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Muitos familiares tolhem sua própria individualidade e a do portador de transtorno mental (PTM) com um excesso de cuidados, uma hipervigilância. Para Lúcia Rosa, esta hipervigilância se encontra, frequentemente, associada aos seguintes fatores:
cristalização das relações que fixam o PTM no lugar de eterno dependente; intenso nível de fusão entre o cuidador e o PTM
impossibilidade de socialização da experiência da loucura; sentimentos ambivalentes do cuidador pelo diagnóstico psiquiátrico
perspectiva imediatista da família frente aos psicotrópicos; interesse do cuidador no auxílio pecuniário devido ao PTM
ampliação de silêncios entre os demais familiares e aquele considerado o responsável pelas ações do PTM; medo da sexualidade do PTM
redução do campo de negociação entre família e psiquiatria; dificuldade do PTM em gerir a frequência e a quantidade da medicação
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