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Veja:
"Vou ficar no alto desta escada e deixar o balão me puxar pra cima."
Caso o autor optasse por substituir a conjunção coordenativa aditiva por uma conjunção subordinativa final, excluindo a forma verbal "deixar" e fazendo as adaptações necessárias, sem mudar o sentido original, o resultado seria:

A respeito dos agentes públicos e dos poderes da administração

pública, julgue os itens que se seguem.

Quando um servidor detentor de cargo de chefia assina expediente em concordância com o conteúdo de ato elaborado por servidor subordinado, está caracterizada uma expressão do poder hierárquico.


Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue os itens a seguir.

A forma verbal “manifestarem” (l.23) está flexionada no plural para concordar com “as pessoas” (l.22).

Em “Li esta frase outro dia e achei perfeito." (1°§), os

verbos destacados expressam uma noção de tempo:

Considere o fragmento abaixo para responder às questões 7 e 8 seguintes.

"Apenas um homem morto e a multidão se espalha, as mesas do café ficam vazias." (12°§)

Em função da necessidade de concordância do verbo com o sujeito a que se refere, pode-se afirmar o seguinte sobre o sujeito da forma “espalha” é:

Em relação às comunicações oficiais e a utilização de pronomes de tratamento, analise as afirmativas a seguir:
I- O termo doutor além de título acadêmico é forma de tratamento e por isso deve ser utilizado indiscriminadamente.
II- Os pronomes de tratamento, embora se refiram à segunda pessoa gramatical levam a concordância para a terceira pessoa.
III - O ofício, o aviso e o memorando são tipos de expedientes que se diferenciam antes pela forma do que pela finalidade.
Está INCORRETO o que se afirma em:



Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do

texto CB3A1AAA, julgue os seguintes itens.

A narradora utiliza a expressão “outra metade da raça

humana" (R.25) para se referir ao gênero masculino.


A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB3A1BBB, julgue

os itens que se seguem.

A correção gramatical e o sentido do texto seriam preservados

caso o vocábulo “amada" (R.12) fosse empregado no

masculino: amado.

Numere os sinais de acordo com a legenda:

Legenda:

1- Verbo simples.

2- Verbo com concordância.

3- Verbo manual.

4- Verbo espacial.

( )

( )

( )

( )


Marque a alternativa que indica a sequência CORRETA:

Em “invernos rigorosos como não se viam há decênios" (quarto parágrafo), a forma verbal em destaque está na voz passiva e pode ser corretamente substituída, sem alteração de tempo nem voz, por:

Tendo em vista a concordância verbal, o verbo está incorretamente flexionado na frase:

'Plano contra crise hídrica é como seguro: para não usar', diz secretário

Documento prevê a implantação de rodízio em

situações de emergência.

Governo de SP apresentou plano nesta quinta-feira,

com 5 meses de atraso.

O secretário estadual de Recursos Hídricos,

Benedito Braga, comparou o plano de contingência

contra a crise hídrica em São Paulo com um

seguro: "estamos fazendo para não usar", afrmou.

O documento, obtido com exclusividade pelo G1

na semana passada, foi apresentado ofcialmente,

com cinco meses de atraso, nesta quinta-feira (19).

Na reunião estavam presentes representantes de

prefeituras da região metropolitana e entidades.

Braga afrmou que o plano demorou para ser

apresentado porque foi um trabalho integrado

entre o estado paulista, municípios, sociedade civil

e universidades. "Obviamente em uma região tão

complexa como a região metropolitana de São Paulo,

o levantamento de dados é muito demorado, não é

muito simples", disse o secretário.

O plano de contingência vai orientar como o poder

público, companhias e sociedade civil devem agir no

caso de seca ou de desabastecimento de água para a

população. O documento também prevê a implantação

de rodízio – cortes sistemáticos na distribuição – em

situações de emergência. De acordo com o secretário

de Recursos Hídricos, a Grande São Paulo está,

atualmente, em estado de atenção.

Três níveis de ações

O plano de contingência, divulgado com

exclusividade pelo G1 na semana passada, considera

ações em três níveis (veja abaixo).

Atualmente, segundo o governo estadual, a

Grande São Paulo está no nível 2 - Alerta porque

os reservatórios ainda estão com níveis baixos. O

secretário de Recursos Hídricos garante, no entanto,

que todas as medidas necessárias para essa situação

já foram tomadas.

"O Cantareira ainda está no volume morto. O Alto

Tietê está com 15% da capacidade. Entretanto, nós

estamos no processo de redução de pressão a noite,

e assim por diante. Essa é uma característica de

redução na demanda quando a perspectiva de oferta

ainda é baixa. Porém não está ainda em uma situação

tão complicada que você não consiga o nível dos

reservatórios estáveis", completou.

Níveis e ações

NÍVEL 1 - ATENÇÃO: deverá ser adotado quando

houver sinais de estiagem prolongada, quando então

passa a existir uma situação de risco elevado de não

ser atendida a demanda de água.

NÍVEL 2 - ALERTA: será adotado quando a

situação dos sistemas de abastecimento chegar a

níveis críticos, podendo comprometer a curto prazo o

atendimento à demanda de abastecimento de água. O

risco de não atendimento é elevado.

"Isso quer dizer que, mesmo se você estiver

fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios

continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível

de emergência. Porque seria necessário não só

reduzir a pressão mas cortar água mesmo, para que

a gente não fcasse dependendo só da água do rio",

explicou o secretário de Recursos Hídricos, Benedito

Braga.

NÍVEL 3 - EMERGÊNCIA: será adotado quando

for eminente o não atendimento da demanda, uma

vez que um ou mais sistemas de abastecimento

estejam sob elevado risco de esvaziamento crítico,

comprometendo o abastecimento de parte da

população com grau de severidade signifcativo.

Neste nível (emergência) serão feitos cortes

sistemáticos no abastecimento de água de modo

a evitar o colapso total de um ou mais sistemas

produtores de água potável. Em caso de emergência,

quando a possibilidade do rodízio existe, o plano

prevê ações como a restrição de água potável para

atividades industriais de grande impacto e atividades

de irrigação.

Caberá à Sabesp, à Secretaria de Recursos

Hídricos e às prefeituras a operação de abastecimento

em pontos prioritários e a requisição, se necessário,

de poços outorgados para a distribuição de água à

população em pontos de apoio.

[...].

Retirado e adaptado de: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/11/

governo-de-sp-apresenta-plano-contra-crise-hidrica-com-5-meses-de

-atraso.html. Acesso em: 09 dez. 2015.

Em “[...] Isso quer dizer que, mesmo se você estiver fazendo tudo isso e o nível dos reservatórios continuar caindo, aí seria necessário acionar o nível de emergência [...]” os verbos em destaque estão

"Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças!

Estímulos Demais... Concentração de Menos"

31 Maio 2015 em Bem-Estar, filhos

Vivemos tempos frenéticos. A cada década que

passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar

mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos

a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E

o mundo infantil foi atingido em cheio por essas

mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta,

veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e

satisfaz) crianças como antigamente!

O iPad, por exemplo, já é companheiro

imprescindível nas refeições de milhares de crianças.

Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo

todo na programação infantil – naqueles canais cujo

volume aumenta consideravelmente durante os

comerciais – mesmo quando elas estão comendo

com o iPad à mesa.

Muitas e muitas crianças têm atividades extracurriculares

pelo menos três vezes por semana,

algumas somam mais de 50 horas semanais de

atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços

escolares.

Existe em quase todas as casas uma profusão

de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas

disponíveis o tempo todo para garantir que a criança

"aprenda coisas" e não "morra de tédio". As pré-

escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos

pré-vestibulares.

Tudo está sendo feito para que, no final,

possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar,

potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo

o tempo disponível para impor às nossas crianças

uma preparação praticamente militar, visando seu

"sucesso". O ar nas casas onde essa preocupação

é latente chega a ser denso, tamanha a pressão

que as crianças sofrem por desenvolver uma boa

competitividade. Porém, o excesso de estímulos

sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que

a criança organize seus pensamentos e atitudes, de

verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as

próprias informações se misturam fazendo com que

a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir,

ver ou fazer.

Além disso, aptidões que devem ser estimuladas

estão sendo deixadas de lado: Crianças não

sabem conversar. Não olham nos olhos de seus

interlocutores. Não conseguem focar em uma

brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade

a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de

um adulto!). Não conseguem ler um livro, por menor

que seja. Não aceitam regras. Não sabem o que é

autoridade. Pior e principalmente: não sabem esperar.

Todas essas qualidades são fundamentais na

construção de um ser humano íntegro, independente

e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas

rotinas.

Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar

a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira,

do telefone e do volante: estamos enlouquecendo

nossas crianças, e as estamos impedindo de entender

e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas

qualidades e talentos. Estamos roubando o tempo

precioso que nossos filhos tanto precisam para

processar a quantidade enorme de informações e

estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.

Calma, gente. Muita calma. Não corramos para

cima da criança com um iPad na mão a cada vez que

ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de

"tédio". Não obriguemos a babá a ter um repertório

mágico, que nem mesmo palhaços profissionais

têm, para manter a criança entretida o tempo todo. O

"tédio" nada mais é que a oportunidade de estarmos

em contato conosco, de estimular o pensamento, a

fantasia e a concentração.

Sugiro que leiamos todos, pais ou não, "O Ócio

Criativo" de Domenico di Masi, para que entendamos

a importância do uso consciente do nosso tempo.

E já que resvalamos o assunto para a leitura:

nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis

estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta

é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a

principal função do livro: parar para ler, para fazer a

mente respirar, aprender a juntar uma palavra com

outra, paulatinamente formando frases e sentenças,

e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.

Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas,

por amor. Deixem que se esparramem em almofadas

e façam sua imaginação voar!

(Fonte: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/)

No sintagma “uma boa competitividade”, a concordância nominal se dá porque

Considere a seguinte frase, para responder às questões 06 e 07. "A unidade indissolúvel entre mãe e filho, na vida e na morte, justifica-se sob a premissa do modo de vida tradicional."

O verbo justificar encontra-se flexionado na voz passiva sintética, assim como a forma verbal da seguinte frase:

Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue os itens seguintes.

Seria mantida a correção do texto caso o trecho 'para que seus

direitos sejam garantidos' (L. 31 e 32) fosse reescrito da

seguinte forma: visando à garantia de seus direitos.

© Aprova Concursos - Al. Dr. Carlos de Carvalho, 1482 - Curitiba, PR - 0800 727 6282