
Com relação às informações e aos aspectos linguísticos do texto acima, julgue os itens a seguir.
Conclui-se do texto que, a despeito do que prevê a
Constituição Federal, muitos cidadãos encontram dificuldades
em conseguir atendimento na rede pública de saúde e acabam
por recorrer à Defensoria Pública para que seus direitos sejam
respeitados e garantidos.

Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue os itens seguintes.
Seria mantida a correção gramatical do período caso a
partícula “se", em “se beneficiar" (L.16), fosse deslocada para
imediatamente após a forma verbal “beneficiar" —
escrevendo-se beneficiar-se.
Assinale a opção que preenche as lacunas do texto de
forma que o torne coeso, coerente e gramaticalmente
correto.
No período de 1907 a 1910, Santos Dumont realizou
inúmeros voos com o monoplano Demoiselle. Patrono da
Aeronáutica e da Força Aérea Brasileira __1__ recebeu a
patente de Marechal do Ar, __2__ considerado, até hoje, o
brasileiro que mais se destacou na história da aviação mundial.
Ao voo de Santos Dumont __3__ um período de
competição entre países da Europa e os Estados Unidos
na conquista de recordes de velocidade e distância. Com a
I Guerra Mundial, a aviação tomaria considerável impulso,
em virtude do uso dos aviões __4__ arma de grande poder
ofensivo, mas seria na década de 1920/1930 que esse avanço
se consolidaria.
Desde antes da I Guerra Mundial, atravessar o Atlântico
sem escalas era a meta dos aeronautas e projetistas de
aviões. Em 1919, Raymond Orteig, de Nova Iorque, ofereceu
um prêmio de US$ 25.000,00 __5__ quem voasse de Nova
Iorque a Paris, sem escalas.
Assinale a opção que apresenta explicação correta para
a inserção de "que é" antes do segmento grifado no texto.
A Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República
divulgou recentemente a pesquisa O Brasil que voa – Perfil dos
Passageiros, Aeroportos e Rotas do Brasil, o mais completo
levantamento sobre transporte aéreo de passageiros do
País. Mais de 150 mil passageiros, ouvidos durante 2014 nos
65 aeroportos responsáveis por 98% da movimentação aérea
do País, revelaram um perfil inédito do setor.
Assinale a opção que preenche as lacunas do texto de
forma que o torne coeso, coerente e gramaticalmente
correto.
Com capacidade __1__ transportar nove passageiros
__2__ velocidade de cruzeiro de 150 knots e altitude de
20.000 pés com MTOW de 3.700 kg, a aeronave EC145 T2 é
equipada __3__ dois motores turbo-eixo Turbomeca Arriel 2E,
cada um deles controlado __4__ sistema de gerenciamento
computadorizado (FADEC) duplicado, que entrega __5__
caixa de redução principal uma potência de 490 kW (710 shp).
Uma das principais inovações do modelo foi a substituição
do rotor de cauda convencional __6__ do tipo Fenestron
que, entre outras características aerodinâmicas, proporciona
considerável redução do nível de ruído na cabine. A nova suíte
de aviônicos Helionix, da Airbus Helicopters, vem equipada
__7__ piloto automático de quatro eixos e displays com novas
funcionalidades. O processo de certificação da aeronave na
ANAC empregou 350 horas e envolveu seis servidores da
Agência (coordenador do programa e cinco engenheiros).
Assinale o trecho inteiramente correto quanto às regras de
concordância e regência da modalidade escrita formal da
língua portuguesa.
Assinale a opção cujas palavras completam com correção
gramatical as lacunas do texto a seguir.
A versão oficial e clássica da Independência tem sido
infelizmente por demais simplista e esquemática.
Resolve-se sumariamente em torno de dois termos de
uma oposição: Brasil colônia e Portugal metrópole. No
contraste desses dois polos divergentes ______(1)______
situar todo o movimento da nossa emancipação política,
sem levar em conta o sem-número de ações e reações
______(2)______ no seio e interior de cada qual.
Caio Prado Júnior, “O Tamoio e a política dos Andradas", em: O
Brasil no pensamento brasileiro. Brasília: Senado Federal 1998,
p. 297.
Assinale a opção que completa a lacuna do texto tornando-o coeso e coerente. Em 2016, o Brasil vai sediar um dos mais importantes eventos esportivos do mundo: as Olimpi´adas. Realizados de quatro em quatro anos, os Jogos Oli´mpicos reu´nem atletas do mundo inteiro, numa celebraça~o em que as melhores performances sa~o premiadas com medalhas de bronze, prata e ouro. Para quem e´ fa~ dos esportes _____ _____________________________________ a imagem do atleta recebendo a medalha, ao som do Hino Nacional, e´ de arrepiar. As maravilhas do espírito olímpico, em Minas faz ciência, especial 2015, Acesso em: 15/12/2015.
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
O senhor ao meu lado, aguardando o avião, começou
a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde
seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo.
“Mas melhor mesmo será quando pudermos implantar um
chip no cérebro. Além de saber onde todos estão, eu não precisarei
mais carregar esse telefone o tempo todo. Você que é
neurocientista: não seria ótimo? Quanto tempo até podermos
implantar chips e melhorar o cérebro da gente?"
Olhei o telefone que ele manipulava – um de dois aparelhos,
com números diferentes: um pessoal, outro do trabalho,
o qual ele acabara de perder e achar. Perguntei-lhe de quanto
em quanto tempo ele trocava os aparelhos. “Todo ano", ele
disse. A tecnologia rapidamente se torna obsoleta, sobretudo
com as atualizações do sistema operacional que exigem cada
vez mais do hardware.
Pois é. Imagine investir alguns milhares de dólares para
implantar um chip em seu cérebro – um procedimento invasivo,
sempre com risco de infecção – só para descobrir, em
não mais que dois anos, que ele já está obsoleto, gerações
atrás do mais novo modelo, e que aliás nem consegue mais
receber a mais recente versão do sistema operacional? Só
aqui em casa o número de aparelhos celulares obsoletos já
está nas dezenas, esquecidos pelas gavetas.
Por outro lado, lembrei-lhe, o hardware que ele leva naturalmente
na cabeça não fica obsoleto nunca – porque é
capaz de se atualizar e se modificar conforme o uso, aprendendo
ao longo do caminho. Mesmo quando envelhece, e
não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente
customizado: é o seu hardware, personalizado a cada
instante da vida, ajustado e otimizado para aquelas funções
que de fato lhe são imprescindíveis.
Certo, o sistema operacional de alguns parece continuar
na Idade Média, querendo impor seus gostos e neuras pessoais
à vida dos outros – mas é em grande parte por uma
questão de escolha pessoal. Até esses sistemas mais renitentes
podem ser atualizados.
Infinitamente mais prático, e sensato, é continuar aproveitando
essas extensões tecnológicas do nosso hardware
como os periféricos que são, conectados ao cérebro via dedos
e sentidos. Se o periférico fica obsoleto, é trocado. Nosso
hardware mental ainda não tem competição à altura. Muito
mais proveitoso do que sonhar com o dia em que poderemos
incorporar metais inertes ao nosso cérebro é investir nele
como ele já é.
(Suzana Herculano-Houzel, Obsolescência. Folha de S.Paulo, 10.11.2015)
O principal argumento apresentado pela autora a seu interlocutor
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
O senhor ao meu lado, aguardando o avião, começou
a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde
seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo.
"Mas melhor mesmo será quando pudermos implantar um
chip no cérebro. Além de saber onde todos estão, eu não precisarei
mais carregar esse telefone o tempo todo. Você que é
neurocientista: não seria ótimo? Quanto tempo até podermos
implantar chips e melhorar o cérebro da gente?"
Olhei o telefone que ele manipulava – um de dois aparelhos,
com números diferentes: um pessoal, outro do trabalho,
o qual ele acabara de perder e achar. Perguntei-lhe de quanto
em quanto tempo ele trocava os aparelhos. "Todo ano", ele
disse. A tecnologia rapidamente se torna obsoleta, sobretudo
com as atualizações do sistema operacional que exigem cada
vez mais do hardware.
Pois é. Imagine investir alguns milhares de dólares para
implantar um chip em seu cérebro – um procedimento invasivo,
sempre com risco de infecção – só para descobrir, em
não mais que dois anos, que ele já está obsoleto, gerações
atrás do mais novo modelo, e que aliás nem consegue mais
receber a mais recente versão do sistema operacional? Só
aqui em casa o número de aparelhos celulares obsoletos já
está nas dezenas, esquecidos pelas gavetas.
Por outro lado, lembrei-lhe, o hardware que ele leva naturalmente
na cabeça não fica obsoleto nunca – porque é
capaz de se atualizar e se modificar conforme o uso, aprendendo
ao longo do caminho. Mesmo quando envelhece, e
não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente
customizado: é o seu hardware, personalizado a cada
instante da vida, ajustado e otimizado para aquelas funções
que de fato lhe são imprescindíveis.
Certo, o sistema operacional de alguns parece continuar
na Idade Média, querendo impor seus gostos e neuras pessoais
à vida dos outros – mas é em grande parte por uma
questão de escolha pessoal. Até esses sistemas mais renitentes
podem ser atualizados.
Infinitamente mais prático, e sensato, é continuar aproveitando
essas extensões tecnológicas do nosso hardware
como os periféricos que são, conectados ao cérebro via dedos
e sentidos. Se o periférico fica obsoleto, é trocado. Nosso
hardware mental ainda não tem competição à altura. Muito
mais proveitoso do que sonhar com o dia em que poderemos
incorporar metais inertes ao nosso cérebro é investir nele
como ele já é.
(Suzana Herculano-Houzel, Obsolescência. Folha de S.Paulo, 10.11.2015)
Observe a conjunção que, destacada no trecho – ... só para descobrir [...] que ele já está obsoleto –, e assinale a alternativa na qual essa palavra também é uma conjunção.
Leia o texto, para responder às questões de números 01 a 09.
O senhor ao meu lado, aguardando o avião, começou
a me contar como é prático usar o iPhone para saber onde
seus filhos estão, já que carregam sempre o aparelho consigo.
"Mas melhor mesmo será quando pudermos implantar um
chip no cérebro. Além de saber onde todos estão, eu não precisarei
mais carregar esse telefone o tempo todo. Você que é
neurocientista: não seria ótimo? Quanto tempo até podermos
implantar chips e melhorar o cérebro da gente?"
Olhei o telefone que ele manipulava – um de dois aparelhos,
com números diferentes: um pessoal, outro do trabalho,
o qual ele acabara de perder e achar. Perguntei-lhe de quanto
em quanto tempo ele trocava os aparelhos. "Todo ano", ele
disse. A tecnologia rapidamente se torna obsoleta, sobretudo
com as atualizações do sistema operacional que exigem cada
vez mais do hardware.
Pois é. Imagine investir alguns milhares de dólares para
implantar um chip em seu cérebro – um procedimento invasivo,
sempre com risco de infecção – só para descobrir, em
não mais que dois anos, que ele já está obsoleto, gerações
atrás do mais novo modelo, e que aliás nem consegue mais
receber a mais recente versão do sistema operacional? Só
aqui em casa o número de aparelhos celulares obsoletos já
está nas dezenas, esquecidos pelas gavetas.
Por outro lado, lembrei-lhe, o hardware que ele leva naturalmente
na cabeça não fica obsoleto nunca – porque é
capaz de se atualizar e se modificar conforme o uso, aprendendo
ao longo do caminho. Mesmo quando envelhece, e
não tem como ser trocado, ele se mantém atualizável e altamente
customizado: é o seu hardware, personalizado a cada
instante da vida, ajustado e otimizado para aquelas funções
que de fato lhe são imprescindíveis.
Certo, o sistema operacional de alguns parece continuar
na Idade Média, querendo impor seus gostos e neuras pessoais
à vida dos outros – mas é em grande parte por uma
questão de escolha pessoal. Até esses sistemas mais renitentes
podem ser atualizados.
Infinitamente mais prático, e sensato, é continuar aproveitando
essas extensões tecnológicas do nosso hardware
como os periféricos que são, conectados ao cérebro via dedos
e sentidos. Se o periférico fica obsoleto, é trocado. Nosso
hardware mental ainda não tem competição à altura. Muito
mais proveitoso do que sonhar com o dia em que poderemos
incorporar metais inertes ao nosso cérebro é investir nele
como ele já é.
(Suzana Herculano-Houzel, Obsolescência. Folha de S.Paulo, 10.11.2015)
Assinale a alternativa em que a nova redação dada ao trecho obedece à norma-padrão de pontuação.
Leia a charge.

Assinale a alternativa cujos termos preenchem, respectivamente,
as lacunas da charge, garantindo-lhe a coesão
e a coerência; e cujo sentido estabelecido entre eles está
corretamente indicado entre parênteses.
Mantendo-se as ideias do texto original, a passagem do 6 parágrafo – O indivíduo não só perde a capacidade de pagamento mas também enfrenta grande dificuldade para obter novos recursos... – pode ser reescrita da seguinte forma: