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Texto CB1A1-I


          Com o avanço científico e tecnológico ocorrido na Europa durante o Renascimento, os inventores começaram a demandar reconhecimento oficial de suas criações, a fim de impedir a imitação de seus inventos. Assim, em 1421, foi concedida ao inventor Filippo Brunelleschi, em Veneza, a primeira patente, com prazo de três anos, pela invenção de um modelo de embarcação para transportar mármore. Nesse contexto de criação de um sistema de concessão de privilégios como forma de proteção de um invento, em 1474, foi promulgado na República de Veneza o Estatuto de Veneza, garantindo ao inventor a exploração comercial do seu invento pela concessão do privilégio da invenção pelo prazo de dez anos.

         No começo do século XVII, em 1623, a Inglaterra promulgou o Estatuto dos Monopólios, que consistiu na primeira base legal para concessão de patentes no país para uma invenção efetivamente nova. O estatuto contribuiu para a promulgação da Lei de Patentes de 1624, que, por sua vez, instituiu o sistema de patentes britânico. Em 1790, os Estados Unidos da América promulgaram a sua primeira lei de patentes, intitulada Patent Act, na qual era autorizada a concessão de direitos exclusivos aos inventores sobre as suas obras, estabelecendo um prazo de quatorze anos de duração. Nessa mesma conjuntura, em 1791, a França promulgou sua primeira lei de patentes, denominada Décret d’Allarde, considerada uma das principais leis publicadas durante a Revolução Francesa.

        No Brasil, o príncipe regente Dom João VI promulgou o Alvará de 28 de abril de 1809, tornando o país um dos primeiros no mundo a reconhecer a proteção dos direitos do inventor, atrás apenas da República de Veneza (1474), da Inglaterra (1623), dos Estados Unidos da América (1790) e da França (1791).


Flávia Romano Villa Verde et al. As invenções no Brasil contadas a partir de documentos
históricos de patentes. Rio de Janeiro: Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Brasil) – INPI,
Diretoria de Patentes, Programas de Computador e Topografia de Circuitos Integrados – DIRPA,
Coordenação Geral de Estudos, Projetos e Disseminação da Informação Tecnológica – CEPIT
e Divisão de Documentação Patentária – DIDOC, 2023, p. 20-21 (com adaptações).


Considerando aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue os próximos itens. 

A inserção da preposição por após o verbo “demandar” (primeiro período do texto) seria gramaticalmente correta, sem prejuízo dos sentidos originais, dada a regência variável desse verbo. 

Observe a regência dos verbos destacados nas frases abaixo:

1- Lembro-me das pessoas passando em volta, apressadas e felizes. 
    Lembro das pessoas passando em volta, apressadas e felizes.

2- Lembro-me da mão dele segurando a minha. 
    Lembro a mão dele segurando a minha.

3- “Lembro-me apenas das sensações e das emoções daquele dia.”
     Lembro apenas as sensações e as emoções daquele dia.

4 - Não me lembro do que aconteceu em campo. 
     Não me lembro o que aconteceu em campo.

Quanto à regência dos verbos, as frases acima poderiam ser reescritas, sem prejuízo sintático, em:

De acordo com o texto, analise o fragmento referente à regência verbal: “Como forma de apoiar nesse processo, quero lembrar (eu me incluo como leitor) de uma virtude que pode nos ajudar: a gentileza”.

I. Apresenta-se em forma pronominal (verbo + se), portanto, é um verbo intransitivo.

II. Torna-se um verbo pronominal quando lhe é atribuído a função de verbo transitivo direto.

III. Forma-se como verbo transitivo indireto quando traz um complemento preposicionado encabeçado pela preposição de.

 Diante do exposto, assinale a alternativa em que o verbo lembrar tem seu uso justificado.

A respeito de aspectos linguísticos do texto CB3A1, julgue os itens que se seguem.

Estariam mantidos os sentidos e a correção gramatical do terceiro período do primeiro parágrafo caso se suprimisse a preposição empregada no trecho “Adentrar em um salão”. 

Casas amáveis


Vocês me dirão que as casas antigas têm ratos, goteiras,
portas e janelas empenadas, trincos que não correm, encanamentos
que não funcionam. Mas não acontece o mesmo
com tantos apartamentos novinhos em folha?


Agora, o que nenhum arranha-céu poderá ter, e as casas
antigas tinham, é esse ser humano, esse modo comunicativo,
essa expressão de gentileza que enchiam de mensagens
amáveis as ruas de outrora.


Havia o feitio da casa: os chalés, com aquelas rendas de
madeira pelo telhado, pelas varandas, eram uma festa, uma
alegria, um vestido de noiva, uma árvore de Natal.
As casas de platibanda expunham todos os seus disparates
felizes: jarros e compoteiras lá no alto, moças recostadas
em brasões, pássaros de asas abertas, painéis com datas
e monogramas em relevos de ouro. Tudo isso queria dizer
alguma coisa: as fachadas esforçavam-se por falar. E ouvia-
-se a sua linguagem com enternecimento. Mas, hoje, quem
se detém a olhar para rosas esculpidas, acentos, estrelas,
cupidos, esfinges, cariátides? Eram recordações mediterrâneas,
orientais: mitologia, paganismo, saudade.


Agora, os andaimes sobem, para os arranha-céus vitoriosos,
frios e monótonos, tão seguros de sua utilidade que não
podem suspeitar da sua ausência de gentileza.
Qualquer dia, também desaparecerão essas últimas
casas coloridas que exibem a todos os passantes suas ingênuas
alegrias íntimas – flores de papel, abajures encarnados,
colchas de franjas – e suas risonhas proprietárias têm sempre
um Y no nome, Yara, Nancy, Jeny… Ah! não veremos mais
essas palavras, em diagonal, por cima das janelas, de cortininhas
arregaçadas, com um gatinho dormindo no peitoril.
Afinal, tudo serão arranha-céus.


E eis que as ruas ficarão profundamente tristes, sem a
graça, o encanto, a surpresa das casas, que vão sendo derrubadas.
Casas suntuosas ou modestas, mas expressivas,
comunicantes. Casas amáveis.


(Cecília Meireles. Escolha o seu Sonho. Adaptado)


Vocabulário:
• Platibandas: espécies de mureta construída na parte mais alta das
paredes externas de uma construção, para proteger e ornamentar a
fachada.
• Compoteiras: elementos ornamentais parecidos com vasos.
• Monogramas: siglas formadas por uma ou várias letras, conjuntas ou
entrelaçadas, significando um símbolo ou a inicial, ou iniciais, de um
nome.
• Cariátides: suportes arquitetônicos, originários da Grécia antiga, que
se apresentavam quase sempre com a forma de uma estátua feminina
e cuja função era sustentar um entablamento.

A regência está em conformidade com a norma-padrão em:

Leia o texto para responder às questões de números 05 a 12.


Recentemente, a população mundial excedeu a mar-
ca de 8 bilhões, o que representa um aumento de mais um
1 bilhão de seres humanos em pouco mais de uma década.
Mas o relatório recente da ONU alertou que o crescimento
populacional seria uma das maiores causas do aumento das
emissões de gases causadores do efeito estufa e da destrui-
ção ecológica. Cada pessoa a mais aumenta o desgaste dos
recursos biológicos exauríveis do planeta.


“Perda de biodiversidade, mudanças climáticas, desma-
tamento, escassez de água e alimentos – tudo isso é exacer-
bado pelos nossos números enormes, que aumentam conti-
nuadamente”, avalia a ONG Population Matters, com sede no
Reino Unido.


Sara Hertog, especialista em populações das Nações
Unidas, afirmou que não é difícil atribuir o consumo não sus-
tentável e os hábitos de produção à explosão populacional,
especialmente nos países em desenvolvimento no hemisfério
sul. No entanto, ela considera um erro esperar que a desace-
leração do crescimento populacional possa ser a única solu-
ção para esses problemas.


“O aumento da renda tem sido muito mais importante do
que o aumento das populações para impulsionar o consumo
e a poluição a ele associada”, observou, destacando que os
países mais ricos, onde o crescimento populacional foi desa-
celerado ou até revertido, são os que utilizam mais recursos
per capita.


Os países mais pobres e em desenvolvimento na África
Subsaariana e em partes da Ásia, que deverão ter o maior
incremento populacional nas próximas décadas, são respon-
sáveis por apenas uma fração das emissões e da utilização
dos recursos globais.


Segundo a ONG ambientalista Global Footprint Network,
se todos no mundo vivessem como os cidadãos dos Estados
Unidos, seriam necessários os recursos de pelo menos cinco
planetas Terra. Já o modo de vida de um cidadão na Nigéria,
por exemplo, requereria somente 70% dos recursos anuais
do planeta.


(Martin Kuebler. Como 8 bilhões podem dividir um planeta de modo
sustentável? Adaptado)

Na passagem do 1 o parágrafo – Cada pessoa a mais
aumenta o desgaste dos recursos biológicos exauríveis
do planeta –, o trecho em destaque poderia ser substitu-
ído, em concordância com a norma-padrão de regência
verbal, por

Considerando as relações de regência verbal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 11 (primeira e segunda lacunas) e 29.

A QUÍMICA DA FELICIDADE 

Você é feliz? E agora, neste exato momento, você está feliz? Esperamos que sim. Mas, seja qual for o seu 
veredicto, você provavelmente hesitou um pouquinho antes de responder. 
Porque a felicidade é fugidia: às vezes conseguimos agarrá-la, e queremos ficar assim para sempre, mas aí 
ela começa a escorrer como areia por entre os dedos - ou simplesmente some, sem motivo aparente, para 
reaparecer tempos depois. 
Como escreveu Machado de Assis, a felicidade é uma quimera: algo que você passa a vida tentando alcançar, 
mas está sempre escapando. Ela é muito mais do que ter saúde, dinheiro, liberdade e uma rede de apoio 
social - os critério's usados pelo World Happiness Report, da ONU, para medir o grau de felicidade de uma 
nação. 
Na décima edição desse ranking, publicado, em 2022, o Brasil aparece apenas na 38ª posição; e os países 
mais felizes do mundo são, pela ordem, Finlândia, Dinamarca e Islândia. A Finlândia, aliás, lidera o ranking 
há cinco anos. Só que 18,8% da sua população tem algum problema psicológico, especialmente depressão 
- o percentual mais alto da União Europeia. 
Cada vez mais gente tenta resolver o problema recorrendo aos antidepressivos, mas isso desencadeou um 
fenômeno curioso: ao mesmo tempo em que aumenta o uso desses medicamentos, a porcentagem de 
deprimidos na sociedade segue crescendo. 
No ano passado, um trabalho publicado por cientistas ingleses jogou lenha na fogueira. Eles revisaram os 
dados de 17 grandes estudos, que somados avaliam mais de 100 mil pessoas, e chegaram a uma conclusão 
bombástica: não existe relação entre a depressão e baixos níveis de serotonina no cérebro - o que a maior 
parte dos antidepressivos trata. 
A notícia correu o mundo, com uma onda de manchetes dizendo que essas drogas não funcionam, e seu 
efeito é mero placebo. Não é bem assim. Todos os antidepressivos que estão no mercado foram submetidos 
a testes e passaram. 
O mais prováv~I é que a felicidade e a infelicidade estejam relacionadas a mecanismos cerebrais mais 
complexos do que se imagina. 


                                                                                                Compilado e adaptado. Brono Garattoni e Tiago Cordeiro. Disponível em 
                                                                            {hllps:l/super. abril. com. brlcienciala-quimica-da-felicidade/], consultado em 7.2.2023.

"ela começa a escorrer como areia por entre os dedos" - a regência do verbo em destaque está  de acordo com a nossa gramática normativa. Aponte em qual das alternativas a seguir ocorre um  desvio da norma culta no tocante à regência verbal. 

A exigência do uso de determinada preposição, tendo como justificativa a relação de regência estabelecida entre dois termos, é uma característica da norma padrão que muitas vezes não persiste no emprego da linguagem informal.

A exigência descrita anteriormente pode ser observada em:

Quanto aos processos sintáticos de concordância e regência nominal e verbal, identifique os enunciados que
atendem à norma-padrão da língua portuguesa.

Estão CORRETOS apenas:

Indique a frase que contém ERRO de Regência Verbal.

Assinale a alternativa que não está de acordo com a norma culta quanto à regência dos nomes em destaque.

Analise a frase a seguir e assinale a alternativa em que é seguida a mesma regra de regência verbal, de acordo coma norma culta da Língua Portuguesa.

Nas férias, ela o visitou no interior.

A respeito da regência verbal na língua portuguesa, assinale a alternativa correta. 

É comum que os autores de letras, para que as sílabas poéticas destas se conformem à melodia, alterem determinadas passagens e subvertam as prescrições da gramática normativa. É o que ocorre em “A quem a história não esqueceu” (1) e em “(...)/ Que através da nossa história/ Não esquecemos jamais” (2) - ambas do TEXTO I -, em que o verbo esquecer foi usado de duas maneiras diferentes. Sobre esses fragmentos, é correto afirmar que:

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