Leia o texto para responder à questão.
Problema de base
Conselhos profissionais como o de Arquitetura e Veterinária vêm se negando a conceder registro a alunos formados na modalidade de ensino a distância (EaD). É um tremendo imbróglio1 jurídico e pedagógico que ainda vai render muitas sentenças e artigos. É também um bom retrato dos dilemas do ensino brasileiro.
Os conselhos alegam, com uma ponta de razão, que é preciso proteger o público de maus profissionais e que as pessoas graduadas no EaD têm desempenho inferior ao de oriundos do sistema presencial. Já representantes das faculdades afirmam, também com fumaça de bom direito, que não cabe aos conselhos determinar quais cursos prestam e quais não. Essa é uma tarefa do poder público, leia-se MEC, e não das corporações do setor educacional, que têm interesse direto no tamanho do mercado.
O problema hoje é que o Brasil precisa colocar mais jovens no ensino superior, mas nossa educação básica é bastante ruim. O resultado disso é que acabamos dando diplomas de faculdade a alunos que, numa análise qualitativa rigorosa, não deveriam nem ter concluído o ensino médio.
Em tese, não há nada no EaD que o torne intrinsecamente pior. Um estudante aplicado pode, sem sair de casa, obter a melhor formação do mundo (mas não a titulação) fazendo os cursos de grandes professores de Harvard, Yale, Oxford, Sorbonne etc. que estão disponíveis gratuitamente na internet.
Na prática, porém, são os alunos com mais dificuldades econômicas e acadêmicas que acabam optando pelo EaD, contribuindo para a má fama do modal.
A solução para o problema é melhorar muito a educação básica. Como isso não vai ocorrer tão cedo, o próprio MEC, e não as corporações, deveria proceder a uma avaliação seriada do desempenho de estudantes de certos cursos, evitando que eles desperdicem mais tempo e dinheiro numa carreira que não terão condições de exercer.
(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 11.03.2019. Adaptado)
1. imbróglio: confusão.
Leia as frases elaboradas a partir do texto.
• Conselhos profissionais têm a função de conceder um registro aos formandos, porém alguns conselhos têm negado esse registro.
• O diploma universitário certifica que os formandos estão aptos a exercer, com competência, a profissão escolhida, porém há alguns que recebem esse diploma, apesar das enormes deficiências acadêmicas.
De acordo com o emprego e a colocação dos pronomes estabelecidos pela norma-padrão da língua portuguesa, os trechos destacados podem ser substituídos por:
O enunciado em que o pronome destacado pode figurar também depois do verbo a que se vincula é:
Somente uma das frases apresenta correta colocação pronominal, assinale-a.
O emprego das formas pronominais e verbais se dá de modo plenamente adequado na frase:
Atenção: Para responder à questão, considere o texto a seguir.
Preservando as relações de sentido no contexto e respeitando as regras gramaticais, a pergunta que encerra o texto poderia ser substituída por
De acordo com a norma-padrão, a expressão destacada no trecho do texto está corretamente substituída pela expressão entre parênteses na alternativa:
Assinale a alternativa correta quanto à colocação pronominal, de acordo com a norma-padrão.
Na frase final do texto, na oração “tenham como fazê-lo", o pronome destacado refere-se à seguinte informação:
Texto para o item.

Julgue o item no que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto.
“Na teoria, tanto a ciência como a religião estão interessadas acima de tudo na verdade" (linhas de 2 a 4): Teoricamente, ciência e religião interessariam‐se sobre tudo pela verdade.
Analise as frases abaixo, retiradas do último parágrafo do texto:
1 - É indubitável que as minhocas agem sobre o meio transformando-o.
2 - A diferença é que a minhoca faz isso por instinto e nós profissionais o fazemos por vontade, por arbítrio.
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação às frases.
( ) Em 1, a palavra “indubitável" pode ser substituída por “incontestável", sem prejuízo de significado no texto.
( ) Em 1 e 2, o pronome oblíquo “o" funciona como objeto direto e refere-se a “o meio" e “isso", respectivamente.
( ) Em 1 e 2, a conjunção “que" introduz oração subordinada substantiva predicativa.
( ) Em 2, o pronome oblíquo “o" pode ser posposto ao verbo na forma “fazemo-lo", sem desvio da norma culta da língua escrita.
( ) Em 2, a palavra “arbítrio" pode ser substituída por “coação", sem prejuízo de significado no texto.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Embora o texto tenha sido escrito predominantemente em registro formal, verificam-se nele marcas de uso do registro informal. Assinale a alternativa em que se verifica um exemplo de uma dessas marcas em relação à colocação pronominal.
O enunciado em que o pronome destacado pode figurar
também depois do verbo a que se vincula é:
Leia o texto para responder à questão.
Considerando-se as regras de concordância e de colocação pronominal da norma-padrão, as expressões destacadas no trecho “... coletamos informações prontas e não levamos questões reflexivas ao cotidiano..." estarão correta e respectivamente substituídas por

Considerando as regras de regência e de colocação pronominal, assinale a alternativa redigida corretamente.
Leia a tirinha.

Analise as afirmativas abaixo em relação à tirinha.
1. O humor da tirinha reside no fato de a namorada perceber, na fala do namorado, os problemas gramaticais e não gostar deles.
2. Em sua fala, a namorada faz referência à colocação pronominal.
3. O namorado faz a colocação pronominal errada em todas as falas.
4. Para corrigir suas falas, o namorado deveria usar a ênclise em todas as falas.
5. Para corrigir a frase: “Nunca deixe-me!” será necessário usar a próclise, assim: ”Nunca me deixe”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.