O professor informou aos alunos que comprou lâmpadas idênticas e que, dentro da caixa, havia apenas uma bateria que alimentaria as 3 lâmpadas através de fios de cobre. Sendo assim, o professor ligou o circuito com as três lâmpadas e pediu aos alunos que verificassem o brilho de cada lâmpada. Em seguida, o professor desconectou a lâmpada L1 e constatou-se um aumento de brilho na lâmpada L2 e redução do brilho na lâmpada L3, de modo que essas duas lâmpadas passaram a ter brilhos de mesma intensidade. Com base nessa situação, os alunos puderam concluir que:
Viagens no tempo semelhantes às relatadas em filmes como o clássico “De Volta para o Futuro”, de 1985, não passam de ficção científica. Porém, de acordo com a teoria da relatividade restrita de Albert Einstein, o tempo não é absoluto. Um se move a uma velocidade muito menor. Considere que uma pessoa viaje em uma nave espacial com uma velocidade constante de 60% da velocidade da luz durante 5 anos, medidos por alguém dentro da nave. Quando essa nave retornar à Terra após a viagem, quanto tempo a mais terá se passado para um referencial em repouso na superfície do Planeta quando comparado à pessoa que esteve dentro da nave durante a viagem?
Adotando-se a constante universal dos gases perfeitos igual a 8,30 J/mol . K e sabendo-se que a temperatura máxima que o gás atinge nesse diagrama é 800 K, conclui-se que a energia interna mínima do gás representado no diagrama, medida em kJ, está compreendida entre:
O modelo heliocêntrico desenvolvido por Nicolau Copérnico, em 1543, já havia sido sugerido 18 séculos antes pelo astrônomo grego Aristarco de Samos (310 a.C. – 230 a.C) que estimou, através de métodos geométricos, as dimensões e as distâncias do Sol e da Lua e concluiu que era natural supor que o astro menor girasse em torno do maior. Porém, mesmo com as observações de Aristarco, o geocentrismo foi o modelo com mais adeptos e sua supremacia, conquistada com o modelo de Ptolomeu, perdurou por mais de 1.300 anos. Alguns alunos de uma escola, estudando sobre as diferenças entre os modelos geocêntrico e heliocêntrico, desenvolveram algumas hipóteses para justificar a dificuldade para a aceitação do modelo heliocêntrico, tais como:
I. Os cálculos matemáticos dos modelos heliocêntricos eram imprecisos, não tendo a confiabilidade necessária para ser adotado como modelo real.
II. O modelo geocêntrico tinha a igreja como defensora, pois era inadmissível aceitar que a Terra era apenas um planeta qualquer girando com os outros ao redor do Sol.
III. O modelo geocêntrico era matematicamente mais simples e mais preciso que o heliocêntrico.
Das hipóteses que justificam a hegemonia do modelo geocêntrico perante o heliocêntrico, está correto o que se afirma apenas em