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“É natural no ser humano o desejo de conhecer."

As opções a seguir apresentam justificativas para a presença dessas palavras de Aristóteles no início do texto 1, à exceção de uma. Assinale-a.

Leia o fragmento a seguir.

“Afinal, por toda parte onde olhasse – na escola, em família, nas ruas, em clubes ou igrejas – eu me via cercado de pessoas que não queriam conhecer coisíssima alguma...".

Em relação ao segmento anterior do texto, esse fragmento tem valor de

“- na escola, em família, nas ruas, em clubes ou igrejas –“; nesse segmento do texto, assinale a opção que apresenta o termo que destoa dos demais por não fazer parte do mesmo campo semântico.

Texto 04

Talvez sendo rigorosa, creio que nas escolhas importantes revelamos o que pensamos merecer. Casamento, trabalho, prazer, estilo de vida, nos cuidados ou nos descuidos - não importa. Mas a família, esse chão sobre o qual caminhamos por toda a vida, seja ele esburacado ou plano, ensolarado ou sombrio, não é uma escolha nossa. Porque lhe atribuo uma importância tão grande, para o bem e para o mal, ela tem sido tema recorrente de meu trabalho, em livros, artigos e palestras.
Pela família, com a qual eventualmente nem gostaríamos de conviver, somos parcialmente moldados, condenados ou salvos. Ela nos lega as memórias ternas, o necessário otimismo, a segurança - ou a baixa autoestima e os processos destrutivos. Esse pequeno território é nosso campo de treinamento como seres humanos. Misto de amor e conflito, ela é que nos dá os verdadeiros amigos e os melhores amores.
Para saber o que seria uma família positiva (não gosto do termo "normal"), deixemos de lado os estereótipos da mãe vitimizada, geradora de culpas e raiva; do pai provedor, destinado a trabalhar pelo sustento da família, sem espaço para ter, ele próprio, carinho e escuta; e dos filhos sempre talentosos e amorosos com seus pais. A boa família, na verdade, é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, mesmo ASSIM nos faz sentir aceitos e respeitados. É onde sempre somos queridos e onde sempre temos lugar.

LUFT, Lya. Família: como fazer. Veja, São Paulo, n.44,
p.25, 3 nov. 2004. Artigo de Opinião.

Observe o fragmento e responda à questão:

"A boa família, na verdade, é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, MESMO assim nos faz sentir aceitos e respeitados"

Sobre a função coesiva da palavra ASSIM, no fragmento destacado do Texto 04, pode-se afirmar que:

Texto 04

Talvez sendo rigorosa, creio que nas escolhas importantes revelamos o que pensamos merecer. Casamento, trabalho, prazer, estilo de vida, nos cuidados ou nos descuidos - não importa. Mas a família, esse chão sobre o qual caminhamos por toda a vida, seja ele esburacado ou plano, ensolarado ou sombrio, não é uma escolha nossa. Porque lhe atribuo uma importância tão grande, para o bem e para o mal, ela tem sido tema recorrente de meu trabalho, em livros, artigos e palestras.
Pela família, com a qual eventualmente nem gostaríamos de conviver, somos parcialmente moldados, condenados ou salvos. Ela nos lega as memórias ternas, o necessário otimismo, a segurança - ou a baixa autoestima e os processos destrutivos. Esse pequeno território é nosso campo de treinamento como seres humanos. Misto de amor e conflito, ela é que nos dá os verdadeiros amigos e os melhores amores.
Para saber o que seria uma família positiva (não gosto do termo "normal"), deixemos de lado os estereótipos da mãe vitimizada, geradora de culpas e raiva; do pai provedor, destinado a trabalhar pelo sustento da família, sem espaço para ter, ele próprio, carinho e escuta; e dos filhos sempre talentosos e amorosos com seus pais. A boa família, na verdade, é aquela que, até quando não nos compreende, quando desaprova alguma escolha nossa, mesmo ASSIM nos faz sentir aceitos e respeitados. É onde sempre somos queridos e onde sempre temos lugar.

LUFT, Lya. Família: como fazer. Veja, São Paulo, n.44,
p.25, 3 nov. 2004. Artigo de Opinião.

Os textos 04 e 05 apresentam uma relação intertextual por:

Sobre o que pressupõe a gramática normativa, pode-se afirmar que:

"O resultado SERIA um aplicativo", diz Jó Ueyama, da USP. "Entre outras coisas, AJUDARIA a prevenir doenças ligadas ao estresse."
A forma verbal em destaque, nos dois casos, apresenta a noção aspectual de ação:

Analise o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa respectivamente as lacunas: “Para Vygotsky, os conceitos são construídos e ____________________ de maneira não linear e diferente para cada pessoa. Toda abordagem é feita de maneira _________________ e o cotidiano é sempre em movimento, em transformação. É a Dialética. A palavra é o microcosmo, o início de tudo e tem vários significados, ou seja, é _______________________; a mente vai sendo substituída historicamente pala pessoa, que é sujeito do seu conhecimento."

Analise o fragmento a seguir tirado de “Crepúsculo Sertanejo", Castro Alves.

A tarde morria! Dos ramos, das lascas,

Das pedras, do líquen, das heras, dos cardos,

As trevas rasteiras com o ventre por terra

Saíam, quais negros, cruéis leopardos. – Castro Alves.

Os versos que formam a estrofe acima poderão ser classificados como hendecassílabo, por possuir:

Os substantivos a seguir, “a águia, a mosca, o besouro, o gavião”, serão denominados:

Ao analisar a frase, “[...] um míssil feriu onze pessoas no sul asiático”, pode-se reescrever na voz passiva fazendo uso da seguinte forma verbal:

É substantivo do gênero feminino:

Em qual das alternativas a frase está corretamente escrita?

Analise o caso de metonímia a seguir.

“Tentei comprar o presente de minha sobrinha quando vi a promoção, mas, infelizmente, estava sem um níquel na carteira."

Está correto afirmar que a figura de pensamento em destaque usa:

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