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Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue os itens subsequentes.

No início do último parágrafo do texto, os travessões foram empregados para isolar informação adicional que se intercala no discurso.

Leia o texto a seguir, antes de responder às

questões 01 a 03:

A formação da cultura na Amazônia tem estado

intimamente ligada à colonização e à economia.

O primeiro esforço de disciplinar as atividades

regionais devemos aos missionários, que intentaram o

aldeamento dos gentios e sua incorporação à civilização

do tipo europeu; e aos reinóis, que se fixaram nestas

paragens, em busca de aventuras ou no desempenho

de funções administrativas. A rebeldia dos indígenas, a

rarefação populacional, a extensão imensa da terra, a

luta contra os invasores nas suas tentativas sortidas, o

desenvolvimento econômico precário – tudo isso

contribuiu para que nada ou quase nada resultasse em

favor da cultura, nesses primeiros tempos, sobretudo

porque pretenderam os brancos fazer que os pelestostadas

ascendessem, de um salto, do totemismo ao

monoteísmo, da barbárie ao cristianismo, do

nomadismo à atividade sedentária, da colheita aleatória

dos bens da terra e da água à cultura sistemática. O

fato, tal qual aconteceu nos longes de 1600 a 1700, se

repete hoje, historicamente, no pouco rendimento

cultural do trabalho da catequese.

Só mesmo o surto da borracha, atraindo massas

humanas para o desertão da Hileia Brasileira, permitiu,

sob bases econômicas favoráveis, a criação de uma

sociedade em que a cultura, na sua extensa gama de

valores, pôde tomar corpo e ser aferida pelos padrões

comuns. (Do livro "Amazônia: Cultura e Sociedade", de

Djalma Batista, p. 68-69)

Sobre as palavras sublinhadas no texto foram dadas as seguintes definições: I.Gentio: aquele que professa a religião pagã II.Totemismo: crença em esculturas de animais, aves etc. III.Ascendessem: progredissem, subissem culturalmente IV.Surto: aumento de qualquer negócio ou atividade comercial V.Hileia: região ocupada pela floresta amazônica Assinale a alternativa correta:

Leia a frase a seguir: Conquanto os dados estatísticos reflitam fielmente as divisões de classe da sociedade, os problemas humanos não podem ser simplesmente descritos por estatísticas. Assinale a alternativa que contém a conjunção que substituiria, sem perda de sentido, o termo “conquanto”:

No que se refere à tipologia e aos sentidos do texto CB8A1AAA, julgue os itens que se seguem.

No texto, a ideia expressa em “o poder político (...) a participação direta do povo” (L. 17 a 19) reforça a ideia expressa em “dever de escutar-se o público” (L.12).

Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue os itens a seguir.

O pronome ele, em “dele” (L.18), refere-se a “o poder político” (L.17).

Com relação a aspectos linguísticos do texto CB8A1BBB, julgue os itens subsequentes.

No início do último parágrafo do texto, os travessões foram empregados para isolar informação adicional que se intercala no discurso.


Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto 19A2AAA,

julgue os itens que se seguem.

A expressão “implementação do tributo” (R. 6 e 7) exprime a ideia central a ser desenvolvida nos parágrafos subsequentes do texto, funcionando como tópico frasal.


Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto 19A2AAA,

julgue os itens que se seguem.

As expressões “No Brasil” (R.6), “No início da República” (R.9) e “Em 1923” (R.20), que situam as ideias e os fatos textuais no tempo histórico e no espaço geográfico brasileiros, funcionam como elementos encadeadores das orações e dos parágrafos do texto, sendo responsáveis, junto com outros elementos textuais, pela progressividade textual.


Acerca das ideias e das estruturas linguísticas do texto 19A2AAA,

julgue os itens que se seguem.

Deduz-se do texto que o imposto de renda instituído no Brasil no início do século passado era um tributo direto, em que os contribuintes, pessoas físicas ou jurídicas, repassavam parte de sua renda anual para o Estado.


No que se refere às ideias e às estruturas linguísticas do texto

19A2BBB, julgue os próximos itens.

Na primeira oração do texto, o termo “Leão” foi empregado de forma simbólica, para denotar a força política exercida pelo Estado sobre a nação brasileira.

O principal objetivo do texto 1 é

No texto 3, o autor tem o objetivo de criticar a

No trecho: “E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso.”, a palavra grifada pode ser substituída, sem perdas semânticas, por

O dito popular “É o feitiço que enfeitiça o feiticeiro.” foi utilizado em um contexto específico do texto 3 e esse dito está denotativamente explicitado em:

Quem são nossos ídolos?

Claudio de Moura Castro

Eu estava na França nos idos dos anos 80. Ligando a televisão, ouvi por

acaso uma entrevista com um jovem piloto de Fórmula 1. Foi-lhe perguntado em

quem se inspirava como piloto iniciante. A resposta foi pronta: Ayrton Senna. O

curioso é que nessa época Senna não havia ganho uma só corrida importante.

Mas bastou ver o piloto brasileiro se preparando para uma corrida: era o primeiro

a chegar no treino, o único a sempre fazer a pista a pé, o que mais trocava ideias

com os mecânicos e o último a ir embora. Em outras palavras, sua dedicação,

tenacidade, atenção aos detalhes eram tão descomunais que, aliadas a seu talento,

teriam de levar ao sucesso.

Por que tal comentário teria hoje alguma importância?

Cada época tem seus ídolos, pois eles são a tradução de anseios, esperanças,

sonhos e identidade cultural daquele momento. Mas, ao mesmo tempo,

reforçam e ajudam a materializar esses modelos de pensar e agir.

Já faz muito tempo, Heleno de Freitas foi um grande ídolo do futebol. Segundo

consta, jactava-se de tomar uma cachacinha antes do jogo, para aumentar

a criatividade. Entrava em campo exibindo seu bigodinho e, após o gol, puxava o

pente e corrigia o penteado. O ídolo era a genialidade pura do futebol-arte.

Mais tarde, Garrincha era a expressão do povo, com sua alegria e ingenuidade.

Era o jogador cujo estilo brotava naturalmente. Era a espontaneidade,

como pessoa e como jogo, e era facilmente amado pelos brasileiros, pois materializava

as virtudes da criação genial.

Para o jogador "cavador", cabia não mais do que um prêmio de consola-

ção. Até que veio Pelé. Genial, sim. Mas disciplinado, dedicado e totalmente

comprometido a usar todas as energias para levar a cabo sua tarefa. E de atleta

completo e brilhante passou a ser um cidadão exemplar.

É bem adiante que vem Ayrton Senna. Tinha talento, sem dúvida. Mas tinha

mais do que isso. Tinha a obsessão da disciplina, do detalhe e da dedicação

total e completa. Era o talento a serviço do método e da premeditação, que são

muito mais críticos nesse desporto.

Há mais do que uma coincidência nessa evolução. Nossa escolha de ídolos

evoluiu porque evoluímos. Nossos ídolos do passado refletiam nossa imaturidade.

Era a época de Macunaíma. Era a apologia da genialidade pura. Só talento,

pois esforço é careta. Admirávamos quem era talentoso por graça de Deus e

desdenhávamos o sucesso originado do esforço. Amadurecemos. Cresceu o

peso da razão nos ídolos. A emoção ingênua recuou. Hoje criamos espaço para

os ídolos cujo êxito é, em grande medida, resultado da dedicação e da disciplina

– como Pelé e Senna.

Mas há o outro lado da equação, vital para nossa juventude. Necessitamos

de modelos que mostrem o caminho do sucesso por via do esforço e da

dedicação. Tais ídolos trazem um ideário mais disciplinado e produtivo.

Nossa educação ainda valoriza o aluno genial, que não estuda – ou que,

paradoxalmente, se sente na obrigação de estudar escondido e jactar-se de não

fazê-lo. O cê-dê-efe é diminuído, menosprezado, é um pobre-diabo que só obtém

bons resultados porque se mata de estudar. A vitória comemorada é a que deriva

da improvisação, do golpe de mestre. E, nos casos mais tristes, até competência

na cola é motivo de orgulho.

Parte do sucesso da educação japonesa e dos Tigres Asiáticos provém

da crença de que todos podem obter bons resultados por via do esforço e da

dedicação. Pelo ideário desses países, pobres e ricos podem ter sucesso, é só

dar duro.

O êxito em nossa educação passa por uma evolução semelhante à que

aconteceu nos desportos – da emoção para a razão. É preciso que o sucesso

escolar passe a ser visto como resultado da disciplina, do paroxismo de dedica-

ção, da premeditação e do método na consecução de objetivos.

A valorização da genialidade em estado puro é o atraso, nos desportos e

na educação. O modelo para nossos estudantes deverá ser Ayrton Senna, o

supremo cê-dê-efe de nosso esporte. Se em seu modelo se inspirarem, vejo

bons augúrios para nossa educação.

Disponível em: http://veja.abril.com.br/idade/educacao/060601/ponto_de_vista.html. Acesso em: jul. 2016.

Em todos os trechos, a narradora inclui o leitor em suas reflexões, EXCETO em:

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