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Na obra Lógica da investigação científica, Karl Popper afirma que o problema da demarcação é o “de encontrar um critério que nos permitiria distinguir entre as ciências empíricas de um lado, e a matemática e a lógica assim como os sistemas ‘metafísicos’, de outro lado”.

À luz do problema apontado por Popper, ele rejeita a lógica indutiva justamente porque ela não proporciona um marco discriminador apropriado. Considerando essas informações,
assinale a alternativa que apresenta o critério demarcatório defendido por Popper.

Tendo em vista essas informações, assinale a alternativa que apresenta a nova lógica proposta por Hegel.

De acordo com essa perspectiva, é correto afirmar que as tendências dos novos movimentos sociais diferenciam-se dos movimentos clássicos

Norbert Elias, em seu livro O processo civilizador: formação do Estado e civilização, propõe explicar os processos civilizatórios a partir da transformação da estrutura da personalidade e da estrutura social.

No que tange à relação entre indivíduo e sociedade na obra de Norbert Elias, assinale a alternativa correta.

No que tange à relevância do estudo do poder e da reprodução social na teoria de Pierre Bourdieu, assinale a alternativa correta.

Considerando os conceitos sociológicos de etnicidade e desigualdades sociais, assinale a alternativa correta.

No que tange à observação participante, assinale a alternativa correta.

No se raje, chicanita (para Missy Anzaldúa)

No se raje, mi prietita,
apriétese la faja aguántese.
Su linaje es antiquísimo,
sus raíces como las de los mesquites,
bien plantadas, horadando bajo tierra
a esa corriente, el alma de tierra madre —
tu origen.

[…]

Y sí, nos han quitado las tierras.
Ya no nos queda ni el camposanto
donde enterraron a Don Urbano tu vis-visabuelo.
Tiempos duros como pastura los cargamos
derechitas caminamos.

Pero nunca quitarán ese orgullo
de ser mexicana — chicana — tejana
ni el espíritu indio.
Y cuando los gringos se acaban —
mira como se matan unos a los otros —
aquí vamos a parecer

Quizá muriéndonos de hambre como siempre
pero una nueva especie
piel entre negra y bronces
segunda pestaña bajo la primera
con el poder de mirar al sol ojos desnudos.
Y vivas, m’ijita, retevivas.

ANZALDÚA, G. Borderlands/la frontera: the new mestiza.
San Francisco: Aunt Lute Books, 1987 (fragmento).

O poema expressa os sentimentos de uma chicana nos Estados Unidos. Nesse cenário, o eu lírico faz um apelo fundamentado na

Gírias das redes sociais caem na boca do povo

Nem adianta fazer a egípcia! Entendeu? Veja o glossário com as principais expressões da internet

    Lacrou, biscoiteiro, crush. Quem nunca se deparou com ao menos uma dessas palavras não passa muito tempo nas redes sociais. Do dia para a noite, palavras e frases começaram a definir sentimentos e acontecimentos, e o sucesso desse tour foi parar no vocabulário de muita gente. O dialeto já não se restringe só à web. O contato constante com palavras do ambiente on-line acaba rompendo a barreira entre o mundo virtual e o mundo real. Quando menos se espera, começamos a repetir, em conversas do dia a dia, o que aprendemos na internet. A partir daí, juntamos palavras já conhecidas do nosso idioma às novas expressões.

Glossário de expressões

    Biscoiteiro: alguém que faz de tudo para ter atenção o tempo inteiro, para ter curtidas.
    Chamar no probleminha: conversar no privado.
    Crush: alguém que desperta interesse.
    Divou: estar muito produzida, sair bem em uma foto, assim como uma diva.
    Fazer a egípcia: ignorar algo.
    Lacrou/sambou: ganhar uma discussão com bons argumentos a ponto de não haver possibilidade de resposta.
    Stalkear: investigar sobre a vida de alguém nas redes sociais.

Disponível em: https://odia.ig.com.br. Acesso em: 19 jun. 2019 (adaptado).

Embora migrando do ambiente on-line para o vocabulário das pessoas fora da rede, essas expressões não são consideradas como características do uso padrão da língua porque

    — … E o amor não é só o que o senhor Sousa Costa pensa. Vim ensinar o amor como deve ser. Isso é que pretendo, pretendia ensinar pra Carlos. O amor sincero, elevado, cheio de senso prático, sem loucuras. Hoje, minha senhora, isso está se tornando uma necessidade desde que a filosofia invadiu o terreno do amor! Tudo o que há de pessimismo pela sociedade de agora! Estão se animalizando cada vez mais. Pela influência às vezes até indireta de Schopenhauer, de Nietzsche… embora sejam alemães. Amor puro, sincero, união inteligente de duas pessoas, compreensão mútua. E um futuro de paz conseguido pela coragem de aceitar o presente.
    Rosto polido por lágrimas saudosas, quem vira Fräulein chorar!…
    — … É isso que eu vim ensinar pra seu filho, minha senhora. Criar um lar sagrado! Onde é que a gente encontra isso agora?

ANDRADE, M. Amar, verbo intransitivo. Rio de Janeiro: Agir, 2008.

Confrontada pela dona da casa, a personagem alemã explica as razões de sua presença ali. Em seu discurso, o amor é concebido por um viés que

    O esporte moderno, como o futebol, desenvolve-se, nos dias de hoje, com base nos princípios da sociedade moderna ocidental, industrializada nos moldes capitalistas. Ele é uma instância da ação do poder econômico e do poder político, figurando também no rol dos instrumentos de manutenção da ordem vigente e da manobra e comunicação com as massas.

PAULA, H. E. Cabeça de ferro, peito de aço, perna de pau: a construção do corpo
esportista brincante. Motriz, n. 2, 1996 (adaptado).

Jogadores e jogadoras podem se tornar elementos transformadores das ordens esportiva e social, na medida em que exerçam festivamente a sua criatividade para

    Na tarefa diária de fazer jornalismo, bons títulos que apresentem de maneira clara o conteúdo da matéria são uma arte. Um leitor tem apontado, insistentemente, ao longo deste ano, títulos com sentido ambíguo em O Povo. No dia 8 de agosto, na editoria Brasil, o título destacava:
“Justiça suspende processo por homicídio de acidente em Mariana”. Mais uma vez, ele apontou: “Do jeito como está escrito, ficou a dúvida: o acidente de Mariana cometeu ou sofreu o homicídio? Matou ou morreu?”. O leitor ainda deu a sugestão de como poderia ser: “Poderia ter sido
assim: Suspenso o processo por homicídio resultante do acidente em Mariana”. Entendo que a insistência do leitor em apontar ambiguidades nos títulos é uma maneira de cobrar mais atenção com eles. É nossa obrigação, como jornalistas, oferecer títulos precisos e coerentes,
mesmo que o espaço para escrevê-los seja delimitado por colunas e caracteres.

Disponível em: www.opovo.com.br. Acesso em: 10 dez. 2017 (adaptado).

Esse texto é de uma coluna de jornal escrita por um ombudsman, profissional que, de maneira independente, critica o material publicado e responde às queixas dos leitores. Quais trechos do texto ratificam o papel desse profissional?

    Seja por meio de uma conversa, uma mensagem de texto ou uma fotografia, a interação em sociedade acontece por meio da comunicação, e isso não é diferente na internet. Como colaborar para a inclusão digital de outros usuários para uma internet mais livre, aberta e, de fato, comunicativa?
    Os termos “acesso”, “usabilidade” e “inclusão digital” sempre acabam aparecendo em conjunto em discussões sobre como a sociedade se comunica pela internet. Ter um computador com acesso à internet é, como primeiro passo, essencial — mas saber utilizá-lo e conseguir, de fato, se comunicar, acessar a informação disponível na internet e usá-la é uma questão de caráter social muito mais profunda e diversa.
    Estar conectado é, acima de tudo, estabelecer comunicação com o outro — o qual pode viver em contextos sociais, econômicos e até mesmo físicos totalmente diferentes dos nossos. Ao levarmos em conta a internet como um ambiente que reflete e traz novas possibilidades à sociedade off-line — se é que podemos fazer essa distinção —, é indispensável considerar, na infraestrutura, na linguagem e nos conteúdos que
circulam em rede, todas as diferenças presentes em nossa sociedade.
    Pensar em inclusão digital, como já dito, é pensar sempre no lugar do outro na interação e comunicação. Nem sempre a forma como costumamos escrever posts, criar imagens ou publicar vídeos é a mais adequada para que aquilo que elaboramos seja, de fato,
acessível a todos. Reconhecer que nossa perspectiva é diferente da perspectiva do outro é imprescindível para que pensemos, incluindo todos esses outros, em novas formas de criar que levem em consideração diversas realidades de uso na internet.

Disponível em: https://irisbh.com.br. Acesso em: 5 maio 2019 (adaptado).

No contexto das tecnologias de informação e comunicação, o texto amplia o conceito de inclusão digital ao

    Uma coisa ninguém discute: se Zacarias morreu, o seu corpo não foi enterrado.
    A única pessoa que poderia dar informações certas sobre o assunto sou eu. Porém estou impedido de fazê-lo porque os meus companheiros fogem de mim, tão logo me avistam pela frente. Quando apanhados de surpresa, ficam estarrecidos e não conseguem articular uma palavra.
    Em verdade morri, o que vem ao encontro da versão dos que creem na minha morte. Por outro lado, também não estou morto, pois faço tudo o que antes fazia e, devo dizer, com mais agrado do que anteriormente.

RUBIÃO, M. O pirotécnico Zacarias. São Paulo: Ática, 1974

Murilo Rubião é um expoente da narrativa fantástica na literatura brasileira. No fragmento, a singularidade do modo como o autor explora o absurdo manifesta-se no(a)

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