O sonho de ingressar na Receita Federal pode voltar à pauta a qualquer momento! Como o prazo de validade do último concurso encerrou no final do ano passado (dezembro de 2025), o órgão está livre para solicitar e planejar um novo edital.
Para quem busca salários iniciais que ultrapassam a casa dos R$ 21 mil, o momento de iniciar a preparação não é amanhã, é agora.
E a estratégia mais inteligente para largar na frente é entender exatamente como a temida banca Fundação Getulio Vargas (FGV) cobrou os conteúdos no edital anterior (2022). Confira o raio-X completo das provas e monte o seu planejamento!
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Como foram as provas da Receita Federal?
O concurso da Receita Federal é conhecido por ser um verdadeiro teste de resistência. As provas objetivas e discursivas foram aplicadas em um único final de semana, exigindo um preparo físico e mental gigantesco dos candidatos.
A aplicação foi dividida em dois turnos pesadíssimos, com duração média de 4 a 5 horas cada um:
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Manhã: Prova objetiva de Conhecimentos Básicos.
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Tarde: Prova objetiva de Conhecimentos Específicos + Prova Discursiva.
Raio-X do cargo de Auditor-Fiscal
O cargo de elite do órgão, o Auditor-Fiscal, exige um nível de aprofundamento absurdo. Na última prova, os candidatos enfrentaram uma maratona de 200 questões de múltipla escolha.
Além disso, a prova discursiva foi pesada: os candidatos tiveram que elaborar duas questões dissertativas complexas baseadas exclusivamente nos conteúdos de Conhecimentos Específicos.
A prova objetiva exigiu o domínio das seguintes disciplinas:
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Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional e Direito Administrativo.
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Conhecimentos Específicos: Direito Tributário, Legislação Tributária, Auditoria, Contabilidade Geral e Avançada, Administração Geral e Pública e Economia.
O cargo de Analista-Tributário
Para o cargo de Analista-Tributário, o volume de questões foi ligeiramente menor, mas com a mesma profundidade típica da FGV. Foram 140 questões objetivas no total.
A prova discursiva para Analista foi composta por apenas uma questão dissertativa, valendo 30 pontos. As disciplinas cobradas foram:
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Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Raciocínio Lógico, Direito Constitucional e Direito Administrativo.
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Conhecimentos Específicos: Direito Tributário, Legislação Aduaneira, Administração Pública, Contabilidade e Comércio Internacional.
Critérios para não ser eliminado (O terror da FGV)
O grande desafio do último concurso não foi apenas o volume da prova, mas a régua altíssima para evitar a desclassificação. Para ter a redação corrigida, o candidato precisava cumprir três regras obrigatórias:
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Obter, no mínimo, 50% de acertos no bloco de Conhecimentos Básicos.
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Obter, no mínimo, 50% de acertos no bloco de Conhecimentos Específicos.
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Não zerar (não tirar nota zero) em nenhuma das disciplinas cobradas, por menor que fosse o peso dela no edital.
