Durante o mapeamento do Modelo Entidade-Relacionamento (MER) para o modelo relacional de dados, aplicam-se regras específicas para transformar cada componente conceitual em elementos do modelo relacional.
Considere as seguintes situações:
• Autorrelacionamentos - quando uma entidade se relaciona consigo mesma.
• Hierarquias IS-A - generalização/especialização de entidades.
• Relacionamentos 1:N - em que cada instância de uma entidade do lado “1” pode associar-se a várias instâncias da entidade do lado “N”, mas cada instância do lado “N” está associada a exatamente uma do lado “1”.
• Relacionamentos N:N - em que cada instância de uma entidade pode relacionar-se com várias instâncias da outra e vice-versa.
• Entidades com atributos multivalorados - em que um atributo pode ter múltiplos valores para uma mesma instância.
Nesse contexto, as transformações recomendadas para essas cinco situações são as seguintes:
No que diz respeito aos processos de generalização e especialização na modelagem de entidades e relacionamentos (MER), originalmente proposta por Peter Chen, considere as afirmativas a seguir.
I - Em uma hierarquia de especialização, podem-se definir restrições de completude (total ou parcial) e de disjunção (disjunta ou sobreposta) para determinar, respectivamente, se todas as instâncias do supertipo devem pertencer a algum subtipo e se uma instância pode ou não pertencer a mais de um subtipo simultaneamente.
II - Na hierarquia de generalização/especialização, a herança de atributos ocorre dos subtipos para o supertipo, permitindo que o supertipo adquira atributos específicos definidos nas especializações.
III - A generalização consiste em identificar e agrupar atributos comuns a um conjunto de entidades para formar um supertipo, do qual os subtipos (especializações) herdam esses atributos.
É correto o que se afirma em
A tabela TAB, apresentada a seguir, armazena informações sobre agências bancárias:

Considere que (NumAgencia, Conta) é a única chave candidata para TAB e, também, que as seguintes dependências funcionais (DF) são válidas para TAB:
NumAgencia → NomeAgencia
(NumAgencia, Conta) → IdCliente
No cenário apresentado, a tabela TAB não está na segunda forma normal (2FN), pois
Em um banco de grande porte, o time de operações de TI enfrenta dificuldades para monitorar a grande quantidade de eventos e alertas provenientes de diversos sistemas e ferramentas. O time está considerando implementar uma solução baseada em Inteligência Artificial (IA) para automatizar as tarefas operacionais (AiOps) de identificação de problemas e de redução do tempo de resposta a incidentes críticos.
Nesse contexto, o uso de IA é possível, pelo fato de a AiOps, nesse caso,
Uma equipe de desenvolvimento está planejando implantar uma aplicação em contêineres com alta disponibilidade e escalabilidade. A equipe decide, inicialmente, usar Docker para criar os contêineres e precisa definir qual ferramenta de orquestração usarão para gerenciar automaticamente o escalonamento e o balanceamento de carga entre os contêineres. Além disso, a solução deve oferecer integração com uma plataforma que facilite a gestão do ciclo de vida da aplicação em ambientes híbridos.
Para esse caso, a abordagem mais apropriada é a de