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Utilize o texto abaixo para responder a questão.
 
Texto III
 
   A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui a proteção de dados pessoais como direito fundamental do cidadão, aprovada pelo Senado nesta semana, é extremamente relevante para os dias de hoje, de acordo com o professor da Singularity University e especialista em digital, Ricardo Cavallini.
    Em entrevista à CNN, ele afirmou que o conceito de privacidade mudou muito. “No mundo conectado, tudo é gravado, ninguém mais será anônimo, não tem mais escolha, a cada milissegundo tem alguém capturando dados sobre a gente, com quem fala, onde está, por onde passa”, explicou.
 
(Matéria publicada em 22/10/2021.Disponível em: https://www.cnnbrasil. com.br/business/privacidade-e-protecao-de-dados-hoje-sao-sinonimo-deliberdade-diz-especialista/Acesso em 07/12/2021) 

A passagem “tudo é gravado, ninguém mais será anônimo”, não teria alteração efetiva de sentido caso fosse reescrita da seguinte forma: 

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item

Predomina no texto a descrição dos tipos de malefícios que as árvores podem causar à infraestrutura das cidades

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item

No primeiro período do segundo parágrafo, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto, a palavra “demonizadas” poderia ser substituída pela respectiva forma no singular — demonizada —, caso em que ela passaria a concordar com o termo “uma espécie”.

A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item

O texto atribui à desigualdade social o fato de bairros nobres de grandes capitais brasileiras serem muito mais arborizados que outras áreas.

Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB4A1-I, julgue o próximo item

Em ‘As pessoas conscientes que seguem as insinuações alheias tendem a permanecer indecisas no lugar’ (segundo parágrafo), a palavra ‘alheias’ tem o mesmo sentido de ambíguas.

Texto I
 
A Mulher do Vizinho
 

        Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército morava (ou mora), também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia. Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.

        O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.

        O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:

        - O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar? Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende, como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura lex! Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.

        Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:

        - Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?

        O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.

       - Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não e gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou? Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:

        - Da ativa, minha senhora?

        E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:

        - Da ativa, Motinha! Sai dessa… 

Fernando Sabino

Atente-se ao início do texto, mais especificamente, à expressão: “Contaram-me que na rua onde mora (...)”, nessa passagem manifesta-se um sentido indeterminado do agente. Assinale a alternativa que apresenta esse agente indeterminante.

Texto II

Amanhã eu faço!

        Ano novo, vida nova, novos planos para a futuro: cuidar melhor da saúde, aprender ou melhorar os conhecimentos de uma língua estrangeira, arrumar aquela peça quebrada do carro ou da casa e por aí vai. Mas, como bem sabemos, para a maioria das pessoas poucos desses planos terão realmente se concretizado ao final deste ano.

        Dentro de todos nós (com variações, é claro) existe uma forte tendência ao adiamento, à ‘enrolação”, ao “amanhã eu começo”. Talvez não devesse haver qualquer surpresa nisso.

        Mas não é só no país de Macunaíma ou dos nossos irmãos latino-americanos que viceja o “mañana”(= amanhã). Antes de ser um problema cultural regional, esse é um problema do ser humano.

        A procrastinação, que é como se chama esse adiamento das tarefas ou das realizações, é, já há algum tempo, objeto de estudo da psicologia. Também, diversos desses livros de autoajuda ou guias de eficiência no trabalho ensinam como enfrentar e vencer a procrastinação. As estimativas disponíveis sugerem que entre 15% e 25% das pessoas adultas são, foram ou serão procrastinadoras em algum momento de suas vidas.

        Nos Estados Unidos, berço da cultura antiprocrastinação, um estudo recente sugeriu que “a procrastinação se situa no núcleo de comportamentos, como o abuso de drogas, marcados por impulsividade e baixa capacidade de autocontrole”.

        Nesse estudo, publicado na revista “Psychological Science” (novembro de 1997), Dianne Tice e Roy Baumeister compararam dados de estudantes universitários referentes ao estresse e aos sintomas gerais de saúde em relação às tarefas escolares daquele período. Os estudantes que se diziam procrastinadores tiveram notas piores e também relataram um maior estresse e uma frequência de gripes e resfriados. Na verdade, os procrastinadores se deram melhor no começo do ano, mas acabaram levando a pior no cômputo geral. Uma versão da fábula da cigarra e da formiga sob uma outra óptica. Assim, se, ao iniciar um trabalho, você precisa antes apontar todos os lápis, arrumar todos os papéis, tomar o último gole de água e resolver quaisquer outras coisas, cuidado (...).

Leia atentamente o fragmento do texto “Amanhã eu faço!”, como é comum em produções textuais, vários aspectos são abordados no seu desenvolvimento. Assim, dentre as alternativas abaixo, a que expõe o assunto geral tratado no texto. 

Texto para o item. 
 
 
Internet: <https://invexo.com.br> (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

No texto, que se caracteriza como dissertativo-informativo, são apresentados percentuais que comprovam a expansão do setor de aquisição de imóveis residenciais no Brasil durante a pandemia de covid-19. 

Texto para o item. 
 
 
Internet: <https://invexo.com.br> (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

Observados os mecanismos de coesão e coerência do texto, conclui-se que o emprego de preposição em “aos juros baixos” (linhas 8 e 9) deve-se à regência do termo “relacionados” (linha 8).  

Texto para o item. 
 
 
Internet: <https://invexo.com.br> (com adaptações).

Quanto ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.

O emprego do acento indicativo de crase em “às novas demandas sociais e econômicas” (linhas 18 e 19) justifica-se pela regência da forma verbal “adaptou-se” e pela anteposição do artigo feminino “as” a “novas demandas sociais e econômicas”. 

Texto para o item. 
 
 
Internet: <https://invexo.com.br> (com adaptações).

Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item.

“mesmo com a pandemia” (linha 16) por apesar de a pandemia

Infere-se do segundo parágrafo do texto que Simão Bacamarte classificava os loucos conforme o critério de idade, cuidando primeiro dos pacientes mais velhos.

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