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Analise o seguinte texto humorístico: “Larguei a bebida. O ruim é que não lembro onde.” Nesse texto, o humor é provocado

Leia a introdução de um pequeno conto de Carlos Drummond de Andrade: “O índio, informado de que aquela era a Semana do Índio, esperava na oca a chegada de visitantes, que certamente iriam cumprimentá-lo e levar-lhe algumas utilidades como presente. Chegou foi um homem de papel na mão, convidando-o a mudar-se com presteza, pois a terra fora adquirida por uma empresa de reflorestamento. ” Nas narrativas, como essa, aparece sempre uma situação inicial de harmonia, que é perturbada por uma desarmonia, que é o miolo da narrativa. A desarmonia neste caso é o fato de

Texto 01:

Os buracos negros e a relatividade do tempo

            Em um dos grandes relatos de viagens fantásticas, o escritor norte-americano Edgar Allan Poe conta a história de uma expedição marítima na costa norueguesa que se depara com um redemoinho gigante, conhecido como Maelstrom. Passado o terror inicial, o narrador proclama: “Pouco depois, fiquei possuído da mais aguçada curiosidade pelo próprio turbilhão. Sentia positivamente um desejo de explorar suas profundezas, mesmo ao preço do sacrifício que ia fazer; e meu principal pesar era que jamais poderia contar a meus amigos, na praia, os mistérios que iria conhecer”.

            Se Poe tivesse escrito seu conto 150 anos depois (o original foi publicado em 1841), talvez substituísse a exploração das entranhas do vórtice pela exploração das entranhas do buraco negro. Fica difícil imaginar uma viagem fictícia mais fascinante do que a uma região em que nossas noções de espaço e tempo deixam de fazer sentido, de onde nada, nem a luz escapa, um verdadeiro Maelstrom cósmico. Os buracos negros e suas ligações com objetos exóticos, conhecidos como “buracos de minhoca” - possíveis pontes de um ponto a outro no espaço e no tempo -, desafiam até a imaginação dos físicos. (...)

Fonte: GLEISER, Marcelo. Micro macro: reflexões sobre o homem,

o tempo e o espaço. São Paulo: Publifolha, 2005. p. 20.

O recurso semântico utilizado pelo autor para explicar o termo “buraco negro” foi: 

Texto 02

Violência no Brasil

[...]

            “A violência doméstica é um crime contra a infância. A violência urbana é um crime contra a adolescência, que atinge principalmente meninos negros”, diferencia Florence Bauer, representante do Unicef no Brasil. “Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los, também, em suas diferenças para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”, acrescenta ela.

(Jornal Estado de Minas, 23 out. 2021, p. 9)

Para a ocorrência de crase no sintagma: “e resposta às violências”?, a justificativa está INCORRETA em:

      O bafo largo do animal revelava-lhe o porte, mas a densidade do escuro escondia tudo. Estavam como dois ruídos inimigos em lugar nenhum. Saberiam nada mais do que o ruído e o odor de cada um. Mediam a mútua coragem e o mútuo medo sem se poderem ver. O artesão pensou. Se o predador estivesse capaz já o teria mordido avidamente. Por isso, talvez se salvasse se lhe evitasse a boca pousada para um ou outro lado. Fez contas. A respiração aflita do companheiro vinha da sua esquerda, precisava claramente de conservar-se à direita, longe de dentes, mais seguro. Julgou que à luz do dia veria o inimigo e alguém o acudiria. Se lhe descessem uma lâmina haveria de a enfiar nas tripas nervosas do bicho e o saberia morto. Poderia descansar na sua provação, que era já coisa bastante para o arreliado do espírito que costumava ter.

      A noite toda se foi medindo no exíguo espaço e prestou atenção àquela aflição contínua. Mas, com o dia, seguiu sem ver. A roda de céu que declinava ao chão transbordava, pelo que quase nada baixava. No fundo tão fundo eram só cegos. Foi quando Itaro distinguiu lucidamente o que lhe ocorria. Estar no fundo do poço era menos estar no fundo do poço e mais estar cego, igual a Matsu, a sua irmã. Estava, por fim, capturado pelo mundo da irmã. A menina habitava o radical puro da natureza.

(MÃE, Valter Hugo. A lenda do poço in Homens imprudentemente poéticos.

São Paulo: Biblioteca Azul, 2016, p. 124-125)

Depreende-se das orações que compõem a frase Se o predador estivesse capaz já o teria mordido avidamente (1º parágrafo) uma relação de

    Esta coisa é a mais difícil de uma pessoa entender. Insista. Não desanime. Parecerá óbvio. Mas é extremamente difícil de se saber dela.

    Pois envolve o tempo. Nós dividimos o tempo quando ele na realidade não é divisível. Ele é sempre e imutável. Mas nós precisamos dividi-lo. E para isso criou-se uma coisa monstruosa: o relógio.

    Não vou falar sobre relógios. Mas sobre um determinado relógio. O meu jogo é aberto: digo logo o que tenho a dizer e sem literatura. Este relatório é a antiliteratura da coisa.

    O relógio de que falo é eletrônico e tem despertador. A marca é Sveglia, o que quer dizer “acorda”. Acorda para o que, meu Deus? Para o tempo. Para a hora. Para o instante. Esse relógio não é meu. Mas apossei-me de sua infernal alma tranquila.

    Não é de pulso: é solto portanto. Tem dois centímetros e fica de pé na superfície da mesa. Eu queria que ele se chamasse Sveglia mesmo. Mas a dona do relógio quer que se chame Horácio. Pouco importa. Pois o principal é que ele é o tempo.

(LISPECTOR, Clarice. O relatório da coisa. In:

Onde estivestes de noite. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 75)

As expressões Sem literatura (3º parágrafo) e antiliteratura (3º parágrafo) correspondem, respectivamente, a  

Em relação ao texto, analise as afirmativas a seguir.

I. A estrutura do texto é apenas descritiva, tendo em vista que o autor apresenta um conceito e se limita a defini-lo.

II. Como recurso de produção textual, o autor explicita dois questionamentos que guiam o encadeamento lógico das ideias apresentadas por ele.

III. Nos dois parágrafos, são utilizados exemplos para fundamentar o raciocínio desenvolvido e provar o que está sendo dito no texto.

Está correto o que se afirma apenas em

De acordo com o texto, Marcelo:

Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os sinais de pontuação abaixo listados com o sentido ou a função que eles expressam no contexto em que ocorrem.

Coluna 1

1. Deslocamento de adjunto adverbial.

2. Enumeração de elementos.

3. Inserção de citação.

4. Inserção de comentário elucidativo.

Coluna 2

( ) Vírgulas destacadas das linhas 02 e 03.

( ) Vírgulas destacadas da linha 06.

( ) Travessão da linha 11.

( ) Travessão da linha 17.

( ) Aspas das linhas 21 e 22.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Assinale a única alternativa que traz uma forma verbal cujo sujeito NÃO é o personagem Cintra.

Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas, nas afirmações a seguir sobre a passagem de trechos do texto para o discurso indireto.

( ) Eu não tenho nada, estou até muito bem (l. 09) em discurso indireto seria Dora disse que ela não tinha nada, estava até muito bem.

( ) Depois do jantar a Dora vai cantar (l. 12) em discurso indireto seria Cintra anunciou, depois do jantar, que a Dora iria cantar.

( ) Não se discute (l. 16) em discurso indireto seria Cintra disse que não se discutia.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

O texto apresenta como uma das contribuições da alquimista Maria o(a)

Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam mantidos se a conjunção “mas” (linha 1) fosse substituída por

A ocorrência de crase em “nós viemos à capital” apresenta como justificativa:

Do ponto de vista sintático do enunciado, indique a alternativa cuja classificação do termo destacado está correta.

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