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Folha de respostas:

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Na frase: Estamos aqui para a realização das atividades propostas pelos professores. A oração destacada indica:

No mundo, cada vez mais se cristaliza a ideia de que, no

que concerne à gestão das finanças públicas, é necessário

compromisso de médio e longo prazo com a disciplina fiscal.

Diversos países passaram a adotar leis como instrumento

institucional para sinalizar e diminuir a interferência política sobre

tal compromisso, chamado genericamente de lei de

responsabilidade fiscal (LRF). De maneira geral, as LRFs trazem

princípios, objetivos e regras de conduta, que refletem também, em

grande parte, nas leis que tratam do processo orçamentário.

No Brasil, a consolidação dessa cultura acontece a

cada dia, mas ganhou um marco institucional importantíssimo com

a promulgação da Lei Complementar n.º 101/2000. Assim, às

vésperas de um novo século, o país recebeu a sua LRF.

O Brasil pode se orgulhar de ter construído sua própria

LRF, uma lei made in Brazil e que incorpora os aspectos bons e

ruins da cultura brasileira, a partir de um aprendizado internacional.

Não o fez por imposição internacional, mas por uma necessidade

premente e legítima da sociedade.

Hoje, o país se apresenta ao mundo como uma nação

diferenciada, e isso se deve ao progresso institucional realizado nos

últimos vinte anos, iniciado a partir da crença na necessidade de

reforma e de institucionalização dos processos, de padronização de

determinadas condutas, de direcionamento para novos rumos e

correções de eventuais desvios, embora ainda seja necessário

avançar na consolidação dos marcos regulatórios que existem e

construir outros tantos mais.

Paulo Henrique Feijó e Pedro Jucá Maciel. O nascimento da Lei de Responsabilidade

Fiscal e as perspectivas de aprimoramento institucional. In: Revista Digital do

Tribunal de Contas do Estado do Paraná, n.º 13, jul. - set./2015 (com adaptações).

Tomando como base as ideias expressas no texto antecedente,

assinale a opção correta.

Considerando os vocábulos e as expressões empregadas no texto 4A5AAA, assinale a opção correta.

imagem

A respeito das ideias do texto precedente, assinale a opção correta.


Imagine, em relação ao 4º parágrafo, um diálogo entre um cientista e um leigo, nos termos abaixo. “Disse o cientista ao leigo:
Vocês, leigos, representam o atraso, o irracional, pois não evoluem, não abandonam esta cultura de misticismo, desprezando os avanços da ciência.
O leigo respondeu:
- Não é verdade. Nós, leigos, apenas procuramos manter os valores que nos foram passados por nossos ancestrais, mas não impedimos os avanços da ciência.”
Redigindo-se a fala do cientista em discurso indireto, a forma correta é:

“Mal chegamos a Marte, só para descobrir que é um

imenso terreno baldio." Há palavras em português que,

em razão de muitos valores semânticos que expimem,

podem ser classificadas nas frases em diferentes classes.

No trecho acima, a palavra “mal" foi empregada no sentido

de “a custo", “dificilmente", e é classificada como advérbio.

A mesma palavra pode ser empregada como substantivo

e como conjunção. Das frases abaixo, aquela em que a

palavra “mal" está empregada como conjunção é:

“A ciência trouxe avanços espetaculares nas lides de guerra, como os bombardeios com precisão cirúrgica que não poupam civis” (2º §).
Abaixo foram feitas alterações na redação da oração adjetiva do período transcrito acima. Das alterações, aquela em que o emprego do pronome relativo está INCORRETO, pelas normas da língua culta, é:

“A doença DESENCADEIA sintomas semelhantes aos da dengue, porém mais brandos.” (5º §).
O verbo em destaque acima, cuja flexão apresenta formas ditongadas, é do grupo de verbos terminados no infinitivo em –ear, semelhantes, quanto à flexão, à dos verbos terminados em –iar.
Das frases abaixo, com verbos terminados no infinito em –ear e –iar, aquela que está em DESACORDO com as normas de flexão desses verbos é:

Texto para responder às questões de 01 a 10.

Dificilmente, em uma ciência-arte como a

Psicologia-Psiquiatria, há algo que se possa

asseverar com 100% de certeza. Isso porque há

áreas bastante interpretativas, sujeitas a leituras

diversas, a depender do observador e do observado.

Porém, existe um fato na Psicologia-Psiquiatria

forense que é 100% de certeza e não está sujeito a

interpretação ou a dissimulação por parte de quem

está a ser examinado. E revela, objetivamente, dados

do psiquismo da pessoa ou, em outras palavras,

mostra características comportamentais

indissimuláveis, claras e objetivas. O que pode ser

tão exato, em matéria de Psicologia-Psiquiatria, que

não admite variáveis? Resposta: todos os crimes,

sem exceção, são como fotografias exatas e em

cores do comportamento do indivíduo. E como o

psiquismo é responsável pelo modo de agir, por

conse guinte , tem os em todos os crim es,

obrigatoriamente e sempre, elementos objetivos da

mente de quem os praticou.

Por exemplo, o delito foi cometido com

multiplicidade de golpes, com ferocidade na

execução, não houve ocultação de cadáver, não se

verifica cúmplice, premeditação etc. Registre-se que

esses dados já aconteceram. Portanto, são

insimuláveis, 100% objetivos. Basta juntar essas

características comportamentais que teremos algo

do psiquismo de quem o praticou. Nesse caso

específico, infere-se que a pessoa é explosiva,

impulsiva e sem freios, provável portadora de algum

transtorno ligado à disritmia psicocerebral, algum

estreitamento de consciência, no qual o sentimento

invadiu o pensamento e determinou a conduta.

Em outro exemplo, temos homicídio praticado

com um só golpe, premeditado, com ocultação de

cadáver, concurso de cúmplice etc. Nesse caso, os

dados apontam para o lado do criminoso comum, que

entendia o que fazia.

Claro que não é possível, apenas pela

morfologia do crime, saber-se tudo do diagnóstico do

criminoso. Mas, por outro lado, é na maneira como o

delito foi praticado que se encontram características

100% seguras da mente de quem o praticou, a

evidenciar fatos, tal qual a imagem fotográfica revelanos

exatamente algo, seja muito ou pouco, do

momento em que foi registrada. Em suma, a forma

como as coisas foram feitas revela muito da pessoa

que as fez.

PALOMBA, Guido Arturo. Rev. Psique: n° 100

(ed. comemorativa), p. 82.

Para persuadir o ouvinte a chegar a determinada

conclusão, em qualquer matéria polêmica, recorre o

falante a estratégias argumentativas variadas, tais

como:

1.deduções lógicas ou racionais

2.comparações esclarecedoras

3.ilustrações com passagens literárias

4.exemplificação com dados reais

No texto apresentado, vale-se o autor de:

Texto para responder às questões de 01 a 10.

Dificilmente, em uma ciência-arte como a

Psicologia-Psiquiatria, há algo que se possa

asseverar com 100% de certeza. Isso porque há

áreas bastante interpretativas, sujeitas a leituras

diversas, a depender do observador e do observado.

Porém, existe um fato na Psicologia-Psiquiatria

forense que é 100% de certeza e não está sujeito a

interpretação ou a dissimulação por parte de quem

está a ser examinado. E revela, objetivamente, dados

do psiquismo da pessoa ou, em outras palavras,

mostra características comportamentais

indissimuláveis, claras e objetivas. O que pode ser

tão exato, em matéria de Psicologia-Psiquiatria, que

não admite variáveis? Resposta: todos os crimes,

sem exceção, são como fotografias exatas e em

cores do comportamento do indivíduo. E como o

psiquismo é responsável pelo modo de agir, por

conse guinte , tem os em todos os crim es,

obrigatoriamente e sempre, elementos objetivos da

mente de quem os praticou.

Por exemplo, o delito foi cometido com

multiplicidade de golpes, com ferocidade na

execução, não houve ocultação de cadáver, não se

verifica cúmplice, premeditação etc. Registre-se que

esses dados já aconteceram. Portanto, são

insimuláveis, 100% objetivos. Basta juntar essas

características comportamentais que teremos algo

do psiquismo de quem o praticou. Nesse caso

específico, infere-se que a pessoa é explosiva,

impulsiva e sem freios, provável portadora de algum

transtorno ligado à disritmia psicocerebral, algum

estreitamento de consciência, no qual o sentimento

invadiu o pensamento e determinou a conduta.

Em outro exemplo, temos homicídio praticado

com um só golpe, premeditado, com ocultação de

cadáver, concurso de cúmplice etc. Nesse caso, os

dados apontam para o lado do criminoso comum, que

entendia o que fazia.

Claro que não é possível, apenas pela

morfologia do crime, saber-se tudo do diagnóstico do

criminoso. Mas, por outro lado, é na maneira como o

delito foi praticado que se encontram características

100% seguras da mente de quem o praticou, a

evidenciar fatos, tal qual a imagem fotográfica revelanos

exatamente algo, seja muito ou pouco, do

momento em que foi registrada. Em suma, a forma

como as coisas foram feitas revela muito da pessoa

que as fez.

PALOMBA, Guido Arturo. Rev. Psique: n° 100

(ed. comemorativa), p. 82.

Ao substituir-se “um fato” por “fatos”, em: “existe um fato na Psicologia-Psiquiatria forense que é 100% de certeza”, preserva-se a norma de concordância verbal com a seguinte construção modalizadora:

O verbo terem (l. 1) está no plural, porque concorda com:

No quarto parágrafo, a opinião da especialista da ONU se baseia na seguinte ideia:

Raramente as objeções que fazemos dizem respeito apenas aos objetos que aparecem como foco das nossas demandas.(l. 18)
A ideia central contida na frase anterior sugere que, para além do uso do shortinho, a demanda das meninas questiona:

Texto I

OMS recomenda ingerir menos de cinco gramas de sal por dia Se você tem o hábito de pegar no saleiro e polvilhar a comida com umas pitadas de sal, é melhor pensar duas vezes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou esta quinta-feira que um adulto consuma por dia menos de dois gramas de sódio – ou seja, menos de cinco gramas de sal – para reduzir os níveis de pressão arterial e as doenças cardiovasculares. Pela primeira vez, a OMS faz recomendações também para as crianças com mais de dois anos de idade, para que as doenças relacionadas com a alimentação não se tornem crônicas na idade adulta. Neste caso, a OMS diz que os valores devem ainda ser mais baixos do que os dois gramas de sódio, devendo ser adaptados tendo em conta o tamanho, a idade e as necessidades energéticas. Teresa Firmino Adaptado de publico.pt/ciencia

De acordo com o texto, a recomendação para reduzir o sal tem o objetivo de:

Texto I

OMS recomenda ingerir menos de cinco gramas de sal por dia Se você tem o hábito de pegar no saleiro e polvilhar a comida com umas pitadas de sal, é melhor pensar duas vezes. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou esta quinta-feira que um adulto consuma por dia menos de dois gramas de sódio – ou seja, menos de cinco gramas de sal – para reduzir os níveis de pressão arterial e as doenças cardiovasculares. Pela primeira vez, a OMS faz recomendações também para as crianças com mais de dois anos de idade, para que as doenças relacionadas com a alimentação não se tornem crônicas na idade adulta. Neste caso, a OMS diz que os valores devem ainda ser mais baixos do que os dois gramas de sódio, devendo ser adaptados tendo em conta o tamanho, a idade e as necessidades energéticas. Teresa Firmino Adaptado de publico.pt/ciencia

um adulto consuma por dia menos de dois gramas de sódio Para indicar uma ação no presente, o verbo consuma deve assumir a seguinte forma:

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