Leia o texto e responda a questão.
O texto tem como informação central
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO.
Leia os enunciados a seguir.
I. O sonho do autor era seguir carreira política e tornar-se um homem direito.
II. O autor evoca um Brasil que ele conheceu antes e que ainda está muito vivo em sua memória.
III. Na contrapartida do sonho do autor está também seu desejo de tornar-se senador federal do Brasil.
IV. No início do texto, Rubem Braga dá a entender que não tem mais esperança de um dia realizar seus sonhos.
As afirmações que contêm interpretações permitidas pelo texto são
LEIA ATENTAMENTE O TEXTO ABAIXO PARA RESPONDER À QUESTÃO.
O sentido da expressão “ir indo ao léu” (l. 7), só não é preservado em
Em "Das transações bancárias às compras do mês, das notícias ao monitoramento dos filhos, dos nossos padrões genéticos aos voas das aeronaves", pode-se afirmar que há uma
A questão refere-se ao seguinte texto:
Que salto faltou a raposa aprender:
A questão refere-se ao seguinte texto:
De acordo com o texto, como era o gato?
A questão refere-se ao seguinte texto:
Que tipo de alerta o pai do menino fez?
(...) como se a experiência do limite sozinha pudesse ser a salvação para alguém que se perdeu. (l. 10-12)
Com base no trecho acima, pode-se caracterizar a experiência do limite como:
potencialmente letal (l. 7)
O significado da palavra sublinhada se relaciona com a ideia de:
Assinale a alternativa que contém o fenômeno linguístico CORRETO da região citada:
Atenção: As questões de números 1 a 4 referem-se ao texto abaixo.
Houve um tempo em que eu comia um monte de coisas e não precisava contar nada para ninguém. Na civilização
contemporânea, on-line, conectada o tempo todo, se não for registrado e postado, não aconteceu. Comeu, jantou, bebeu? Então,
prove. Não está na rede? Então, não vale.
Não estou aqui desfiando lamúrias de dinossauro tecnológico. Pelo contrário: interajo com muita gente e publico ativamente
fotos de minhas fornadas. A vida, hoje, é digital. Contudo, presumo que algumas coisas não precisam deixar de pertencer à esfera
privada. Sendo tudo tão novo nessa área, ainda engatinhamos a respeito de uma etiqueta que equilibre a convivência entre câmeras,
pratos, extroversão, intimidade.
Em meados da década passada, quando a cozinha espanhola de vanguarda ainda povoava os debates e as fantasias de
muitos gourmets, fotografar pratos envolvia um dilema: devorar ou clicar? A criação saía da cozinha, muitas vezes verticalizada,
comumente finalizada com esferas delicadas, espumas fugazes... O que fazer, capturá-la em seu melhor instante cenográfico,
considerando luzes e sombras, e comê-la depois, já desfigurada, derretida, escorrida? Ou prová-la imediatamente, abrindo mão da
imagem? Nunca tive dúvidas desse tipo (o que talvez faça de mim um bom comensal, mas um mau divulgador).
Fotos e quitutes tornaram-se indissociáveis, e acho que já estamos nos acostumando. Mas será que precisa acontecer
durante todo o repasto? Não dá para fazer só na chegada do prato e depois comer sossegado, à maneira analógica? Provavelmente
não: há o tratamento da imagem, a publicação, os comentários, as discussões, a contabilidade das curtidas. Reconheço que, talvez
antiquadamente, ainda sinto desconforto em ver casais e famílias à mesa, nos salões, cada qual com seu smartphone, sem diálogos
presenciais ou interações reais. A pizza esfria e perde o viço; mas a foto chega tinindo aos amigos de rede.
(Adaptado de: CAMARGO, Luiz Américo. Comeu e não postou? Então, não valeu. Disponível em: http://brasil.elpais.com/brasil/2017/01/09/opinion/1483977251_216185.html)
Depreende-se corretamente do texto que
Atenção: As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto abaixo.
Muito antes de nos ensinarem e de aprendermos as regras de bom comportamento socialmente construídas e promovidas, e
de sermos exortados a seguir certos padrões e nos abster de seguir outros, já estamos numa situação de escolha moral. Somos, por
assim dizer, inevitavelmente − existencialmente −, seres morais: somos confrontados com o desafio do outro, o desafio da
responsabilidade pelo outro, uma condição do ser-para.
Afirmar que a condição humana é moral antes de significar ou poder significar qualquer outra coisa representa que, muito
antes de alguma autoridade nos dizer o que é “bem" e “mal" (e por vezes o que não é uma coisa nem outra), deparamo-nos com a
escolha entre “bem" e “mal". E a enfrentamos desde o primeiro momento do encontro com o outro. Isso, por sua vez, significa que,
quer escolhamos quer não, enfrentamos nossas situações como problemas morais, e nossas opções de vida como dilemas morais.
Esse fato primordial de nosso ser no mundo, em primeiro lugar, como uma condição de escolha moral não promete uma vida
alegre e despreocupada. Pelo contrário, torna nossa condição bastante desagradável. Enfrentar a escolha entre bem e mal significa
encontrar-se em situação de ambivalência. Esta poderia ser uma preocupação relativamente menor, estivesse a ambiguidade de
escolha limitada à preferência direta por bem ou mal, cada um definido de forma clara e inequívoca; limitada em particular à escolha
entre atuar baseado na responsabilidade pelo outro ou desistir dessa ação – de novo com uma ideia bastante clara do que envolve
“atuar baseado na responsabilidade".
(Adaptado de: BAUMAN, Zygmunt. Vida em fragmentos: sobre a ética pós-moderna. Trad. Alexandre Werneck. Rio de Janeiro, Zahar,
2011, p. 11-12)
Uma afirmação em consonância com as ideias defendidas no texto está em:
A desigualdade mundial: de 150 euros por mês a 3.000 euros
por mês
A desigualdade mundial contrasta países cuja renda média
por habitante é da ordem de 150-250 euros por mês (África
Subsaariana e Índia) com países onde a renda média por
habitante alcança um patamar entre 2.500-3.000 euros por mês
(Europa Ocidental, América do Norte, Japão) – ou seja, onde as
pessoas ganham vinte vezes mais. A média global, que
corresponde aproximadamente ao nível da China, situa-se em
torno de 600-800 euros mensais.
Essas ordens de grandeza são significativas e merecem ser
guardadas na memória. É preciso salientar, todavia, que são
afetadas por margens de erro significativas: é sempre muito mais
difícil medir a desigualdade entre nações (ou entre épocas
diferentes) do que dentro de um determinado país.
PIKETY, Thomas. O capital no século XXI. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2014, p. 69
Segundo o texto, as ordens de grandeza levantadas são afetadas
por uma margem de erro, definida pelo(a)