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Folha de respostas:

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    • c
    • d
    • e

A figura a seguir representa os tipos de movimentos de placas tectônicas existentes.

  1. Limites Divergentes
  2. Limites Convergentes
  3. Limites Conservativos
  1. Marcados pelas dorsais meso-oceânicas, onde as placas tectônicas afastam-se uma da outra, com a formação de nova crosta oceânica.
  2. Onde as placas tectônicas colidem, com a mais densa mergulhando sob a outra, gerando uma zona de intenso magmatismo a partir de processos de fusão parcial da crosta que mergulhou. Nesses limites ocorrem fossas e províncias vulcânicas, a exemplo da Placa Pacífica.
  3. Onde as placas tectônicas deslizam lateralmente uma em relação à outra, sem destruição ou geração de crostas, ao longo de fraturas denominadas Falhas Transformantes. Como exemplo de limite conservativo temos a Falha de San Andreas, na América do Norte.

Com base na figura e em seus conhecimentos sobre o assunto, associe os tipos de limites que podem ocorrer entre as placas tectônicas (1, 2, 3) às suas corretas definições (A, B e C):

“Trabalhar com geoinformação significa, antes de mais nada, utilizar computadores como instrumentos de representação de dados espacialmente referenciados. Deste modo, o problema fundamental da Ciência da Geoinformação é o estudo e a implementação de diferentes formas de representação computacional do espaço geográfico.”

(CÂMARA, G.; DAVIS, C.; MONTEIRO, A. M. V. (Ed.). Introdução à ciência da geoinformação. São José dos Campos: INPE, 2001. p. 5. (INPE-8562-PRE/4306)).

A respeito da aplicabilidade do Geoprocessamento e dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) e, considerando a reflexão colocada por Câmara (2001) e seus conhecimentos sobre o assunto, analise as potenciais utilizações expostas nas alternativas a seguir:

  1. Um sociólogo pode usar um SIG para entender e quantificar o fenômeno da exclusão social numa grande cidade brasileira.
  2. Um ecólogo pode usar o SIG com o objetivo de compreender os remanescentes florestais da Mata Atlântica, através do conceito de fragmento típico de Ecologia da Paisagem.
  3. Um geólogo pode usar um SIG para determinar a distribuição de um mineral numa área de prospecção, a partir de um conjunto de amostras de campo.
  4. Um geógrafo pode usar um SIG para entender o padrão de distribuição espacial da população de uma determinada região metropolitana brasileira.

Estão corretas:

“A constatação da existência das placas tectônicas deu uma nova roupagem às antigas ideias da Deriva Continental, explicando satisfatoriamente muitas das grandes feições geológicas da Terra, como as grandes cordilheiras de montanhas, como os Andes, e respondendo a questões, por exemplo, sobre as concentrações dos sismos e vulcões atuais ou sobre as rochas que já estiveram no fundo dos oceanos e estão hoje no topo de grandes cadeias montanhosas, como nos Himalaias”.

(TASSINARI, C. C. G. et al. Tectônica Global. In: Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de Textos, 2000. 2ª reimpressão, 2003)

Com base nesta reflexão, na figura a seguir e em seus conhecimentos sobre a teoria da tectônica de placas, identifique os itens certos e os itens errados

( ) Zonas de convecção são locais onde a crosta oceânica mais densa mergulharia para o interior da Terra até atingir condições de pressão e temperatura suficientes para sofrer fusão e ser incorporada novamente ao manto.

( ) A teoria da Tectônica de Placas nasceu quando surgiram os primeiros mapas das linhas das crostas atlânticas da América do Sul e da África. Em 1620, Francis Bacon, filósofo inglês, apontou o perfeito encaixe entre estas duas costas e levantou a hipótese de que estes continentes estiveram unidos no passado.

( ) As evidências mais impressionantes da existência de um supercontinente interligado foram a presença de fósseis de Glossopteris em regiões da África e Brasil, cujas evidências se correlacionavam perfeitamente, ao se juntarem os continentes e evidências de glaciação, há aproximadamente 300 Ma.

( ) O supercontinente Pangea teria iniciado a sua fragmentação dividindo-se em dois continentes, sendo o setentrional chamado de Laurásia e a austral de Gondwana.

A alternativa que apresenta a sequência adequada é:

“Criada pelos humanistas italianos e retomada por Vasari, a noção de uma ressurreição das letras e das artes graças ao reencontro com a Antiguidade foi, seguramente, fecunda como fecundos são todos os manifestos lançados em todos os séculos por novas gerações conquistadoras. Essa noção significa juventude... dinamismo, vontade de renovação. Teve em si a inevitável injustiça das abruptas declarações de adolescentes, que rompem ou creem romper com os gostos e as categorias mentais dos seus antecessores. Mas o termo «Renascimento», mesmo na acepção estrita dos humanistas, que o aplicavam, essencialmente, à literatura e às artes plásticas, parece-nos atualmente insuficiente. Parece rejeitar, como bárbaras, as criações simultaneamente sólidas e misteriosas da arte românica e aqueloutras, mais esbeltas e dinâmicas, da idade gótica. Não dá conta nem de Dante, nem de Villon, nem da pintura flamenga do século XV. E, principalmente, ao ser alargado às dimensões de uma civilização pela historiografia romântica, mostrou-se inadequado”

(DELUMEAU, J. A civilização do renascimento. Lisboa: Editorial Estampa, 1983, p.19).

São artistas consagrados do Renascimento europeu:

“A violência do movimento nacional-socialista, com a ajuda de associações de defesa privadamente organizadas, tinha causado a quase completa dissolução do monopólio de força — sem o qual um Estado, a longo prazo, não pode funcionar — e destruiu a República de Weimar de dentro para fora (...) O plano da juventude nacionalista desses dias, que tinha frequentemente se unido para formar grupos de combate, era um tanto vago e negativamente definido. Ernst Jünger escreveu que nada tinha a ver com monarquia, conservadorismo, reação burguesa ou com o patriotismo do período guilhermino. Através da tomada do poder por Hitler, esse propósito negativo recebeu um rosto positivo. Assim, 30 de junho de 1934 foi o símbolo típico, quase paradigmático, do divisor de águas no desenvolvimento de um movimento revolucionário radical, que obteve êxito e cujos adeptos se converteram, então, de destruidores do Estado em representantes do Estado”.

ELIAS, N. Os alemães. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 1997, p. 208).

O nazismo é um dos grandes temas do século XX, ainda gerando perplexidades e espanto hoje em dia. Sobre o esse fenômeno e seu correlato, fascismo, é INCORRETA a seguinte afirmação:

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