meta, ligeiramente abaixo dos 5,2% de 2023. Trata-se de crescimento invejável para a maioria dos países, mas muito aquém daquele que o gigante asiático já produziu em um passado não tão distante.

Reproduzir tal façanha nos próximos anos, contudo, parececada vez mais improvável. Oficialmente, o governo chinês ainda sonha com crescimento de 5% no futuro próximo, mas tal desempenho exigirá bem mais que os estímulos dados por Pequim e que garantiram o cumprimento da meta de crescimento em 2024.

Desafios como a queda dos preços das casas no obscuro mercado imobiliário chinês, desemprego acima de dois dígitos entre os mais jovens e consumo interno fraco são problemas estruturais com os quais Pequim vem tentando lidar com o gradualismo que lhe é característico.

Outro ponto de atenção é o encolhimento populacional, mesmo para um país com mais de 1 bilhão de habitantes. A China registrou declínio de população nos últimos três anos, indicativo de que os chineses, que contam com aparato muito reduzido de proteção social, têm optado por não ter filhos, ou seja, cai o número de trabalhadores e consumidores tão necessários a uma economia que precisará fortalecer cada vez mais a demanda interna.

Isto porque o segundo feito notável conquistado pela China no ano passado, o superávit comercial de quase US$ 1 trilhão (mais de R$ 6 trilhões), não apenas não deve se repetir, como certamente será utilizado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como mais um argumento para limitar as importações norte-americanas de produtos chineses.

A China sabe que precisa calibrar sua política econômica porque o modelo atual, em grande parte bem-sucedido até aqui, pode enfraquecer ainda mais seu mercado doméstico. Os Estados Unidos sabem que precisam diminuir seu déficit comercial gigantesco, pois ele elimina empregos bem remunerados para os norte-americanos, entre outros problemas.

Uma nova era se anuncia para a China. Ao Brasil, que sabiamente resistiu a aderir à Nova Rota da Seda e vem aumentando tarifas de importação sobre veículos elétricos chineses, será necessária ainda mais racionalidade. Do contrário, o País sairá chamuscado na guerra entre as duas potências econômicas globais.

(O Estado de S.Paulo, Opinião, “Uma nova era para a China”, 19.01.2025. Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/uma-nova-era-para-a-china/. Adaptado)

Considere as seguintes passagens do texto:

•  “... o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu noano passado os 5% que o governo tinha como meta, ligeiramente abaixo dos 5,2% de 2023.” (1o parágrafo)

•  “Trata-se de crescimento invejável para a maioriados países, mas muito aquém daquele que o gigante asiático já produziu em um passado não tão distante.” (1o parágrafo)

•  “Ao Brasil, que sabiamente resistiu a aderir à Nova Rota da Seda e vem aumentando tarifas de importação sobre veículos elétricos chineses...” (7o parágrafo)

Considerando-se o emprego dos termos destacados, as passagens permitem, correta e respectivamente, as seguintes interpretações:

Solidariedade africana

Se me perguntassem o que me despertou maior atenção no corrente verão de 2014, no que diz respeito ao nosso comportamento em sociedade, à parte o conflito Israel-Palestina na Faixa de Gaza e a proliferação do vírus do ebola na África Central, responderia que foram os acontecimentos trágicos na pequena localidade de Ferguson, Missouri. O númerocrescente de afro-americanos que morrem nas ruas dos Estados Unidos pela mão das autoridades policiais é assustador, porque embora esteja a acontecer a milhas de distância, diz respeito a todos nós, homens e mulheres e, em particular, a nós os negros.Nenhum negro, em parte nenhuma do mundo, estará seguro enquanto não houver justiça e igualdade de tratamento entre os povos. Nenhum negro se sentirá seguro, porque o valor que é atribuído à nossa vida, independentemente do país ou continente a que chamemos de casa, vale menos do que uma bala. É difícil ser negro, e não apenas pelo racismo que nos vitima, mas acima de tudo porque nós, os negros, nos desrespeitamos e continuamos a perpetuar as políticas discriminatórias eracistas herdadas dos países que nos colonizaram. Isso explica, em boa parte, a falta de influência que as nações africanas detêm em organismos como as Nações Unidas. O que se passa nas ruas da América, desde a fundação daquela grande nação, é um ataque aos direitos humanos.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa, 2023)

Assinale a alternativa em que a frase atende à norma-padrão, considerando-se os aspectos de regência nominal, regência verbal, uso ou não do acento indicativo da crase e colocação pronominal

As frases a seguir mostram comparações.
Assinale a opção em que a comparação realizada não é explicada.

Um código indiano de leis registra o seguinte:

Toda vez que o homem reconhece e confessa ter pecado, libera-se do próprio pecado como uma serpente, da pele velha.

Sobre o significado e a estruturação desse segmento textual, é correto afirmar que

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