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Para que a escola faça algum sentido, os jovens e os seus pais e professores deverão ter um deus a quem servir ou, se possível, vários deuses. Sem eles, a escola é inútil. O famoso aforismo de Nietzsche torna-se aqui relevante: “Aquele que sabe por qual razão viver poderá suportar quase qualquer como”. Isto é válido tanto para a aprendizagem como para a vida. Muito simplesmente, não há modo mais certo de levar o ensino ao seu fim do que não o dotar de um fim. (...)
Um deus, no sentido em que uso a palavra, é o nome de uma grande narrativa, uma narrativa que possui credibilidade, complexidade e poder simbólico suficientes para permitir que o indivíduo organize a vida em função dela.

O Fim da Educação; Postman, Neil

Coesão por elipse consiste no apagamento de um termo do enunciado, uma vez que ele fica subentendido no contexto em que ocorre. Assinale a alternativa em que esse mecanismo de coesão ocorre.

Inclusão não é favor, é dever

A inclusão de alunos com deficiência é um desafio enorme para professores e gestores. Tirando as exceções aqui e ali, a maior parte dos docentes concorda que todos os meninos e meninas têm direito à Educação. A divisão só começa quando o assunto vai para o “como fazer”. Nesse momento, até os corações mais generosos travam. É difícil fazer algo para o qual você não foi preparado. Diante da falta de conhecimento e da diversidade de características físicas e mentais, a questão viaja do polo das boas intenções para o do pragmatismo duro. Como avaliar? Pode reprovar? Está tudo bem mandar para a sala de recursos?
Eu queria dar uns passos atrás. Não quero discutir o “como fazer”, mas falar de algo anterior: qual deve ser o papel da escola para um aluno com deficiência? A resposta é simples e vale, no final das contas, para todos os estudantes. A escola deve garantir que uma pessoa, por meio do conhecimento organizado, tenha um lugar no mundo. Por isso, inclusão não é um favor feito a um aluno coitadinho. É direito do estudante e dever da instituição. Quando o Estado assume uma responsabilidade, ele se compromete tanto com os beneficiários da medida quanto com quem permite que ela seja possível. No caso da Educação, ele se compromete com o aluno e com você. Sem educadores preparados, a inclusão vira um direito vazio. Portanto, cobre formação e boas condições de trabalho. Coloque seus alunos com deficiência nos projetos da escola. Dê visibilidade aos desafios nas redes sociais. Faça barulho. Afinal, professores não são apenas as pessoas que transmitem conhecimento, mas que criam condições para que o aprendizado aconteça. E nenhuma tecnologia será capaz de oferecer isso a seres humanos.
Essa é a razão pela qual propus a pergunta sobre o papel da escola. Muitas vezes, com as tarefas da rotina, nos esquecemos de pensar sobre o que fazemos. Sem pensar nos porquês da inclusão, nunca chegaremos em “como fazer”. Estou convencido que, mais do que nunca, lutar por formação e boas condições de trabalho são tarefas essenciais dos Educadores com E maiúsculo. No Brasil de hoje, lutar pelo básico é revolucionário.
(...)

Leandro Beguoci é diretor editorial e de conteúdo de NOVA ESCOLA [email protected]. FONTE: https://novaescola.org.br/conteudo/15166/inclusao-nao-e-favor-e-dever

Um dos elementos construtivos fundamentais do texto é a coesão textual, que se dá de várias formas. Uma delas é a coesão por elipse, mecanismo em que um termo fica implícito, uma vez que já foi enunciado antes, a fim de que se evite a sua repetição desnecessária. Assinale a alternativa em que a coesão por elipse ocorre.

A charge servirá de base para a questão:

Considere as afirmações acerca do texto:

I. O humor da charge é provocado pela organização estrutural na fala do guarda, a qual provoca uma ambiguidade;

II. Na fala da dona Geny há um exemplo de coesão por reiteração, ao repetir a palavra cachorro;

III. Para que haja maior clareza, o guarda poderia ter dito “os vizinhos estão reclamando que o seu cachorro está correndo atrás das pessoas que passam de moto...";

IV. Não há falta de clareza na linguagem do guarda que permita uma interpretação diferente da pretendida pelo locutor.

Estão corretas apenas:

Utilize o texto III para responder a questão.

No excerto “Este é o motivo pelo qual os eventos são sempre reinterpretados [...]", o termo em destaque realiza uma

Considere as seguintes orações: I. O universo é infinito. II. A infinitude do universo atemoriza o homem. III. O homem deplora sua condição de mortal. Essas três orações constituem um período de redação clara, coerente e correta no seguinte caso:

Texto para responder à questão:

Com relação à coesão textual do período “Toda palavra tem um peso; ele depende disto: de sua expressividade, de sua capacidade de sintetizar uma informação precisa e clara" (linhas de 1 a 3), assinale a alternativa que indica, respectivamente, a função das palavras sublinhadas.

Leia o trecho "Os primeiros pensam que seja alguma coisa simples e óbvia" (1º parágrafo) e assinale a alternativa que apresenta a quem se refere a expressão em destaque.

Na passagem: “...amparado por esse impressionante aparato tecnológico...”, a que se refere a autora ao usar a expressão sublinhada?

Instrução: Leia o texto a seguir e responda à questão.

A respeito de coesão e coerência no texto, assinale a afirmativa INCORRETA.

Instrução: Leia atentamente a charge abaixo e responda à questão.

Em relação a aspectos linguísticos nas falas dos personagens, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A fala do guri pode ser reescrita corretamente da seguinte maneira: A professora disse que melhoramos em matemática, porém não em leitura.
( ) A segunda parte da fala do homem pode ser reescrita em registro formal da seguinte maneira: Para votar, você precisa conhecer somente os números.
( ) O pronome isso, na primeira parte da fala do homem, retoma a fala do guri.
( ) A fala do guri compõe-se de duas orações, uma principal e outra subordinada.

Assinale a sequência correta.

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

Na frase Terminada a tarefa da ciência, restará ainda um derradeiro enigma, mantém-se o sentido caso se substitua o segmento
sublinhado por:

Está plenamente correta, quanto à coesão de seus elementos, a construção da frase:

Há conflitos nos grupos sociais, para esses conflitos concorrem fatores que levam esses conflitos a uma indesejável exacerbação, razão pela qual se deve buscar atenuar a intensidade desses conflitos.

Evitam-se as viciosas repetições da frase acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

No texto 1A1-I, o pronome que inicia o trecho “Isso se tornou um atentado contra o princípio de simplificação” (ℓ. 8 e 9) remete