A questão refere-se ao texto seguinte:
Todas as características seguintes estão relacionadas à cena reproduzida, exceto:
A questão refere-se a tira seguinte:
Das afirmações seguintes: I. O significado de “raivoso” no contexto é atacado de raiva (hidrofobia), doença que acomete cães. II. O personagem emprega o imperativo “Fujam!” no primeiro quadrinho para alertar as pessoas da presença de um cão “raivoso”. III. A recomendação e o medo das personagens são justificáveis.
A questão refere-se ao texto seguinte:
De acordo com o que se conhece da situação social no Rio de Janeiro, o que são as “milícias" a que o texto faz referência?
O primeiro parágrafo do editorial do jornal Folha de S.Paulo Profissionais domésticos traz a seguinte tese: “Faltou pouco para essa categoria receber equiparação completa com todos os outros trabalhadores do país". Assinale a alternativa cujo trecho destacado ratifica a posição do jornal.
Com a afirmação – ... os buracos negros não eram nada daquilo que a gente não sabia que eram, são outra coisa que a gente nunca vai entender. –, o autor sustenta que, para os leigos, os buracos negros são
Em relação à transcrição da citação feita no 1º§ do
texto, leia as afirmativas a seguir.
I. O vocábulo “mas” exerce função de termo que
estabelece oposição à asserção da oração que o
antecede.
II. “Entretanto isso não é um gasto, mas um
investimento.” é um exemplo de possível reescrita
para o 2º período sem que haja prejuízo semântico.
III. Há um valor contrastivo manifesto pelo enunciador
através de unidades de significado diferentes,
apreendida a partir do contexto apresentado.
IV. A expressão feita é uma constatação isenta de
subjetividade assegurando, deste modo, total
imparcialidade em relação a um assunto de
característica legal.
Estão corretas apenas as afirmativas
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso
indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já
seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias,
e com isso somos invadidos no Facebook com
imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de
cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo,
brownie e feijoada. Se depender do que vejo com
meus filhos - dez e 12 anos -, o tempo dos "selfies"
está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam
a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos
em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de
preconceito para com os colegas.
"'Fulaninha? Tira foto na frente do espelho."
Hábito que pode ser compreensível, contudo.
Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma
física, registrando seus progressos semanais. Ou
apenas entregue, no início da adolescência, à
descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o
caso de quem tira um "selfie" tendo ao fundo a torre
Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou
Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante
que nos acontece - e tudo bem. O problema fica mais
complicado se pensarmos no caso das fotos de
comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma
espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de
fato - uma estada em Paris, o jantar num restaurante
- não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na
viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar
fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo
não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação
não surge do sujeito, surge do objeto. O que me
incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que
fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como
respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e
nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro
rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir
entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem
clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse
mecanismo, que é como o ponteiro único de um
relógio que tem seu mostrador na circunferência do
horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem,
há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto
de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no
visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo
uma careta idiota: dou de costas para o monumento,
mas estou na verdade dando as costas para a vida.
[...]
T a lv e z as c o is a s não se ja m tão
desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos,
depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe
climática que destruam o mundo civilizado, um
pesquisador recupere os "selfies" e as fotos de batata
frita.
"Como as pessoas eram felizes naquela
época!" A alternativa seria dizer: "Como eram tontas!
Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
C O E L H O , Ma r c e l o . D i s p o n í v e l em:
http://www1 .foi ha. uol.co m.b r/fsp/ilu str ad a / 162525-
selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
Um dos processos utilizados para se evitar a repetição de palavras é o emprego de outras que tenham o mesmo significado. Assinale a opção em que os termos se correspondem no texto.
Formando professores profissionais
Estudos sociológicos sobre as profissões demonstram uma
evolução clara no decorrer dos últimos anos e na maior parte dos
ofícios relativos aos profissionais das ciências humanas:
enfermeiros, assistentes sociais, jornalistas... e professores.
Assim, para responder aos desafios sem precedentes da
transformação necessária dos sistemas educacionais, o papel dos
professores deve, necessariamente, evoluir. Na maior parte dos
países ocidentais, o professor está em vias de passar do status de
executante para o de profissional.
Nesse sentido, o profissional é considerado um prático que
adquiriu, através de longos estudos, o status e a capacidade para
realizar com autonomia e responsabilidade atos intelectuais
não rotineiros na busca de objetos inseridos em uma situação
complexa. Essa concepção sociológica do profissional tem
influência sobre as competências de base necessárias para o
exercício desse “novo ofício”.
O que um professor profissional deve ser capaz de fazer?
PERRENOUD, F. et all. Formando professores profissionais. Porto Alegre: Artmed, 2001 (adaptado).
Ao apresentar resultados de “estudos sociológicos” para
fundamentar a tese de que “o papel dos professores deve,
necessariamente, evoluir”, o texto apresenta uma argumentação
desenvolvida por
De acordo com o texto, são fatores que motivam os médicos a se inscreverem no Mais Médicos, EXCETO:
Assinale a alternativa cujo trecho melhor justifica o título do texto.
Releia o trecho a seguir.
“Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Lancet, praticamente nenhum tsimane tinha sinais de artérias entupidas ─ inclusive aqueles com idade avançada."
A parte destacada indica uma: