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    • c
    • d

No que se refere aos sentidos e às características tipológicas do texto, julgue os itens que se seguem.

Do texto não é possível concluir se “o pobre namorado" (l. 1)

é Antônio Carlos de Oliveira ou o Sr. Dr. Estêvão Soares.

Analise o seguinte fragmento do Texto 2: “Os indicadores apontam que o problema começa na alta taxa de distorção idade-série do Fundamental, superior a 40% entre adolescentes de 13 a 16 anos”. Para compreender esse trecho, é fundamental que:

Atenção: As questões de números 7 a 14 referem-se ao texto seguinte.

A música relativa

Parece existir uma série enorme de mal-entendidos em torno do lugar-comum que afirma ser a música uma linguagem

universal, passível de ser compreendida por todos. "Fenômeno universal" − está claro que sim; mas "linguagem universal" − até que

ponto?

Ao que tudo indica, todos os povos do planeta desenvolvem manifestações sonoras. Falo tanto dos povos que ainda se

encontram em estágio dito "primitivo" − entre os quais ela continua a fazer parte da magia − como das civilizações tecnicamente

desenvolvidas, nas quais a música chega até mesmo a possuir valor de mercadoria, a propiciar lucro, a se propagar em escala

industrial, transformando-se em um novo fetiche.

Contudo, se essa tendência a expressar-se através de sons dá mostras de ser algo inerente ao ser humano, ela se concretiza

de maneira tão diferente em cada comunidade, dá-se de forma tão particular em cada cultura que é muito difícil acreditar que cada

uma de suas manifestações possua um sentido universal. Talvez seja melhor dizer que a linguagem musical só existe concretizada

por meio de "línguas" particulares ou de "falas" determinadas; e que essas manifestações podem até, em parte, ser compreendidas,

mas nunca vivenciadas em alguns de seus elementos de base por aqueles que não pertençam à cultura que as gerou.

(Adaptado de: MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.12-14)

Atente para as seguintes afirmações: I.No 1º parágrafo, ao distinguir “fenômeno universal” de “linguagem universal”, o autor do texto distingue entre a ocorrência de uma prática planetária e os diferentes sentidos que essa prática ganha em diferentes comunidades. II.No 2º parágrafo, afirma-se que a prática da música está intimamente associada à magia, independentemente do estágio de desenvolvimento das diferentes comunidades humanas. III.No 3º parágrafo, elimina-se a relação de causa e efeito que frequentemente se estabelece entre o nível cultural de um povo e a qualidade da música que ele produz. Em relação ao texto está correto SOMENTE o que se afirma em

Atenção: As questões de números 15 a 20 referem-se ao texto seguinte.

Idades e verdades

O médico e jornalista Drauzio Varella escreveu outro dia no jornal uma crônica muito instigante. Destaco este trecho:

“Nada mais ofensivo para o velho do que dizer que ele tem 'cabeça de jovem'. É considerá-lo mais inadequado do que o rapaz de

20 anos que se comporta como criança de dez. Ainda que maldigamos o envelhecimento, é ele que nos traz a aceitação das

ambiguidades, das diferenças, do contraditório e abre espaço para uma diversidade de experiências com as quais nem sonhávamos

anteriormente."

Tomo a liberdade de adicionar meu comentário de velho: não preciso que os jovens acreditem em mim, tampouco estou aberto

para receber lições dos mocinhos. Nossa alternativa: ao nos defrontarmos com uma questão de comum interesse, discutirmos

honestamente que sentido ela tem para nós. O que nos unirá não serão nossas diferenças, mas o que nos desafia.

(LAMEIRA, Viriato, inédito)

Ao comentar a afirmação de Drauzio Varella, citado no texto, o autor Viriato Lameira propõe que

Leia a tirinha abaixo.


Com a fala do quinto quadrinho, a personagem

Deve-se entender que as afirmações de Drauzio Varella e as do autor do texto mantêm entre si

Leia o texto abaixo e responda às questões

propostas.

Segurança

1 O ponto de venda mais forte do condomínio

era a sua segurança. Havia as mais belas casas, os

jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia,

acima de tudo, segurança. Toda a área era cercada

por um muro alto. Havia um portão principal com

muitos guardas que controlavam tudo por um

circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio

os proprietários e visitantes devidamente

identificados e crachados.

2 Mas os assaltos começaram assim mesmo.

Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.

3 Os condôminos decidiram colocar torres

com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro

lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no

portão de entrada. Agora não só os visitantes eram

obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus

familiares também. Não passava ninguém pelo

portão sem se identificar para a guarda. Nem as

babás. Nem os bebês.

4 Mas os assaltos continuaram.

5 Decidiram eletrificar os muros. Houve

protestos, mas no fim todos concordaram. O mais

importante era a segurança. Quem tocasse no fio

de alta tensão em cima do muro morreria

eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local

um batalhão de guardas com ordens de atirar para

matar.

6 Mas os assaltos continuaram.

7 Grades nas janelas de todas as casas. Era

o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os

altos muros, e o fio de alta-ensão, e as patrulhas, e

os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado,

erguida dentro do perímetro, não conseguiriam

entrar nas casas. Todas as janelas foram

engradadas.

8 Mas os assaltos continuaram.

9 Foi feito um apelo para que as pessoas

saíssem de casa o mínimo possível. Dois

assaltantes tinham entrado no condomínio no banco

de trás do carro de um proprietário, com um

revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a

casa, depois saíram no carro roubado, com crachás

roubados. Além do controle das entradas, passou a

ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair,

só com um exame demorado do crachá e com

autorização expressa da guarda, que não queria

conversa nem aceitava suborno.

10 Mas os assaltos continuaram.

11 Foi reforçada a guarda. Construíram uma

terceira cerca. As famílias de mais posses, com

mais coisas para serem roubadas, mudaram-se

para uma chamada área de segurança máxima. E

foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode

entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num

local predeterminado pela guarda, sob sua severa

vigilância e por curtos períodos.

12 E ninguém pode sair.

13 Agora, a segurança é completa. Não tem

havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo

seu patrimônio. Os ladrões que passam pela

calçada só conseguem espiar através do grande

portão de ferro e talvez avistar um ou outro

condômino agarrado às grades da sua casa,

olhando melancolicamente para a rua.

14 Mas surgiu outro problema.

15 As tentativas de fuga. E há motins

constantes de condôminos que tentam de qualquer

maneira atingir a liberdade.

16 A guarda tem sido obrigada a agir com

energia.

(VERÍSSIMO, Luiz Fernando. http://www.passeiweb.com/estudos

/livros/comedias_para_se_ler_na_escola)

Pode-se depreender da leitura do 11º

parágrafo em diante do texto que, após serem

tomadas as medidas para impedir a entrada e a

saída de pessoas do condomínio, acabando com os

assaltos, alguns condôminos se amotinavam e

tentavam fugir por se sentirem:

Cada opção a seguir apresenta um trecho adaptado de texto jurídico veiculado na Internet. Assinale a opção que apresenta trecho claro, conciso, objetivo e gramaticalmente correto.

Por suas características, o texto lido pode ser classificado como:

Para o autor do texto II, a solução do problema do lixo nas cidades grandes passa pela

No texto III, o pronome isso, em “A partir disso" (l.11), refere-se

Leia o texto a seguir para responder a questão.

O principal objetivo desse texto é

Leia o texto a seguir para responder a questão.

Nos parágrafos finais, o autor cita o pensador Paulo Freire para

I. A expressão “por isso" funciona como um elemento anafórico.

II. O termo “o", no segundo quadrinho, funciona como pronome demonstrativo.

III. Os vocábulos “isso", “este" e “aqui" funcionam como elementos dêiticos.

Estão CORRETAS as afirmativas

Para Coelho Neto (2008), são elementos essenciais das referências de um texto, na sequência:

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