Nesta semana os professores Guilherme Shibata e Cleuza Cecato falam sobre a importância da obra de James Baldwin. Saiba como as propostas de leitura de realidade de Baldwin podem ser trazidas para os problemas atuais do Brasil.

O escritor norte-americano James Baldwin, escreveu sobre homossexualidade, ativismo negro e questões de gênero ainda na primeira metade do século XX. Trata-se de um intertexto a ser renovado nas reflexões, principalmente por sua obra ter inspirado recentemente o documentário que foi indicado ao Oscar da categoria em 2017: “Eu não sou seu negro”.

Aproveitando o início de um novo mês eles propõem novas reflexões sobre velhos temas, amparadas em abordagens clássicas que estão em fase de relançamento nacional e mundial. Assista:

Nos links abaixo você fica ainda mais bem informado sobre James Baldwin, tema do Aprova Atualidades 93. Confira!

Por que conhecer a obra de James Baldwin

James Baldwin

Eu Não Sou Seu Negro

Baseado no livro inacabado do escritor James Baldwin, o documentário compara as propostas dos líderes ativistas Medgar Evers, Malcolm X e Martin Luther King com questões raciais contemporâneas.

Obra de James Baldwin chega a Portugal 30 anos após a sua morte

Pela primeira vez, a obra do escritor norte-americano James Baldwin vai estar disponível em Portugal, com a publicação, na terça-feira, do romance “Se esta rua falasse”, escrito há mais de 40 anos e agora editado pela Alfaguara.

Por que a obra de James Baldwin precisa ser lida no Brasil

Ao assistir aos primeiros minutos do documentário “Eu não sou seu negro”, é difícil não se perguntar o que o escritor e ativista James Baldwin americano teria a dizer sobre os Estados Unidos do presente, que em 2016 elegeram Donald Trump.

Vida e obra de James Baldwin

James Baldwin nasceu em um hospital do Harlem, em Nova York, em 2 de agosto de 1924. Veio ao mundo tão raquítico e pequeno, respirando mal, que o médico afirmou que não passaria dos cinco anos. Filho de pai que nunca conheceu, vivia em ambiente de miséria com oito irmãos.

‘Moonlight’ é escolhido melhor filme do Oscar 2017, após confusão com os apresentadores

“Moonlight” foi escolhido melhor filme do Oscar após confusão com os apresentadores Faye Dunaway e Warren Beatty, que anunciaram o vencedor errado. Os atores apresentavam a categoria final, neste domingo (26), e disseram que “La La Land” havia levado a estatueta, após erro da organização do evento.

Quando setembro vier

Robert Talbot (Rock Hudson), um rico empresário americano, é dono de uma casa de campo na Itália, onde tradicionalmente passa somente um mês por ano: setembro. Só que quando ele decide aparecer antes, em julho, encontra a casa cheia de pessoas desconhecidas. Isso porque o seu caseiro Maurice Clavell (Walter Slezak) transformou-a em um hotel nos meses em que o patrão não visita o lugar. Além disso, as barulhentas hóspedes adolescentes reclamam um grupo de garotos que as perseguem, fazendo com que Robert queria protege-las, e para completar, ele se encanta com a bela Lisa (Gina Lollobrigida), que está noiva de outro homem.

Crônica de Lima Barreto

Esta crônica integra o livro Sátiras & outras subversões, que traz textos de Lima Barreto publicados sob pseudônimo e que permaneceram desconhecidos dos leitores por mais de um século

ABL frustra expectativas de campanha por Conceição Evaristo e elege Cacá Diegues como novo imortal

A Academia Brasileira de Letras (ABL) escolheu na tarde desta quinta-feira o cineasta Cacá Diegues, de 78 anos, para ocupar a cadeira de número 7 da instituição, vaga desde abril deste ano com a morte do também cineasta Nelson Pereira dos Santos. A entidade literária frustrou a expectativa daqueles que esperavam que a escolhida fosse a escritora Conceição Evaristo. Negra e nascida em uma comunidade de Belo Horizonte há 71 anos, sua candidatura foi impulsionada por movimentos negros e feministas que buscam uma maior representatividade dentro da ABL, composta por 40 membros efetivos e perpétuos que são, em sua maioria, homens e brancos.

Aretha Franklin, rainha do soul, morre aos 76 anos

Aretha Franklin morreu aos 76 anos, informou o empresário da cantora. Diagnosticada com câncer em 2010, ela estava “gravemente doente”. A causa da morte foi “câncer de pâncreas em estágio avançado”, segundo comunicado divulgado para a imprensa, citando o médico de Aretha. Ela deixa quatro filhos.

Confira a trilha sonora do Aprova Atualidades

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Tem sugestão de temas? Gostaria de ver algum assunto específico sendo abordado? Então escreve nos comentários! Quem sabe a Profª. Cleuza Cecato e o Prof. Guilherme Shibata usam o tema que você sugeriu nas próximas edições?

Semana que vem tem mais Aprova Atualidades, sempre com os assuntos mais comentados no Brasil e no mundo, para te deixar muito bem informado.

Não esqueçam que agora o programa é toda terça-feira hein!

Esperamos por você! Até semana que vem!

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Publicado em 04/09/2018 | Atualizado em 12/09/2018 às 08:34

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