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A filosofia encontra-se escrita neste grande livro que continuamente se abre perante nossos olhos (isto em o universo), que não se pode compreender antes de entender a língua e conhecer os caracteres com os quais está escrito. Ele está escrito em língua matemática, os caracteres são triângulos, circunferências e outras figuras geométricas, sem cujos maior é impossível entender humanamente as palavras: sem eles, vagamos perdidos dentro de um obscuro labirinto.



Galilei, G. O ensaiador. Os pensadores. São Paulo. Abril Cultural. 1978.

No contexto da Revolução Científica do século CVII, assumir a posição de Galileu significativa defender a

Bastar-se a si mesma a uma meta a que tende a produção da natureza e também o mais perfeito estado. portanto, evidente que toda cidade esta

na natureza e que o homem a naturalmente feito para a sociedade política. Aquele que, por sua natureza e não por obra do acaso, existisse sem

nenhuma pátria seria um individuo detestável, muito acima ou muito abaixo do homem, segundo Homero: um ser sem lar, sem família e sem leis.

ARISTOTELES. A Política. Disponível em: http://.cfh.ufsc.br (adaptado). Para Aristóteles, a cidade resulta de um(a)

Sendo os homens, por natureza, todos livres, iguais e independentes, ninguém pode ser expulso de sua propriedade e submetido ao poder político de outrem sem dar consentimento. A maneira única em virtude da qual uma pessoa qualquer renuncia à liberdade natural e se reveste dos laços da sociedade civil consiste em concordar com outras pessoas em juntar-se e unir-se em comunidade para viverem com segurança, conforto e paz umas com as outras, gozando garantidamente das propriedades que tiverem e desfrutando de maior proteção contra quem quer que não faça parte dela.

LOCKE, J.

Segundo tratado sobre o governo civil. Os pensadores. São Paulo: Nova Cultural, 1978

Segundo a Teoria da Formação do Estado, de John Locke, para viver em sociedade, cada cidadão deve



No centro da imagem, o filósofo Platão é retratado apontando para o alto. Esse gesto significa que o conhecimento se encontra em uma instância na qual o homem descobre a:

Ao falar do caráter de um homem não dizemos que ele é sábio ou que possui entendimento, mas que é calmo ou temperante. No entanto, louvamos também o sábio, referindo-se ao hábito; e aos hábitos dignos de louvor chamamos virtude. ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. São Paulo: Nova Cultural, 1973 . Em Aristóteles, o conceito de virtude ética expressa a

A justiça é a primeira virtude das instituições sociais, como a verdade o é dos sistemas de pensamento. Cada pessoa possui uma inviolabilidade fundada na justiça que nem mesmo o bem-estar da sociedade como um todo pode ignorar. Por essa razão, a justiça nega que a perda de liberdade de alguns se justifique por um bem maior partilhado por todos.

HAWLS, J. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2000 (adaptado).

O filósofo afirma que a ideia de justiça atua como um importante fundamento da organização social e aponta como seu elemento de ação e funcionamento o



TEXTO I

Olhamos o homem alheio às atividades públicas não como alguém que cuida apenas de seus próprios interesses, mas como um inútil; nós, cidadãos atenienses, decidimos as questões públicas por nós mesmos na crença de que não é o debate o empecilho à ação, e sim o fato de que não se estar esclarecido pelo debate antes de chegar a hora da ação.



TEXTO II

Um cidadão pode ser definido por nada mais nada menos que pelo direito de administrar a justiça e exercer funções públicas; algumas destas, todavia, são limitadas quanto ao tempo de exercício, de tal modo que não podem de forma alguma ser exercidas duas vezes pela mesma pessoa, ou somente podem sê-lo depois de certos intervalos e tempo prefixados.



Comparando os textos I e II, tanto para Tucídides (no século V a.C.) quando para Aristóteles (no século IV a.C.) a cidadania era definida pelo (a)

Alguns dos desejos são naturais e necessários; outros, naturais e não necessários; outros, nem naturais nem necessários, mas nascidos de vã opinião. Os desejos que não nos trazem dor se não satisfeitos não são necessários, mas o seu impulso pode ser facilmente desfeito , quando é difícil obter sua satisfação ou parecem geradores de dano.


EPICURO DE SAMOS. Doutrinas principais. In: SANSON, V. F. Textos de filosofia.


Rio de Janeiro. Eduff, 1974.


No fragmento da obra filosófica de Epicuro, o homem tem como fim:

E importante não confundir moralidade — certo e errado — com lei. E claro que a moralidade e a lei muitas vezes coincidem. Por exemplo,

roubar e matar e moralmente errado. Também é contra a lei. Mas a moralidade e a lei não precisam coincidir.

LAW, S. Os arquivos filosóficos. São Paulo: Martins Fontes, 2003.

Quando ha discordância entre moralidade e legalidade na sociedade, ocorre a exist8ncia de

Uma norma só deve pretender validez quando todos os que possam ser concernidos por ela cheguem (ou possam chegar), enquanto participantes de um discurso prático, a um acordo quanto à validade dessa norma.



Segundo Habermas, a validez de uma norma deve ser estabelecida pelo (a)

Até hoje admitia-se que nosso conhecimento de devia regular pelos objetos; porém, todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso conhecimento, malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento.
KANT, I. Critica da razão pura. Lisboa: Calousão-Gulbarkian, 1994 (adaptado).



O trecho em é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana na filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que

A felicidade é, portanto, a melhor, a mais nobre e a mais aprazível coisa do mundo, e esses atributos não devem estar separados como na inscrição existente em Delfos “das coisas, a mais nobre é a mais justa, e a melhor é a saúde; porém o mais doce é ter o que amamos”. Todos estes atributos estão presentes nas mais excelentes atividades, e entre essas a melhor, nós a identificamos como felicidade.
ARISTÓTELES. A Política. São Paulo: Cia. Das Letras, 2010.



Ao reconhecer na felicidade a reunião dos mais excelentes atributos, Aristóteles a identifica como

TEXTO I

O Heliocentrismo não é o “meu sistema", mas a

Ordem de Deus.

COPÉRNICO, N. As revoluções dos orbes celestes [1543].

Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 1984.

TEXTO II

Não vejo nenhum motivo para que as ideias expostas

neste livro (A origem das espécies) se choquem com as

ideias religiosas.

DARWIN, C. A origem das espécies [1859]. São Paulo: Escala, 2009.

Os textos expressam a visão de dois pensadores —

Copérnico e Darwin — sobre a questão religiosa e suas

relações com a ciência, no contexto histórico de construção

e consolidação da Modernidade. A comparação entre

essas visões expressa, respectivamente:

O contrário de um fato qualquer é sempre possível,

pois, além de jamais implicar uma contradição, o espírito

o concebe com a mesma facilidade e distinção como se

ele estivesse em completo acordo com a realidade.

Que o Sol não nascerá amanhã é tão inteligível e não

implica mais contradição do que a afirmação de que ele

nascerá. Podemos em vão, todavia, tentar demonstrar sua

falsidade de maneira absolutamente precisa. Se ela fosse

demonstrativamente falsa, implicaria uma contradição e

o espírito nunca poderia concebê–la distintamente, assim

como não pode conceber que 1 + 1 seja diferente de 2.

HUME, D. Investigação acerca do entendimento humano.

São Paulo: Nova Cultural, 1999 (adaptado).

O filósofo escocês David Hume refere–se a fatos, ou seja,

a eventos espaço–temporais, que acontecem no mundo.

Com relação ao conhecimento referente a tais eventos,

Hume considera que os fenômenos

Hobbes realiza o esforço supremo de atribuir ao

contrato uma soberania absoluta e indivisível. Ensina

que, por um único e mesmo ato, os homens naturais

constituem–se em sociedade política e submetem–se a

um senhor, a um soberano. Não firmam contrato com

esse senhor, mas entre si. É entre si que renunciam, em

proveito desse senhor, a todo o direito e toda liberdade

nocivos à paz.

CHEVALLIER, J. J. As grandes obras políticas de Maquiavel a nossos dias.

Rio de Janeiro: Agir, 1995 (adaptado).

A proposta de organização da sociedade apresentada no texto encontra–se fundamentada na

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